Lounge – Romance virtual

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Música de inspiração: Lounge – Maria Gadu

“Chego no máximo às 19h30” disse sua namorada ontem a noite, marcando a 1° saída que fariam em mais de três meses na paquera virtual. Não que não se conhecessem, Sulli e Victoria estudam na mesma escola, mas, de fato, se já mantiveram uma conversa ao vivo por mais de 5 minutos, foi muito. Por outro lado, as conversas virtuais, seja sms, msn e outros mecanismos mais, chegavam a consumir as suas 24 horas do dia uma com a outra.

Tal tipo de relação era intrigante pra Sulli, mas ela compreendia porque era a total culpada. Sua timidez, criação sobre um teto militar fundamentalista a impedia de conviver com outras pessoas que não fossem de sua família, como única exceção a Krystal, sua amiga de infância que fora criada praticamente como sua irmã.

Sentou-se na cadeira em frente a um grande relógio de madeira clássico europeu. “Ainda são 18h15” pensou ansiosa, mal conseguia se controlar pela demorar do ponteiro girar. Começou a reparar tanto no ponteiro que já ficara tonta de tantas giradas. “Precisa de um pouco de verniz”, qualquer tarefa seria o passatempo perfeito para melhorar a sua ansiedade e tédio. Mas também, marca às 19h30 com a “namorada” e fica pronta as 18h!

Namorada… Como Sulli esperava esse encontro acontecer o quanto antes para assim poder chamá-la.

Desistiu do Verniz. Ia sujar a sua roupa, e ela não demorou 2 horas se arrumando para isso. Vidrou no sofá ao lado do relógio, “Cheiro de novo” pensou ao escorregar a sua mão sobre ele e senti-lo liso, uma repentina cena de Vitória nua no estofado a fez ficar mais interessada nele.

Sentou no encosto e começou a analisar a maciez que ele tinha, mais cenas da Vic nua vieram a sua mente, “será que ela gostaria de transar aqui?”, esse pensamento invadia a sua cabeça mais e mais, imaginava ambas nuas se esfregando entre as almofadas, quantos beijos quentes poderiam acabar dando ao resolver conversar sentadas nele ou quantos finais de filme acabariam perdendo por transarem de forma selvagem em cima daquele móvel.

Deitou-se para apreciar com mais profundidade as análises que acabara de ter, os sonhos que estava prestes a consumar e as cenas que deveriam obrigatoriamente acontecer. Imaginou sua amante naquele instante em cima dela, como a acariciaria? Será que ela chupa bem? Gosta de seios tanto quanto ela? Se decepcionaria ao descobrir que Sulli não tem nenhum? Enquanto tais pensamentos mexiam com a sua cabeça e seus hormônios sexuais, Sulli apalpava os próprios seios na blusa, sentia a textura do mamilo e o volume que o sutiã dá. Seus bicos estavam bem rijos devido a excitação. Desceu uma das mãos, acariciava delicadamente sua vulva dentro da calça por cima da lingerie. Estava molhada, a lubrificação já ultrapassava a barreira.

Abriu um pouco as pernas, pôs a mão dentro da calcinha e começou a brincar com seu clitóris. Estava macio, gostaria de sentir o de Victoria também, mas com a língua. Imaginou Victória fazendo oral nela, imaginou aquele músculo úmido e quente massageando a sua membrana em movimentos circulares, sucções leves com os lábios carnudos, e outros movimentos deliciosos que aquela mulher praticaria mais tarde. Desceu mais um pouco sua mão, deslizando seu indicador e médio entre os pequenos lábios em direção a sua abertura.  Estava úmida, bastante. Adentrou a ponta dos dois dedos, estava muito contraída, precisava relaxar. Respirou fundo e abriu um pouco mais as pernas. Isso, agora os dois dedos encaixaram direitinho, começou a movimentá-los. Os lábios de Jinri se moviam, fazia bicos involuntários enquanto se masturbava, sussurrava o nome de Victoria e gemia de forma delicada. Os dedos que apalpavam os seios e brincavam com os mamilos agora estariam na sua cabeça, enroscados entre os fios de seus cabelos. Sulli estava em seu ápice, gozaria a qualquer momento, suas pernas se fechavam devido a contração, mas suas mãos não paravam de trabalhar. Estava gostoso demais, real demais, ela sentia que Victória realmente a acariciava, a chupava e puxava os seus cabelos enquanto se esfregavam, tudo isso de uma vez. Gemeu alto quando gozou, suas pernas ainda tremiam, suas mãos agora relaxavam, foi se acalmando devagar.

