Dúvida

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Sinopse:

Chen acaba de sair de um relacionamento com Kris e vai começar um com Lay. Tudo começou por brincadeira, agora sua paixão é real. Como se livrar desta?

Já era 23h30, estava esperando meu amado vim ao meu quarto me encher de beijos como sempre fazia todas as noites. Estava atrasado quase 40 minutos. Pensava até em desistir da espera graças ao sono.

– Yinxing! Que demora! – Apoiei minhas mãos delicadamente em seu rosto, selei seus lábios com ternura e deslizei minhas mãos pelo seu corpo seminu. – Está tão magrinho! Tomando suas cápsulas de ferro? Da última vez teve anemia forte…

Yixing calou meus lábios com um beijo, indicando silêncio ao apontar para Kris, que dormia. Concordei com um sinal afirmativo, balançando a cabeça, tomando mais um beijo, por aparentar a Lay, um sinal de fofura. Riu baixinho me deitando na cama, se despiu e debruçou-se completamente nu sobre mim. Cobri-nos com o lençol branco, presente do Kris – meu ex-namorado e atual colega de quarto – para mim. Se isso incomodava Yixing? Bem, não há dúvidas sobre, mas sabe que eu o fazia propositalmente? Meu atual era o Lay, contudo Kris ainda fazia parte de mim. Mas, não era por isso que eu fazia esse tipo de coisa, sou muito mais vadia do que isso… É! É triste admitir, mas apesar de romântico, sou muito mal resolvido sentimentalmente. Eu sentia a necessidade de dormir no mesmo quarto que meu ex enquanto transava com o atual para provocar ciúmes em ambos. Ciumento, Lay necessitava provar ser um amante melhor. Pode parecer egoísmo, mas gostava de sentir a presença dos dois. Realmente não sei de quem gosto, e os dois sabem disso.

Yixing era como um sonífero e despertador matinal ao mesmo tempo. Me deixava cansado ao namorarmos a noite toda e me acordava pela manhã com os mesmos beijinhos que me adormeciam.

Agora 8h da manhã, Yixing e Wu fan possuíam o hábito de acordar cedo. Eu e Luhan éramos sempre os últimos da casa inteira a acordar. Falando na peste…

– Chen, pode ir à mercearia comigo? – Saltitante, desta vez mais extravagante com uma cesta rosa enorme de compras.

– Que cesta gay. – Olhei meio irônico.

– Pelo menos ela não dorme de conchinha com o Lay. – Gargalhou propositalmente com um olhar de “Luhan 1 X Chen 0”.

– Vamos logo!

Durante o caminho do mercado, Luhan começou a fazer comentários meio estranhos, como se quisesse puxar a conversa para outro lugar.

– Desembucha logo querido. Aconteceu alguma coisa?

– Bem… Acho que vou terminar com a Marrie.

Marrie é uma menina francesa que Luhan conheceu no SMTown Paris, ela trabalhava na produção e também era intérprete de Kor-Fran. Estávamos em época de debut ainda.

– Oh… Mas por quê? Aconteceu algo em especial?

– Bem… Já tem um tempo que… Um colega se declarou pra mim, eu meio que não ligava… – Caramba… Ninguém nem imagina quem será essa pessoa… – Então resolvi só curtir, porém acabei gostando.

– Tem muito tempo que você trai a Marrie com essa pessoa? – Que ninguém sabe quem é…

– Mais ou menos… Apesar de não ter sido tanto tempo assim, já fizemos de tudo…

– VOCÊ TRANSOU COM OH SEHUN??? – Gritei sem querer. – ELE É MENOR DE IDADE!!!

– Chen! – Me pressionou no muro com uma das mãos tapando minha boca. – Você é louco?! – Me soltou.

– Desculpa! Mas é que… O impacto foi muito grande… Mas, então… Já transaram?

– Sim… Quero dizer, introdução não, mas oral a gente já fez…

– Ah… – Tão chocado que eu não tinha palavras a dizer.

