A espera de Noel

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Já era meia noite e o velho relógio de madeira ainda não tocou. Meus olhos estavam vidrados no ponteiro, meus ouvidos abertos para qualquer som que fosse emitir e nem sonho de isso acontecer. De qualquer forma, a rede já estava montada na lareira. Qualquer corpo estranho que tentasse penetrar pela chaminé seria pego pela minha “brilhante” armadilha.

– Ainda a espera do Papai Noel?
Questionou Kim JongIn ainda sonolento, coçava o olho asperamente na espera de enxergar alguma coisa.

– Claro, não vou dormir até que ele apareça. – Afirmei determinado.- Planejei tudo o ano inteiro, fui bom menino o suficiente para minha mãe deixar eu passar o ano novo aqui no chalé da minha avó, com chaminé. Não é possível que ele não apareça.

– Mas já são meia-noite e um. Era para ele ter aparecido há um minuto atrás. – desmoronou na poltrona. Ainda estava praticamente dormindo.

– As renas devem ter atrasado… Ou vai ver que acabou tendo mais crianças esse ano. – Tentei argumentar sem chorar. Eu estava a espera e ia ficar lá.

– E se ele não aparecer? – ironizou.

– Vou esperar até a noite virar! Ou melhor, até chegar meia-noite de amanhã! – exclamei com garra.

– Então, vai mesmo esperar até o dia 26? – questionou confuso.

– Vou sim. – Afirmei dobrando as mangas do meu pijama.

– Mas porque essa obsessão pelo Papai Noel?

– Porque ele é bom velhinho, mas nunca aparece para ninguém. Quero ser o primeiro a capturá-lo!

– Meu Deus! Será que vou ficar maluco assim quando fizer oito anos? – riu.

– Não tenho oito, tenho nove.

– Mas você só faz aniversário mês que vem.

– Mas já me considero com nove. – expressei os ombros.

– Ok. – Saiu da poltrona e sentou a minha diagonal. – Se está tão decidido a esperar o Papai Noel, vou espera-lo com você. – Abraçou-me e beijou minha testa.

– Certo…

Doze anos depois…

-E o meu presente de amigo secreto vai para… – fiz um suspense tosco. – Kim JonGin!

– Minha nossa! – ironizou – Não tinha nem ideia de que poderia ser eu! – rimos sós na sala em frente a lareira.

Esqueci de me apresentar. Meu nome é Do KyungSoo, tenho 21 anos de idade e namoro meu melhor amigo de infância Kim JongIn vai fazer exatos cinco anos. Não somos bem namorados, somos amantes. Amantes não no sentido de “ah, estamos saindo escondido, fugindo dos nossos cônjuges”, e sim amantes de não terem um namoro assumido. Nem as nossas famílias sabem que temos tal vínculo. Para a nossa vizinhança, somos só melhores amigos, solteiros e héteros, que dividem o apartamento um com o outro e fazemos longas viagens juntos, sempre para o mesmo chalé. Sim, no momento estamos comemorando o Natal em um chalé de madeira inglês cujo sempre vamos visitar. Sou dependente dele desde o incidente no Natal que me apagou qualquer crença sobre Santa Claus. Pode parecer besteira, mas desde aquela época que não consigo passar o Natal sem Kai, é um tipo estranho de fobia. Minha falta de fé em Papai Noel desde sua não aparição mexeu com o meu subconsciente de tal forma que faço terapia. Agora, uma vida inteira sem ele só se é suportada na companhia de Kai. Faço divã há anos e ainda não superei.

– Agora é o meu… – quando ia pegar o embrulho, Kai foi mais rápido e o esquivou.

– Minha surpresa é só no fim da noite. – manteve aquele sorriso sedutor.

– Ah… – fiz biquinho. Quem sabe ele não rende?

Levantou-se e pôs os presentes em cima da mesa.
Abriu o toca vinil e pôs um Rhythms & Blues bem leve e dançante, não reconheci a intéprete, mas vi que era coreana.

– Quem está cantando?

– Ali. É uma remake que ela fez naquele programa de TV.

– Encantadora, não?!

– Sensual, não?! – piscou mandando uma indireta.

Sorri sem graça.

– Que tal dançar um pouco? – estendeu-me a mão ao seu convite.

– Ah nem. – rio sem graça. – tomei muito vinho e creio que estou tonto. – duas taças eram muito para mim.