Eram 19h30 e o relógio finalmente começou a tocar. Estava toda suada, seu cabelo estava bagunçado, sua calcinha suja e seus seios marcados com beliscões. Mas não importava, sentia-se satisfeita com a noite que Victoria a proporcionara no sofá, mesmo que em pensamentos, como sempre, de forma virtual. Por falar nela, acabou de mandar um SMS afirmando que imprevistos aconteceram e teriam que desmarcar. Pelo menos ainda tinha o sofá, encostou-se e dormiu lá mesmo, em meio a lágrimas que o estofado secaria mais tarde.

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Dúvida

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Sinopse:

Chen acaba de sair de um relacionamento com Kris e vai começar um com Lay. Tudo começou por brincadeira, agora sua paixão é real. Como se livrar desta?

Já era 23h30, estava esperando meu amado vim ao meu quarto me encher de beijos como sempre fazia todas as noites. Estava atrasado quase 40 minutos. Pensava até em desistir da espera graças ao sono.

– Yinxing! Que demora! – Apoiei minhas mãos delicadamente em seu rosto, selei seus lábios com ternura e deslizei minhas mãos pelo seu corpo seminu. – Está tão magrinho! Tomando suas cápsulas de ferro? Da última vez teve anemia forte…

Yixing calou meus lábios com um beijo, indicando silêncio ao apontar para Kris, que dormia. Concordei com um sinal afirmativo, balançando a cabeça, tomando mais um beijo, por aparentar a Lay, um sinal de fofura. Riu baixinho me deitando na cama, se despiu e debruçou-se completamente nu sobre mim. Cobri-nos com o lençol branco, presente do Kris – meu ex-namorado e atual colega de quarto – para mim. Se isso incomodava Yixing? Bem, não há dúvidas sobre, mas sabe que eu o fazia propositalmente? Meu atual era o Lay, contudo Kris ainda fazia parte de mim. Mas, não era por isso que eu fazia esse tipo de coisa, sou muito mais vadia do que isso… É! É triste admitir, mas apesar de romântico, sou muito mal resolvido sentimentalmente. Eu sentia a necessidade de dormir no mesmo quarto que meu ex enquanto transava com o atual para provocar ciúmes em ambos. Ciumento, Lay necessitava provar ser um amante melhor. Pode parecer egoísmo, mas gostava de sentir a presença dos dois. Realmente não sei de quem gosto, e os dois sabem disso.

Yixing era como um sonífero e despertador matinal ao mesmo tempo. Me deixava cansado ao namorarmos a noite toda e me acordava pela manhã com os mesmos beijinhos que me adormeciam.

Agora 8h da manhã, Yixing e Wu fan possuíam o hábito de acordar cedo. Eu e Luhan éramos sempre os últimos da casa inteira a acordar. Falando na peste…

– Chen, pode ir à mercearia comigo? – Saltitante, desta vez mais extravagante com uma cesta rosa enorme de compras.

– Que cesta gay. – Olhei meio irônico.

– Pelo menos ela não dorme de conchinha com o Lay. – Gargalhou propositalmente com um olhar de “Luhan 1 X Chen 0”.

– Vamos logo!

Durante o caminho do mercado, Luhan começou a fazer comentários meio estranhos, como se quisesse puxar a conversa para outro lugar.

– Desembucha logo querido. Aconteceu alguma coisa?

– Bem… Acho que vou terminar com a Marrie.

Marrie é uma menina francesa que Luhan conheceu no SMTown Paris, ela trabalhava na produção e também era intérprete de Kor-Fran. Estávamos em época de debut ainda.