– Sabe… Não quero terminar com Marrie por impulso, mas é porque já estou a traindo por 3 meses… Bem, namoro ambos virtualmente, contudo sinto que Sehun talvez leve isso mais a sério, e além do mais, é mais fácil ver ele do que ela…

– Querido… Sehun é menor de idade, vocês são héteros…

– Sehun é bi.

– E você?

– Hétero.

– Então?!

– Mas, já beijei meninos.

– Você quer minha opinião pra que mesmo?

– Devo terminar com Marrie?

– Termina.

– Tá.

O que me irritava nas conversas de Luhan é a imposição da solução dele aos outros. Se ele só quer escutar o que pensa, pra que pede ajuda?

– Mas… E então? Pode me ajudar a dar o fora nela?

– Ah, claro. Que dia pretende?

– Marquei de conversarmos sexta, ela vem para China fazer um estágio e…

– Essa sexta?

– Sim.

– Você quer dizer hoje?

– É…

– Não rola… Yixing vai me fazer uma surpresa… Aproveitei que Kris vai dormir fora, então nem adianta adiar… Sorry.

Ao chegarmos à mercearia, a primeira coisa que me veio à cabeça foi “Lay, Lay, Lay, sexta, sexta, sexta, sexo, sexo, sexo”. Corri à sessão farmacêutica comprar preservativos e lubrificantes para o grande dia.

Odeio essas camisinhas de fruta… Faz o pênis ficar com cheiro de torta, acho tão enjoativo. Será que Lay gosta? Acho que vou ligar pra perguntar, quero que seja especial.

– Yixing?

– Sim?

– Gosta de camisinha de fruta?

– O que? – Escutei um risinho baixinho.

Droga, agora tô tímido.

– Gosta? – Entonei sério.

– Compre o que quiser. – Ouvi um barulho abafado estranho. Ignorei, mas em seguida ouvi um de beijo.

– Lay, quem tá aí?

– O que?

– Quem taí? – fui perdendo a calma gradativamente.

– Eu e o Kris.

– Ah… – Nyah, não era beijo então. Impossível. – Preciso ir. Tchau.

Mais tarde cerca de 20:00h, cheguei em casa todo animadinho pra ver Yixing estirado na minha cama com a minha surpresa. Certifiquei-me de que a casa estava vazia e o carro do Lay estava estacionado. Éramos só nós dois, como planejado…

– Yixing!!! Comprei lubrificantes pra… – Quando abri a porta do quarto, lá estava Kris, pelado em cima da MINHA cama, coberto com pétalas da minha flor favorita, rosas vermelhas. – Mas o que é… – Yixing chegou por trás, virou meu rosto de lado interrompendo-me com um beijo. – Lay… – Foi passando a mão em movimentos circulares no volume da minha calça – Arf! – Suspirei. – O que está acontecendo? – perguntei com uma voz confusa e chorosa.

Lay deu um sorrisinho e começou a me despir devagar. Kris se levantou da cama e começou a me beijar. Fiquei com calafrios por sentir beijos que me faziam falta, tinha até esquecido o quão doce é Wu Fan.

– Ah… – Eu não conseguia parar de gemer. – Xing…- Meu coração estava tão acelerado que eu não tinha força suficiente para me sustentar, minhas pernas pareciam ter parado de funcionar.

Kris foi me puxando pela fivela do cinto até a cama e Xing foi acompanhando sem parar de fazer o que estava fazendo. Deitamos na cama, eu meio desequilibrado, sendo agarrado pelos dois homens que sempre desejei sentir de uma vez só. Kris se levantou afirmando que tinha esquecido algo, então saiu do quarto em busca.

Enquanto isso, era só eu e Yixing nos agarrando naquela cama cheia de pétalas, seminus, Lay dava beijinhos que faziam barulhinhos tão gostosos, me acariciava de cima a baixo. Tirei minha calça com sua ajuda, única peça que faltava. Fui retirando a cueca de Lay também. Desta vez estávamos totalmente nus nos esfregando. Sua pele era tão macia, acompanhado das flores, fazia eu me sentir no céu.