– Ah, vamos nessa. – Puxou me levantando. – Se você cair, eu te seguro.

Colamos nossos corpos. Sua respiração estava junto a minha. Seus lábios quase selavam os meus. Aquele olhar sensual era uma espécie de tática, como um aviso afrodisíaco que dizia que a festa iria começar.

– Você tá todo duro. – disse tentando me conduzir na dança. – relaxa os ombros, Hyung.

– Ok. – Retirei a tensão. – Assim está bom? – questionei tentando seguir o ritmo dos quadris dele em minhas mãos.

– Melhor impossível – Beijou-me com muito calor. Meu corpo estava totalmente mole pela ação. Ele reparou isso e aproveitou o momento cujo achava o certo. – Vamos consumar a noite. – Usou a minha moleza como ajuda e dirigiu-me ao carpete se debruçando sobre mim até ficarmos totalmente deitados no chão.

– Ah, dongsaeng… – desfiz o beijo esquivando minha cabeça para a lareira. Estava apenas retomando o ar que ele acabara de tirar.

– Está tudo bem? – Referia-se a minha pressão.

– Estou, amor. Só fui respirar um pouquinho. – falei rindo sem graça.

– Quer beber um pouco mais de vinho para ver se fica mais solto?

– Não precisa. – Conduzi-o a fim de voltarmos ao beijo quente.
Apesar de amantes, não fazíamos sexo com muita frequência. Pelo fato de não assumidos, só transávamos em ocasiões especiais como aniversários, natais e etc. Sem contar que só começamos a fazer quando fiz dezessete anos. Por isso, não era incomum que não estivesse tão solto no ato, pois parecia ser sempre a primeira vez.

– Seu corpo é tão macio… – Disse Kai entre mordidas no meu inferior enquanto explorava minhas coxas com a mão direita.

Ele tinha uma pegada que me deixava até sem graça, não só pela safadeza (que era muita). mas pelo clima que ele proporcionava.

Eu tremia a cada bolinada, tentava relaxar, mas não conseguia. Empurrava conversinhas soltas para ver se ele se acalmava, tudo em vão.

Seus lábios e dentes começaram a trabalhar mais do que a língua, parecia que o seu objetivo era só sentir a textura da minha boca, cuja ele julgava incrível. Suas mãos eram geladas, seu tronco e pernas eram duros como pedra o que aumentava ainda mais a aflição.

– Posso tirar sua camisa? – questionou me olhando nos olhos.

– Ah.. Aham. – acenti com a cabeça sem me desviar.

Desabotoou beijando os lugares que ficavam nus, chegando ao fim, farejou meu umbigo dando uma mordidinha na pele acima. Gemi baixinho com a dor, mas sorri em seguida com uma pontada de nervosismo. Subiu de volta ao meu tronco e deu uma lambidinha leve no meu mamilo.

– Sabia que eu adoro rosa? – referiu-se aos mamilos.

Dei uma risadinha de nervoso novamente. Ele sorriu e pôs os lábios no bico direito; lambia, chupava e mordiscava sem parar. Usava suas mão para intimidarem o meu corpo massageando e acariciando regiões suspeitas… Era fantástico o modo que estimulava os pontos de prazer do meu corpo tudo de uma vez.

– Soo, você é muito gostoso. – Beijou-me os lábios e levantou ficando sentado na minha cintura. – Mas eu quero saber por que está tão sereno… – Tirou sua blusa mostrando aquele incrível corpo que tinha como destaque o peitoral definido à companhia dos ombros largos. Fez uma cara de tacho por não ter respondido sua pergunta. – Tem certeza que não quer beber mais um pouco?

Afirmei que não e me sentei para ficar a altura. Beijei-o nos lábios com mais leveza e coerência, sem aquela chupação toda que ele aplicava.

Kai sabia ser romântico no sexo, mas depois de tanto tempo sem nos ver nesse sentido, ele estaria louco de tesão, e a minha vergonha não estava ajudando.

Ele rebolava devagarzinho no meu colo ainda coberto. Estava duro, é claro, e ele apreciava a textura com seu bumbum durinho.

Pôs a mão atrás da minha cabeça, sem desfazer o beijo, e conduziu-me a deitar no carpete novamente. Foi beijando o meu pescoço até a linha da cintura do meu pijama.