– Oh… Mas por quê? Aconteceu algo em especial?

– Bem… Já tem um tempo que… Um colega se declarou pra mim, eu meio que não ligava… – Caramba… Ninguém nem imagina quem será essa pessoa… – Então resolvi só curtir, porém acabei gostando.

– Tem muito tempo que você trai a Marrie com essa pessoa? – Que ninguém sabe quem é…

– Mais ou menos… Apesar de não ter sido tanto tempo assim, já fizemos de tudo…

– VOCÊ TRANSOU COM OH SEHUN??? – Gritei sem querer. – ELE É MENOR DE IDADE!!!

– Chen! – Me pressionou no muro com uma das mãos tapando minha boca. – Você é louco?! – Me soltou.

– Desculpa! Mas é que… O impacto foi muito grande… Mas, então… Já transaram?

– Sim… Quero dizer, introdução não, mas oral a gente já fez…

– Ah… – Tão chocado que eu não tinha palavras a dizer.

– Sabe… Não quero terminar com Marrie por impulso, mas é porque já estou a traindo por 3 meses… Bem, namoro ambos virtualmente, contudo sinto que Sehun talvez leve isso mais a sério, e além do mais, é mais fácil ver ele do que ela…

– Querido… Sehun é menor de idade, vocês são héteros…

– Sehun é bi.

– E você?

– Hétero.

– Então?!

– Mas, já beijei meninos.

– Você quer minha opinião pra que mesmo?

– Devo terminar com Marrie?

– Termina.

– Tá.

O que me irritava nas conversas de Luhan é a imposição da solução dele aos outros. Se ele só quer escutar o que pensa, pra que pede ajuda?

– Mas… E então? Pode me ajudar a dar o fora nela?

– Ah, claro. Que dia pretende?

– Marquei de conversarmos sexta, ela vem para China fazer um estágio e…

– Essa sexta?

– Sim.

– Você quer dizer hoje?

– É…

– Não rola… Yixing vai me fazer uma surpresa… Aproveitei que Kris vai dormir fora, então nem adianta adiar… Sorry.

Ao chegarmos à mercearia, a primeira coisa que me veio à cabeça foi “Lay, Lay, Lay, sexta, sexta, sexta, sexo, sexo, sexo”. Corri à sessão farmacêutica comprar preservativos e lubrificantes para o grande dia.

Odeio essas camisinhas de fruta… Faz o pênis ficar com cheiro de torta, acho tão enjoativo. Será que Lay gosta? Acho que vou ligar pra perguntar, quero que seja especial.

– Yixing?

– Sim?

– Gosta de camisinha de fruta?

– O que? – Escutei um risinho baixinho.

Droga, agora tô tímido.

– Gosta? – Entonei sério.

– Compre o que quiser. – Ouvi um barulho abafado estranho. Ignorei, mas em seguida ouvi um de beijo.

– Lay, quem tá aí?

– O que?

– Quem taí? – fui perdendo a calma gradativamente.

– Eu e o Kris.

– Ah… – Nyah, não era beijo então. Impossível. – Preciso ir. Tchau.

Mais tarde cerca de 20:00h, cheguei em casa todo animadinho pra ver Yixing estirado na minha cama com a minha surpresa. Certifiquei-me de que a casa estava vazia e o carro do Lay estava estacionado. Éramos só nós dois, como planejado…

– Yixing!!! Comprei lubrificantes pra… – Quando abri a porta do quarto, lá estava Kris, pelado em cima da MINHA cama, coberto com pétalas da minha flor favorita, rosas vermelhas. – Mas o que é… – Yixing chegou por trás, virou meu rosto de lado interrompendo-me com um beijo. – Lay… – Foi passando a mão em movimentos circulares no volume da minha calça – Arf! – Suspirei. – O que está acontecendo? – perguntei com uma voz confusa e chorosa.

Lay deu um sorrisinho e começou a me despir devagar. Kris se levantou da cama e começou a me beijar. Fiquei com calafrios por sentir beijos que me faziam falta, tinha até esquecido o quão doce é Wu Fan.