Sentei em seu abdômen e continuei beijando seus lábios. Mordia-os lentamente para provoca-lo. Suas mãos percorriam selvagemente o meu corpo, apertava minhas nádegas com vigor, mais parecia belisca-las com a mão. Era impossível não gemer. Me deu um tapa forte, fazendo o som ecoar por toda a sala.

– Xing… – Dei um gritinho. – Au!

Ele riu e voltou a estuprar minha boca com aquela linguinha nervosa. O pau dele não poderia estar mais duro, e ele – visivelmente – não conseguia mais esperar. Fez um sinalzinho batendo a cabeça do pau dele na entradinha do meu ânus. Larguei seus lábios, levantei-me em busca da sacolinha da mercearia. Peguei uma camisinha e dois sachês de lubrificante, um só não ia bastar.

Quando voltava pra cama, veio Kris por trás vendando os meus olhos. Foi me conduzindo até a cama, me sentou e colocou minha mão direita em seu membro, fazendo movimentos de cima a baixo, masturbando-o. Lay fez o mesmo com a esquerda. Começava a ficar ofegante novamente, quatro mãos me acariciavam enquanto masturbava dois pênis deliciosos, prontos para entrarem dentro de mim. Ambos eram finos e compridos, davam um prazer inestimado só sentindo. Abocanhei o da esquerda. Conhecia bem a textura do pau de Lay, pontiagudo, pele fina e levemente circuncisado, suas bolas não tinham pelos e eram bem durinhas. Meus lábios o soltaram, mas permaneci o masturbando. Enfiei o de Kris completamente na minha boca, com dificuldades pelo tamanho, pois era um rapaz alto. O design era totalmente diferente, porém era exatamente o que me recordava: a glande era redondinha, com bastante prepúcio, possuía veias salientes e a pele era bem rígida. Suas bolas eram peludas, mas eram pelos finos, macios e aparados. O cheiro era tão gostoso. Fiquei um tempão fungando seus pelinhos que me excitavam cada vez mais.

Quando finalmente soltei o pau do Kris, eles me deitaram e espalharam o lubrificante sobre mim. Foram me massageando desde os mamilos até o bumbum. Os beijos, como sempre, permaneciam. Lay faz questão de ser romântico todas as vezes que transamos. O Kris que tem um lado mais sádico.

– Au! – Senti dois dedos me invadirem. Pelo tamanho, eram os de Kris.

– Calma, bebê. Em frente vem muito mais. – Sussurrou sadicamente no pé da minha orelha.

Mudamos de posição para facilitar o acesso dos dois a mim. Formaram um sanduiche, onde eu era a carne, o prato principal. Primeiro, Lay introduziu o seu membro coberto de lubrificante em mim. Como já estava acostumado, o que fiz foi rebolar.

Kris, por trás, mordia lentamente minha orelha, esfregava seu pau e dava leves batidinhas com ele no meu reguinho.

O meu grau de prazer aumentava cada vez que o membro do Lay massageava meu bumbum, quanto mais eu rebolava mais capaz de voar eu era.

– Xing… Que gostoso! – Gemia sem conseguir me expressar direito. A sensação estava de arrepiar, até que…

– Você ainda não provou o prato principal… – Disse Kris dando risadinhas maliciosas. – Empina mais a bundinha. – Estapeou minha nádega esquerda, me fazendo obedece-lo.

Retirei meu bumbum do pau do Lay e senti Kris estocando dentro de mim com muita força.

– Ah!!! Como você é quentinho Jong!!! – Ele rebolava com força, até me machucando um pouquinho.

Lay me masturbava e esfregava nossos paus de levinho, visando o prazer extremo ao fazer isso. Eu só me contorcia sentindo aquela delícia de sensação, implorando para que aquilo não acabasse nunca. Era a melhor surpresa que meu namorado podia propor.

– Ah! – Kris rufou – Vamos precisar de mais lubrificante!

Pegou mais dois sachês, retirou o pau e os espremeu no meu rabinho.