– Seu pijama parece muito confortável. – Fazia círculos com a ponta do nariz no volume da minha calça. – Senti falta do seu cheiro… – Beijou a ponta da extensão.

– Também senti falta do seu… – acariciei seus cabelos.

Puxou o pijama para baixo. Ele sabia que eu não usava cueca, muito menos para dormir, então não se espantou com o movimento que meu pênis ereto fez ao ser liberto. Ele só subiu um pouco – já que media cerca de 21, apesar da minha altura – e pôs a boca.

Ia até a metade e voltava. Na segunda vez, ia um pouco mais longe, mas esse era o limite. Estava de bom tesão pra mim, mas ele sempre ficava insatisfeito, o menino era guloso em e para tudo.

Olhava-me com aqueles olhos selvagens enquanto me chupava. A cena me hipnotizava, eu mordia o canto da minha mão esquerda para não gritar de tesão, se bem que era isso que ele queria. Adorava que eu gemesse ou gritasse bem alto mostrando que ele é quem estaria no poder.

– Que delícia, Hyung. – Massageava as minhas bolas. – Tá gostoso?

Nem precisava responder, a cena era nítida, meu corpo se contraía, meu pau pulsava de prazer e ele sentia tudo isso. Mas não adianta, ele gosta de ouvir…

– Sim… Incrível…- falei com a voz tremida e um pouco gemida. Tentava me recompor, porém era impossível. Kai chupava muito bem e suas habilidades eram incomparáveis… Apesar de eu nunca ter transado com outra pessoa…

– Ah sim… – Sorriu me punhetando. – Abre as pernas mais um pouquinho, hyung.

Eu o fiz. Logo, ele fez uma trilha com a ponta da língua, da cabeça do meu pau até o ânus. Lá ficou. Fazia movimentos circulares bem gostosos, afofava a região com a ponta do dedo indicador. Foi impossível não gemer, meus quadris até se movimentavam com o intuito do dedo dele entrar mais. Estava muito gostoso.

– Hyung. – Tirou o dedo do meu ânus, e subiu sem parar de me punhetar – Quer gozar em 5 segundos?

– Não donsaeng…- Levei sua cabeça até a minha, o fazendo deitar sobre mim. – Quero gozar com você.

Eu sabia que técnica era essa. Ele iria encher meu pau de lubrificante, pressionar a pele da minha glande pra baixo e pra cima bem rápido diversas vezes, depois sentaria e no momento do ato, eu gozaria em 5 segundos. Apesar de dar um efeito muito louco, eu realmente queria que o momento fosse para nós dois, e a técnica fazia minha pressão baixar bruscamente.

– Tá certo… – Cruzou nossas pernas uma entre a outra e voltou a me beijar.

– Deixa eu te chupar agora? – perguntei corado.

Ele se assustou um pouquinho, já que eu estava todo tímido, mas cedeu.
– Ok então, hyung. – Sentou no meu peitoral e se apoiou nos joelhos enquanto se despia. Tirou a calça e disse que a cueca eu é que ia tirar.

Aproximei-o da minha cabeça, puxei seu pau para fora e o abocanhei sem dó. Não estava 100% duro, então foi bem fácil coloca-lo inteiro na boca, se bem que não era tão grande assim – 19,3cm e ele era alto. Puxava e empurrava seu prepúcio freneticamente, não desfixando os olhos do órgão num todo, já que ele era lindo. Descia e chupava suas bolas, dando um beijo a cada extensão.

Ao contrário de mim, Kai era bem escandaloso. Desde gemidos altos até palavrões e palavras de baixo calão para se referir a mim.

– CHUPA ESSE CARALHO ATÉ QUE EU GOZE, SEU PUTO. – Gritou gemendo e empurrando seu quadril pra frente sem dó. Ele gostava de fazer isso porque sabia que me excitava bastante.

– Dongs… – Chamei ofegante. – Senta em mim.

Kai deu um sorrisão e foi pro meu colo na mesma hora.

Deu uma chupadona no meu pau, chupou seu indicador, o introduziu em si mesmo para preparar a região. Retirou-o sentou no meu pau com gosto.

A princípio, sua expressão de dor era visível; apertou os olhos com força, gemia com ardor e mordia os lábios para aguentar, mas também, sentar em 21cm sem lubrificante provavelmente doeria(se o do Kai eu nunca conseguira enfia inteiro com 7 sachês). Todavia, aos poucos mudava, já relaxava; os olhos cerrados, boca semiaberta e gemidos de tesão. Rebolava com vigor.