– Ah… – Eu não conseguia parar de gemer. – Xing…- Meu coração estava tão acelerado que eu não tinha força suficiente para me sustentar, minhas pernas pareciam ter parado de funcionar.

Kris foi me puxando pela fivela do cinto até a cama e Xing foi acompanhando sem parar de fazer o que estava fazendo. Deitamos na cama, eu meio desequilibrado, sendo agarrado pelos dois homens que sempre desejei sentir de uma vez só. Kris se levantou afirmando que tinha esquecido algo, então saiu do quarto em busca.

Enquanto isso, era só eu e Yixing nos agarrando naquela cama cheia de pétalas, seminus, Lay dava beijinhos que faziam barulhinhos tão gostosos, me acariciava de cima a baixo. Tirei minha calça com sua ajuda, única peça que faltava. Fui retirando a cueca de Lay também. Desta vez estávamos totalmente nus nos esfregando. Sua pele era tão macia, acompanhado das flores, fazia eu me sentir no céu.

Sentei em seu abdômen e continuei beijando seus lábios. Mordia-os lentamente para provoca-lo. Suas mãos percorriam selvagemente o meu corpo, apertava minhas nádegas com vigor, mais parecia belisca-las com a mão. Era impossível não gemer. Me deu um tapa forte, fazendo o som ecoar por toda a sala.

– Xing… – Dei um gritinho. – Au!

Ele riu e voltou a estuprar minha boca com aquela linguinha nervosa. O pau dele não poderia estar mais duro, e ele – visivelmente – não conseguia mais esperar. Fez um sinalzinho batendo a cabeça do pau dele na entradinha do meu ânus. Larguei seus lábios, levantei-me em busca da sacolinha da mercearia. Peguei uma camisinha e dois sachês de lubrificante, um só não ia bastar.

Quando voltava pra cama, veio Kris por trás vendando os meus olhos. Foi me conduzindo até a cama, me sentou e colocou minha mão direita em seu membro, fazendo movimentos de cima a baixo, masturbando-o. Lay fez o mesmo com a esquerda. Começava a ficar ofegante novamente, quatro mãos me acariciavam enquanto masturbava dois pênis deliciosos, prontos para entrarem dentro de mim. Ambos eram finos e compridos, davam um prazer inestimado só sentindo. Abocanhei o da esquerda. Conhecia bem a textura do pau de Lay, pontiagudo, pele fina e levemente circuncisado, suas bolas não tinham pelos e eram bem durinhas. Meus lábios o soltaram, mas permaneci o masturbando. Enfiei o de Kris completamente na minha boca, com dificuldades pelo tamanho, pois era um rapaz alto. O design era totalmente diferente, porém era exatamente o que me recordava: a glande era redondinha, com bastante prepúcio, possuía veias salientes e a pele era bem rígida. Suas bolas eram peludas, mas eram pelos finos, macios e aparados. O cheiro era tão gostoso. Fiquei um tempão fungando seus pelinhos que me excitavam cada vez mais.

Quando finalmente soltei o pau do Kris, eles me deitaram e espalharam o lubrificante sobre mim. Foram me massageando desde os mamilos até o bumbum. Os beijos, como sempre, permaneciam. Lay faz questão de ser romântico todas as vezes que transamos. O Kris que tem um lado mais sádico.

– Au! – Senti dois dedos me invadirem. Pelo tamanho, eram os de Kris.

– Calma, bebê. Em frente vem muito mais. – Sussurrou sadicamente no pé da minha orelha.

Mudamos de posição para facilitar o acesso dos dois a mim. Formaram um sanduiche, onde eu era a carne, o prato principal. Primeiro, Lay introduziu o seu membro coberto de lubrificante em mim. Como já estava acostumado, o que fiz foi rebolar.

Kris, por trás, mordia lentamente minha orelha, esfregava seu pau e dava leves batidinhas com ele no meu reguinho.

O meu grau de prazer aumentava cada vez que o membro do Lay massageava meu bumbum, quanto mais eu rebolava mais capaz de voar eu era.