– Pronto! Bem escorregadio! – Me estapeou, como o sinal para empinar o bumbum, e foi o que eu fiz. – Olha! Domestiquei bem! – riu sadicamente.

Com meu bumbum lambuzado de gel, só esperei a introdução do Kris ou do Lay, mas houve algo inesperado. Os dois foram colocando lentamente o pau no meu cuzinho. Mesmo sendo finos, como era o caso, dois pênis eram super desconfortáveis, não chegava a ser uma agressão, pois eu não sentia dor, mas sentia muito desconforto mesmo!

– Hyung! Au! – Gemi dolorosamente. – Xing… Wu fan tá me machucando. – Fiz biquinho.

– Awn… Vai ficar gostoso logo, logo amor. – Estuprou meu bico com a língua, dando-me um beijo super empolgante como consolo.

Não sabia que Yixing era tão safado! Não podia ver seu rosto, por causa da venda, mas sentia através das suas contorções e gemidos o quanto ele gostava daquela situação.

A sensação de desconforto foi mudando, começou a ficar mais suave, Lay começou a rebolar de uma maneira que amaciava muito bem minha próstata.

Agora sim… Aquela delícia pressionava perfeitamente o ponto, me animei tanto que já rebolava nos dois. Kris também mostrava animação me masturbando. Lay era tão safado que conseguia me foder e dar umas lambidinhas na cabeça do meu pau de vez em quando.

– Ahhh é agora! – Kris aumentou a pressão. Estocava com tanta força que incomodava Lay também.

Retirou seu membro de mim, arrancou a camisinha, subiu até o meu rosto e gozou sujando toda a venda. Em seguida, enfiou o pau na minha boca até amolecer.

Lay, vendo tudo aquilo, também gozou rapidinho. Só mudou de posição, estocou mais um pouquinho, também arrancou seu preservativo e ejaculou no meu bumbum. Deitei na cama – com o pau ainda duro – tirei minha venda e vi a imagem dos dois se pegando tentando me seduzir. Masturbei-me assistindo a cena e gozei freneticamente.

Os dois deitaram a minha volta e todos dormimos ali mesmo.

Como sempre, acordei sozinho na cama. Ambos tinham ido trabalhar.

Arrumando a cama, encontrei um bilhete do Lay dizendo “Você é livre para escolher”. Me senti um lixo… Yixing sofria durante as noites, provavelmente sabia que eu gostava dos dois e que Kris ainda gostava de mim… Obviamente escolheria Xing, mas estaria magoando ele, pois Kris, como eu disse, ainda faz parte de mim…

Lay me mandou um SMS querendo me perguntar sobre o bilhete, respondi que quando estivesse pronto o mandaria de volta.

Semanas se passaram, Kris e Lay ficaram bem mais próximos, toda vez que os via juntos me lembrava daquela noite deliciosa… Não sei se fazia como Luhan, terminar com um para ficar com o outro ou permanecia do jeito que estava, a dúvida era cruel… Decidi abrir o jogo.

“Me encontre no L’amour”

– JongDae-dongsaeng – Me abraçou. – Senti saudade…

– Xing, a gente se vê todo dia…

– Eu sei… Mas tá diferente… Senti falta de você você…

– Tudo bem…

– Decidiu? Seja lá qual for a sua resposta, só quero ver você feliz e… – O beijei.

– Xing… Sabe que eu te adoro, né? – Me olhou meio cabisbaixo e confirmou.– Mas se eu escolher você, estarei o magoando… Gosto de você, mas também gosto dele… Eu tô muito confuso, e acho que sempre ficarei…

– Eu entendo…

Me veio uma louca na minha cabeça, eu não ia perguntar isso, mas acabei perguntando mesmo assim.

– Que tal um dia eu, você e o Kris marcarmos de tomar um café? – Droga, eu perguntei mesmo.

Ele deu aquele sorrisinho lindo e confirmou com um beijo longo e intenso.

– É claro.

Eu não era só dele, mas o pouco que ele tinha de mim o satisfazia…

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