– Ah, caramba. – Inclinou-se para com a finalidade de um ângulo onde o pênis adentrasse mais.- Ele é tão macio. – Sorria lambendo e mordendo os lábios, puxando seus cabelos com uma mão.

– Vem mais pra perto, amor. – falei gemendo – Quero seu corpo totalmente junto ao meu.Também sou macio. – Se eu continuasse assistindo aquela cena, gozaria precocemente.

Debruçou-se sobre mim e me beijou. Eu apertava suas nádegas enquanto nos amassávamos. Giramos e fiquei por cima, assim conduzia melhor. Observava as expressões que Kai fazia, o beijava sempre com todo o gosto. Era como um anjo negro que abusava de seu charme para ver até onde a minha inocência iria… Ao menos, desde aquele dia, eu não acreditava mais em Papai Noel.

Nos lambuzávamos sem fim, até que finalmente, ele girou, ficou sentadinho ainda quicando, mas gozou. Minha barriga estava toda suja, desta vez ele deu uma caprichada boa.

Foi inevitável que eu não gozar em seguida.

As expressões de Kai ainda estão na minha mente…

Mais tarde, abraçados sobre a lareira (como na foto inicial), retocando pela terceira vez o vinil posto por JongIn, eu encarava o pacote de presente ainda nem triscado por mim. Faltavam dois minutos para meia noite e eu ainda muito ansioso.

– Tudo bem se quiser abrir agora… – beijou minha testa.

– Não… Vou esperar dar meia-noite… – Beijei sua mão fria.

– Certo… Já esqueci com quem estou falando – Sorriu. – Hyung?

– Sim.

– Vou no quarto rapidinho. Ok?

– Certo.

Enquanto ele ia, esperava o relógio bater até que pronto, finalmente meia-noite. Fui abrir o presente.

Desmotando uma caixa super complexa, em fim a abri. Tinha um bilhete escrito “espero que ajude na sua terapia”. O presente era uma rede… Espera! Essa é a mesma rede da armadilha para o…

– Ei. – Kai chamou-me.

Quando olhei pra trás, era ele num look super-sexy de Santa Claus.
Veio até mim, puxou meu membro novamente rijo e disse:

– Você ainda acredita em Papai Noel? – Sorriu. – Quer me capturar?

Continuo não conseguindo passar o Natal sem o Kai, mas agora o motivo é outro…

 

A chegada de Noel


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Capa feita por Lola Z. Não retirem-na sem crédito

Kai iluminando na porta, com uma fantasia sexy de Papai Noel, retirou o pau do short amarrado em uma fitinha de presente.

Fitando seu miraculoso membro pulsar fora da calça, ainda mais com esse lacinho fetishista simbolizando o melhor presente que receberia em minha vida, segurei meu queixo com ambas as mãos para não se quebrar.

Ele me chamou silenciosamente com um sinalzinho do dedo indicador sussurrando para que eu “abrisse meu presente” e em seguida masturbou seu membro olhando-me com profundidade. Meu cuzinho piscava só de imaginar aquele mastro dentro de mim.

Obedecendo, fui em direção a Kai com dificuldades pelo meu pau endurecendo que atrapalhava os deslizes da minha perna. Como o Kai ficava gostoso de Papai Noel! Nossa, como eu queria degustar daquele presentão…

– Tem certeza que ainda quer me lançar com a sua redinha, meu pequeno? Por que se for bonzinho, te dou esse pirulito especial de presente.

Olhei-o com maldade.

– Esse pirulito, dongs?

– É, um pirulitão bem grandão.

Sua masturbação foi aumentando o ritmo paulatinamente, dando um certo grau após me oferecer aquele pirulitão carnudo bem gostoso ainda “embrulhado” que mais tarde estaria se desfazendo no meu interior.

– Quer chupar o pirulitão?

Balancei a cabeça vidrado no ponto.

– Então vem.

E fui mesmo.

Frente a frente com aquela cabeça, circulei a minha língua naquela glande meladinha. Kai era tão docinho, era o azedinho característico com um tom levemente adocicado próprio do dono. Retirei o lacinho vermelho do meu presente, pronto para degusta-lo. Pelo tamanho da glande, pus na boca com dificuldades.