– Xing… Que gostoso! – Gemia sem conseguir me expressar direito. A sensação estava de arrepiar, até que…

– Você ainda não provou o prato principal… – Disse Kris dando risadinhas maliciosas. – Empina mais a bundinha. – Estapeou minha nádega esquerda, me fazendo obedece-lo.

Retirei meu bumbum do pau do Lay e senti Kris estocando dentro de mim com muita força.

– Ah!!! Como você é quentinho Jong!!! – Ele rebolava com força, até me machucando um pouquinho.

Lay me masturbava e esfregava nossos paus de levinho, visando o prazer extremo ao fazer isso. Eu só me contorcia sentindo aquela delícia de sensação, implorando para que aquilo não acabasse nunca. Era a melhor surpresa que meu namorado podia propor.

– Ah! – Kris rufou – Vamos precisar de mais lubrificante!

Pegou mais dois sachês, retirou o pau e os espremeu no meu rabinho.

– Pronto! Bem escorregadio! – Me estapeou, como o sinal para empinar o bumbum, e foi o que eu fiz. – Olha! Domestiquei bem! – riu sadicamente.

Com meu bumbum lambuzado de gel, só esperei a introdução do Kris ou do Lay, mas houve algo inesperado. Os dois foram colocando lentamente o pau no meu cuzinho. Mesmo sendo finos, como era o caso, dois pênis eram super desconfortáveis, não chegava a ser uma agressão, pois eu não sentia dor, mas sentia muito desconforto mesmo!

– Hyung! Au! – Gemi dolorosamente. – Xing… Wu fan tá me machucando. – Fiz biquinho.

– Awn… Vai ficar gostoso logo, logo amor. – Estuprou meu bico com a língua, dando-me um beijo super empolgante como consolo.

Não sabia que Yixing era tão safado! Não podia ver seu rosto, por causa da venda, mas sentia através das suas contorções e gemidos o quanto ele gostava daquela situação.

A sensação de desconforto foi mudando, começou a ficar mais suave, Lay começou a rebolar de uma maneira que amaciava muito bem minha próstata.

Agora sim… Aquela delícia pressionava perfeitamente o ponto, me animei tanto que já rebolava nos dois. Kris também mostrava animação me masturbando. Lay era tão safado que conseguia me foder e dar umas lambidinhas na cabeça do meu pau de vez em quando.

– Ahhh é agora! – Kris aumentou a pressão. Estocava com tanta força que incomodava Lay também.

Retirou seu membro de mim, arrancou a camisinha, subiu até o meu rosto e gozou sujando toda a venda. Em seguida, enfiou o pau na minha boca até amolecer.

Lay, vendo tudo aquilo, também gozou rapidinho. Só mudou de posição, estocou mais um pouquinho, também arrancou seu preservativo e ejaculou no meu bumbum. Deitei na cama – com o pau ainda duro – tirei minha venda e vi a imagem dos dois se pegando tentando me seduzir. Masturbei-me assistindo a cena e gozei freneticamente.

Os dois deitaram a minha volta e todos dormimos ali mesmo.

Como sempre, acordei sozinho na cama. Ambos tinham ido trabalhar.

Arrumando a cama, encontrei um bilhete do Lay dizendo “Você é livre para escolher”. Me senti um lixo… Yixing sofria durante as noites, provavelmente sabia que eu gostava dos dois e que Kris ainda gostava de mim… Obviamente escolheria Xing, mas estaria magoando ele, pois Kris, como eu disse, ainda faz parte de mim…

Lay me mandou um SMS querendo me perguntar sobre o bilhete, respondi que quando estivesse pronto o mandaria de volta.

Semanas se passaram, Kris e Lay ficaram bem mais próximos, toda vez que os via juntos me lembrava daquela noite deliciosa… Não sei se fazia como Luhan, terminar com um para ficar com o outro ou permanecia do jeito que estava, a dúvida era cruel… Decidi abrir o jogo.