– E essa bocona acolchoada aí? – Pôs as mãos na minha cabeça à condução.

Eu olhava admirado as caras e bocas que Kai fazia devido ao prazer. Chupava-o com vontade para ouvi-lo gemer com gosto, queria o meu Noel grunhindo alto para mostrar a todos o quão bom menino eu era, o quão bom menino fui a vida inteira sem sequer receber por isso, só agora tinha o meu presentão… Acho que valeu a pena…

Seu membro pulsava mais rápido, a temperatura era sufocante até para mim, ele gozaria a qualquer momento e eu queria estar preparado para ingerir o seu manjar. Quando de repente, sinto suas mãos puxarem o meu cabelo com força para cima, dirigindo-me a sua boca.

O beijo de Kai estava adrenal como sempre, minhas pernas bambearam só de sentir a invasão de sua língua.

– Não estava aguentando só olhar pra essa bocona sem poder experimenta-la.

Me deu um segundo beijo mais demorado e ainda mais investido que o primeiro.

– Agora volta.

Me empurrou pra baixo à felação novamente.

Eu estava excitado, bem mais que Kai. Meu membro explodia na minha calça pelo presentão que eu estava recebendo no instante. Puxei meu pau pra fora não aguentando mais a pressão da cueca. Quando comecei a masturba-lo, Jongin tirou seu pau da minha boca e fez uma carinha safada de reprovação.

– Bons meninos não se masturbam…

– Mas ele está tão duro…

– Sinto muito. – Ele deu duas pirocadas na minha bochecha esquerda me deixando mais excitado.

– Espera, papai. Desculpa… Vou ser um bom menino, sim?! – Coloquei meu pau pra dentro da cueca com um certo descontentamento. Mas, eu preferia o pauzão daquele Noel gostoso na minha boca do que o meu próprio na mão.

– Papaizão. – Corrigiu dando leves pirocadas na minha cara.

Ele viu que isso me animava.

– Gosta disso? – Bateu com ele no meu queixo de levinho variadas vezes.

– Gosto…- Mordi meus lábios.

Animou-se igualmente mordendo os lábios.

– Bate com ele na minha cara, papaizão. – Gemi um pouco tímido, mas convicto.

Kai mordeu os lábios e deu uma surra de pica bem dada na minha cara, deixou minhas bochechas levemente úmidas pelo pré-gozo.

Tentei alcançar as marcas de umidade com a língua e isso fez Kai morder os lábios.

– Faz bicão. – Ele mandou.

Claro que obedeci. Fiz um biquinho que ele julgou grande pelo tamanho dos meus lábios. Começara a bater sua pica no meu bico, que logo se abriu, coloquei minha língua pra fora e senti a textura da pica do Kai contra a minha língua demasiadas vezes, seu pre-gozo agora vazava de forma espessa, aquele docinho azedo invadia a minha boca novamente.

– Que gostoso, dongs.

– Shh – afastou a pica de mim. – Papaizão.

– Papaizão… – Fiz bico para que voltasse ao serviço.

Funcionou…

Voltei a chupa-lo com mais vigor, Jongin gemia com vontade intercalando com mordidas no próprio inferior que se transformavam em sorrisos sapecas.

Queria retribuir o sorriso fofo, mas minha boca estava ocupada… Muito bem ocupada.

– Vou gozar. – Ele gemeu tirando o pau da minha boca.

Começou a masturbar-se rapidamente até aquele jato grosso de porra sair de si. O primeiro bem espesso saia escorrendo pela minha bochecha esquerda, abri a boca tentando recolher os próximos, mas Kai desviava de propósito querendo me melecar.

– Na minha boquinha, dongs. – Pus a língua na entrada recolhendo o restinho que ainda espirrava.

Contemplei seu gostinho ainda com mais prazer. Kai estava uma delícia exausto, com rastros seus por todo meu rosto, cujos eu tentava alcançar com a ponta da linguinha. Meu pau já babava quase explodindo na minha cueca, estava quase gozando sem sequer me tocar.

– Posso gozar também, dongs?

Kai com uma expressão deliciosa de cansaço e satisfação no rosto, assentiu com a cabeça dando aquele sorrisinho sapeca de novo posterior aquela mordição de lábio que não parava.

– É papaizão…

 

Parte II

Acariciei meu pau com gosto. Apertava minha glande em pinça, puxando meu prepúcio pra cima e pra baixo em ritmo ditável. Não era proposital, mas meus lábios sempre faziam um “uh”, como um gemido silencioso quando me masturbava. Jongin me olhava safado, seu pau já estava endurecendo de novo.

Quando cheguei ao meu ápice, Kai me puxou pelo cabelo me colocando de quatro enquanto meu sêmen escorria pelo assoalho.

– O Bom menino agora tá sujando o chão? – Dizia Kai com uma voz irônica no meu ouvido. – Vai ter que ser punido!

Me puxou pelo cabelo conduzindo-me para um beijo agressivo, mordendo meu inferior com muita força no final.

Gemi de dor, isso o fez rir.

– Vou te comer a seco pra você aprender a não ser mau nunca mais!

Jongin ia usar o meu presente contra mim. Cuspiu na própria mão e pôs em sua glande só pra penetração não tornar-se uma barreira. Foi esfregando a pontinha no meu ânus só pra me torturar de tesão.

– Papaizão…

Tapou minha boca impedindo-me de terminar a frase.

– O menino mau esqueceu que está de castigo?

Me penetrou terminando o que faltava. Gemi de dor me segurando pra não morder a mão do Jongin, senão o castigo poderia ser ruim: ele não me foder.

– Ah, babando na minha mão! Que feio. – Estapeou minha nádega esquerda me fazendo morder o meu inferior a fim de segurar o gemido.

Pressionava sua dura ereção violentamente contra mim. Eu tentava me recolher para diminuir o ritmo, mas o “Papaizão” estava disposto a me dar um castigo que eu jamais esqueceria.

Enquanto me penalizava com ausência de permissão de eu tocar a mim mesmo, ou até que eu gemesse, começou a ser mais solidário me masturbando.

As mãos de Kai eram quentes e faziam uma massagem sem igual, era uma pena que aquela pica estivesse me torturando de forma semiacrílica. Era como cacos de vidro me dilacerando. Jongin era tão grande e grosso, e eu transava tão raramente que é como se eu estivesse perdendo a virgindade de novo. E aquela posição em nada ajudava. Meus joelhos doíam, minhas nádegas já estavam roxas pelas palmadas e a surra de pica que eu estava levando.

Ele deu uma pentada tão violenta que não aguentei, deixei um grito escapar e acabei caindo tentando me recolher.

– Fica no chão. – Ordenou o “papaizão”.

Obedeci, até porque eu estava realmente dolorido.

– Fica em vela.

Subi minhas pernas apoiando-as em seus ombros. Agora eu estava totalmente exposto. Ficamos na posição do trapézio acrobático(coloca “posição do cu de cabeça pra baixo no google imagens”). Desta vez, comecei a me masturbar sem represálias, e eu sabia o porquê: quando eu gozasse, iria me melecar todo, e Jongin adorava me ver lambuzado.

Foi começando com a porra da tortura esfregando a glande no meu cu.

– Fode logo, papaizão!

Kai ficou assustado e logo mordeu os lábios sorrindo.

– Corajoso você ein.

– Se não foder logo te prendo com a redinha, donsaeng.

Se sentiu ameaçado, enfiou até o talo. Grunhi de dor e em seguida aumentei o ritmo da minha masturbação. Kai rebolava como nunca. Uma dor deliciosamente inevitável, um prazer tremendamente desejável.

No meu ápice, como esperado, lambuzei toda a minha face, mesmo tentando desviar da ejaculação que escorria sobre mim.

– Que gracinha. – Disse Kai derretidinho pela cena.

Noel pervertido esse.

– Minha vez. – Retirou o pau de mim, masturbando-se e se agachando na minha frente, me forçou a felação que logo se tornou consentida. Quando viu a diversão no meu ato, retirou novamente e voltou a masturbar-se com aquele pauzão frente ao meu rosto. Gozou deliciosamente e voltou a tentar um oral até que seu membro se amolecesse na minha boca. Chupei com gosto, até seu pau voltar ao estado normal.

Finalmente presenteado, punido, curado e presenteado de novo, deitei no sofá exausto. Noel do meu lado, abraçou-me em conchinha, mordeu meu pescoço e sussurrou com aquela voz grave e gostosa:

– Aprendeu a lição?

– Sim… – Suspirei ainda dolorido.

– Bom menino…

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