“Me encontre no L’amour”

– JongDae-dongsaeng – Me abraçou. – Senti saudade…

– Xing, a gente se vê todo dia…

– Eu sei… Mas tá diferente… Senti falta de você você…

– Tudo bem…

– Decidiu? Seja lá qual for a sua resposta, só quero ver você feliz e… – O beijei.

– Xing… Sabe que eu te adoro, né? – Me olhou meio cabisbaixo e confirmou.– Mas se eu escolher você, estarei o magoando… Gosto de você, mas também gosto dele… Eu tô muito confuso, e acho que sempre ficarei…

– Eu entendo…

Me veio uma louca na minha cabeça, eu não ia perguntar isso, mas acabei perguntando mesmo assim.

– Que tal um dia eu, você e o Kris marcarmos de tomar um café? – Droga, eu perguntei mesmo.

Ele deu aquele sorrisinho lindo e confirmou com um beijo longo e intenso.

– É claro.

Eu não era só dele, mas o pouco que ele tinha de mim o satisfazia…

Final de semana trash

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Já eram três horas. O grupo ainda não havia saído. Kangin fixo ao relógio como se este fosse suas pupilas. Enquanto isso, Sungmin limpava o quarto. Sabia que quando os meninos saíssem a casa ficaria reservada para si e seu Guaxinim. Três e meia ‘Aish’ pensava Kangin ansioso, estava louco por seu parceiro. Fazia muito tempo que não ficavam. Quase duas semanas no desejo e moravam na mesma casa. Mais um pouco e iria enlouquecer! Com a promoção do novo álbum era quase impossível ter tempo pras escapadinhas…

– Kangin-hyung, eles já foram! – apareceu SungMin com um sorriso enorme, todo animado, como uma criança encontrando uma piscina de doces.

– Aish! Não me chame de Hyung – Kangin foi correndo agarrar Sungmin lascando-lhe um beijo que parecia não parar por ai.

Minie foi lentamente tirando a blusa do seu parceiro, enquanto este não desgrudava os lábios dos seus. Sendo apalpado, Sungmin não parava de gemer mesmo os tendo abafados pelos beijos calientes. Kangin o agarrava como se Minie fosse cair de um penhasco. Parou, o olhou nos olhos e aquela nostalgia fluiu. Sungmin acariciou seu rosto o puxando levemente para mais um beijo, quando Kangin morde sensualmente o seu lábio inferior, logo descendo em direção ao seu zíper. Sungmin ficou muito excitado, sentiu as mãos quentes do Guaxinim puxando seu membro para fora da calça. Começou o masturbando devagar. Ao ver a cara de delírio do seu amado tocou a ponta da língua na glande, lambendo lentamente insistindo para que Sungmin pedisse mais. Este acariciou os cabelos de Kangin que o abocanhou no mesmo momento. Minie se descontrolou e gritou.

– Hyung vem pra mim. Não me faça esperar mais.- Sim, ele implorava por sexo como uma ninfomaníaca em abstinência.

Kangin não aguentou ver a cena, levantou-se arrancando as calças da fofura o prensando na parede e penetrando sem dó. Sungmin se contorcia de dor, entretanto agarrava com força seu amado o incentivando a aumentar a velocidade. Minie gemia alto, com vergonha tentava o máximo possível se segurar, beijava Kangin tentando diminuir o volume.

No calor do desejo aparece Ryeowook no corredor de mãos dadas com Yesung, que tomam um susto, pois também planejavam ter a casa só para os dois assim que os hyungs saíssem.

– Meninos, oque fazem aqui? – questionou Yeye com cara de tacho.

Kangin solta Minie o fazendo cair, logo puxando a samba-canção, abotoando as calças e levantando o seu namorado.

– Oque fazem vocês aqui?- Kangin retrucou não gostando nadinha da situação.

– Achamos que tinham ido com os meninos a viagem no feriadão. Ryeowook fala preocupado e totalmente tímido pela situação cobrindo seus olhos com as mãozinhas do Yeye, mas disfarçando o ato par evitar constrangimentos aos seus amigos. Era um final de semana inteiro, e ninguém tinha grana pra viajar. Os meninos foram pra China porque ganharam de presente por tantos méritos com o novo cd. Pelos cálculos de Wook, o feriadão com Yesung também estava planejado, e isso incluía a casa só pra eles.

Yesung: Ok, estamos fazendo muito barulho por nada, certo?! ‘‘barulho era o que eu queria continuar fazendo agora’’ *sussurrou Kangin*.

– Eu e Ryeowook ficamos no quarto dos mais velhos e você e Sungmin no quarto dos mais novos. – Kangin concordou com cara de “não tenho muita opção” e puxou Sungmin pro quarto.

– Esses dois! Como você não sabia? – Kangin resmungava chateado.
Sungmin olhou espantado.

– O Wook não conta esse tipo de coisa pra mim, muito menos eu pra ele! Estou com vergonha. – Pensou na cena que foram flagrados no corredor, há uns cinco minutos atrás.

Kangin sorriu, trancou a porta do quarto, olhou pra Sungmin com um olhar que dizia tudo.

– Continuando! – arrancou as calças ficando só de samba-canção, era de patinho.

Em direção a Minie, quase explodindo de tesão, é repreendido.

– Desculpa hyung, não estou no clima.

Kangin olhou assustado.

– Só por causa da cueca de patinhos? – faz bico – Aish
SungMin olha aquela cena fofa e sorri com ternura.

– é sério, hoje não vai dar. Meu sangue não está coagulando direito. Desculpa. – Diz o mais novo rindo encarando com deboche a cueca de patinhos.

O mais velho entendeu.

– Não precisa se desculpar – não forçou a barra, respeitando o seu parceiro.

Enquanto isso dava pra escutar os altos gemidos do quarto de cima, “Ryeowook e Yesung não perdem tempo” pensou Kangin, ficando chateado e ainda mais excitado.

Mais tarde, Yeye e o Wook desceram arrumados, bateram na porta do casal KangMin os chamando pra beber. Estes se banharam rápido, duh, Kangin não rejeita álcool.

Na mesa do bar a tensão era maior. Apesar de tímido, Wook na mesa parecia estar em lua de mel. A couple nem parecia ter tido “aquela tarde”. Kangin só olhava. Já Minie não via diferença alguma, eram dois casais de amigos conversando e bebendo, fim. Pediram a conta e voltaram pra residência minúscula, pelo menos Kangin pensava assim.

Ao chegar Minie olhou pro corredor e lembrou da cena, não conseguia esquecer. Enquanto o outro casal…

– Hyung, não devia ter me deixado beber tanto! Ai que calor. -Wook dizia tirando o casaco, revelando uma blusa que deixavam suas costas à mostra, abanava a si mesmo com a mão direita. Isto deixou Yesung louco o fazendo puxar o braço do mais novo até o quarto. Barulho de chuveiro. Kangin observou a cena chorando, quinze dias sem sexo e um quarto só pro casal. Tirar a casquinha no corredor e estar hospedado a um par on fire que passou pela mesma situação as semanas e agora estão tirando o atraso o deixava muito excitado. “Estou sofrendo!” pensou “A bundinha dele é tão fofa…Quero agora!” ele a apalpou na cara dura ‘Hyung!’ gritou Sungmin assustado.

– Oque foi isso? – extremamente vermelho.

– Desculpa, não consigo mais suportar.

O mais velho agarrou seu dongsae por trás colando seus lábios no pescoço dele. ‘Kangin-ssi!’ gritou ‘não! Eu não vou conseguir’ sussurrou com muita vergonha ‘Sinto o desejo na sua voz!’ disse o guaxinim que enfiou a mão na cuequinha do menino.

– Kangin-hyung – gemeu se contorcendo a cada movimento que o mais velho fazia. Esse apesar de excitado, seus braços e pernas permaneciam imóveis. – Assim vai ser difícil controlar o volume – gemia alto.

– Aish, vamos pra cama!

A caminho do quarto a campainha toca. ‘Espera Hyung’ empurra Kangin.

– Dongsae, não é nada! Eles pensam que estamos de viagem – puxa o mais novo de volta.

– Se estão tocando, deve ser importante! – Minie o empurra para atender a porta.

“Querido!”. Atende a porta com uma enorme surpresa, Park Seung Ha, irmã adotiva e mais velha de Sungmin. ‘Que saudade!’ disse entrando com uma mala enorme.

– Noona, o que faz aqui? – SungMin a empurra discretamente.

– Vim passar o feriadão com o meu dongsaeng. Até o metrô ficou difícil de pegar!

Guaxinim e Minie fitam–se sem conseguir falar oque ou como.

– Mas e então? Não me digam que iam viajar?

– Exato! – Grita SungMin. – Eu e Kangin-ssi vamos pra Tailândia.

– China – Retruca Kangin.

– Isto, China… Inclusive já estamos indo né hyung?!’

– Sim, Tailândia, lá vamos nós…

– China – vez da retrucada do SungMin. – Desculpa noona.

Ela dá uma risada e o cutuca.

– Não tem problema não, amanhã eu volto pra casa. – Entra com as malas.

– Mas noona, você não pode ficar aqui sozinha. Não podemos fazer isso com você…

– Então querem que eu vá como? A pé? Não tem mais metrôs hoje. – Faz um bicão.

– Deixa, vamos amanhã de manhã. – O Guaxinim sai da sala levando as malas da “cunhada” para o quarto.

YoungWoon dormia na sala disponibilizando o quarto para o parceiro e sua irmã. Enquanto isso ocorria, SungMin foi de fininho até lá. Ao ver o namorado no chão, sem camisa e com o lençol coberto somente até a virilha foi à visão perfeita para excitá-lo. Apreciando a vista, ele puxou o cobertor bem devagar para não acorda-lo. Deixou à mostra aquela cueca samba-canção de patinhos que parecia ser a única roupa íntima que tinha. Sorriu. Afinal, a piada não perdia a graça. Debruçou-se e deu um leve beijo no volume. Levou sua mão até o peitoral, deslizou-a levemente. Beijou seu mamilo esquerdo o instigando a beija-lo mais. Fez uma trilha de ósculos (chupões delicados) até o umbigo. Passou a língua neste descendo até o volume novamente. SungMin sente uma mão levantando seu queixo. É Kangin, fitando-o amorosamente. Esse empurrou a cabeça do amado com sutileza contra o seu volume, implorando com o olhar o quanto queria aqueles lábios maravilhosos colados no seu pau. SungMin tirou aquela samba-canção que tanto o fazia rir e jogou-a para o alto ainda arfando os risos por não livrá-la nunca. Kangin sorriu apreciando a face do mais novo.

Minie encarou o pênis do guaxinim, o abocanhou e, em breve, o sugava. Os movimentos feitos eram tão frenéticos que as mãos de Kangin continuavam só acariciando os cabelos, não necessitava pressioná-lo contra o seu corpo. Quando totalmente duro, Sungmin parou. O retirou da boca fazendo-o observar o membro novamente, desta vez, cheio de veias saltadas. Isto o fez babar. Como o pênis do Kangin era lindo! Para Sungmin, aquilo era o bastante. Ele podia gozar só vendo aquela imagem, porém, ele podia mais, queria mais, e era motivo de mais.

Minie subiu em cima do noivo, tendo ajuda ao retirar a cueca que estava prestes a explodir com tamanha ereção. Encaixou o membro dentro de si e cavalgou sem piedade. Em tamanho êxtase, olhou para o corredor que tanto o deixava inseguro, sendo pego com o mais velho lá. Kangin observou a cena de camarote. Parou com o ato e o carregou até o carro em seu colo sem sequer retirar o membro de dentro do menino.

– Que tal irmos à China de carro em primeira classe? – sorriu maliciosamente.

Minie o encarou com um sorriso.

– Mas e o oceano?

Kangin gargalhou virilmente, encarou o noivo empurrando o quadril pra frente, fazendo esse gemer. Olhou com uma expressão safada e irônica.

– Desculpe, mas não vou deixar mais nada nem ninguém atrapalhar o meu fim de semana.