Celibato

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Sinopse:

Hoje é aniversário de namoro do casal Kangmin, mas um não tem ideia do que dar ao outro.

Hoje faz um ano que eu e Sungmin estamos juntos. Não compartilhamos o quarto, logo nunca fizemos “nada”.

– Kangin-Hyung! – Chegou ele com todo aquele brilho beijar-me o rosto pela manhã. – Parabéns.

– Parabéns pra você também. – Retribuo o beijo, porém nos lábios – Já comeu hoje?.

– Não… – Disse tímido pelo beijo – Quer tomar café comigo?

Sungmin sempre teve mania de convencer as pessoas com o charme. Eu como namorado não era exceção.

– Vou sim. – Sorri e apertei suas bochechas. Costumava aperta-las com tanta força que ele sempre reclamava da dor.

– Espera só um minuto? Vou chamar o Ryeowook-ssi pra tomar com a gente. – saiu subindo as escada.

– Tá… – Levantei o recipiente de açúcar e vi que tinha acabado. – Sungmin-dongsae! Falta açúcar aqui em baixo… Sungmin… Sungmin-ssi!

Ele não escutou, correndo atrás nas escadas. Quando chegamos, uma música super alta vinha do quarto. Sungmin, com um bolo de aniversário surpresa nas mãos, abriu a porta e ficou paralisado, no mesmo segundo fui ver o que era fechei a porta. Yesung e Ryeowook estavam transando, em pé… Fingimos que nada tinha acontecido, já que eles não nos notaram. Sungmin estava vermelho, não conseguíamos nos encarar sem a vergonha surgir.

Mais tarde, fui levar Sungmin para jantar. A empresa nos deu o dia de folga e eu precisava de um momento a sós com ele para festejar, já que o clima de celebração foi rompido hoje de manhã.

– Hyung, parabéns! – Sungmin me mostrava animado o presente.

Não entendi bem o que era, foi algo artesanal feito por ele, já que adorava essas coisas. Como sou um homem rústico, agradeci e coloquei-o num canto qualquer sem dar muita atenção.

– Minie-ssi. – chamei-o sério

Ele olhou pra mim revoltado.

– Não me chama de Minie querido, por favor! – a vermelhidão da vergonha logo voltou.

– Desculpa. Escute, você sabe que um dia vamos ter que conversar sobre isso, não sabe? – olhei sério

– Sobre o que? – assustado

– Sobre nós… – acredite, eu estava muito envergonhado. Eu amava o Sungmin, contudo, ele ainda era um menino, ele tinha um pênis.

– Se fala do que vimos no quarto… Eu sei, mas…

– Tudo bem, não precisa ser agora…

– Eu quero agora – me interrompe.

– Tudo bem, vamos falar sobre isso então…

– Não Youngwoon, você não me entendeu. – interrompeu-me novamente – Eu quero agora!

Ele mal conseguia olhar pra mim. Levantei o seu queixo com a ponta dos dedos, fitei-o e disse:

– Vamos.

De repente minha preocupação com o fato dele ser homem não me incomodara… Mas chegando ao cenário, algo me incomodou…

Como era folga provavelmente os meninos tinham saído, chegando em casa confirmamos o raciocínio. Encaramos um ao outro, meus olhos mal podiam decifrar o que Sungmin estava pensando… Meu nervosismo era tamanho que mal conseguia me mover. Logo ele tomou uma atitude, me puxou lentamente pressionando meu corpo contra o dele, suspirou e me beijou. Os amassos começaram a esquentar, eu já não estava tão tímido, o problema era quanto mais eu me soltava mais ele se recolhia, quando eu me recolhia ele se soltava… Não ia rolar nada se isso continuasse.

– Dongsae, posso tirar sua blusa? – perguntei com o olhar desviado.

Ele ficou tímido como de se esperar, lembrando que ele ainda era um adolescente (na Coréia a maioridade é 20 anos, no flash back Sungmin tem 19 ). Ele mesmo a tirou, logo, tirei a minha também. Nós voltamos à pegação, desta vez eu não ia empacar.

Sungmin era bonitinho, tinha os mamilos rosadinhos, era magrinho e o abdômen era ligeiramente definidinho, um fofo! Comecei a acaricia seu corpo, descia as mãos até suas nádegas, quando as apertava ele gemia e empurrava o quadril pra frente dando uma trancadinha. Parava, olhava pra ele e perguntava se estava tudo bem, se eu estava indo rápido demais. Ele sempre me selava fazia com a cabeça que não e voltava a me beijar.

Ele também começou a se soltar, do jeito dele, mas se soltava. Fez uma trilha de beijos até o meu pescoço os deixando marcas por três dias. Apertou-me de tal maneira que os nossos volumes se chocaram e nessa hora paramos. Pra não fazer o clima ir por água abaixo, dei uma gargalhada, visivelmente de nervosismo e fui o empurrando até o alojamento do 2° andar.

– Vamos terminar isso no quarto, dongsaeng.

Eu o deitei no colchão… Observei aquela imagem por um tempinho… Sungmin esparramado na minha cama sem camisa, uma jeans azul levemente colada com o zíper aberto e o rostinho vermelho dado à timidez no meu lençol branco. Parecia um anjo.

– Hyung, tá tudo bem? – ele me cutucava enquanto eu estava paralisado

– Sim – deitei por cima dele, desta vez, apelando com os beijos.

Eu escutava nossas respirações muito ofegantes, cheguei a pensar que íamos ter um ataque cardíaco. Retirei sua jeans e o deixei só de cueca. Vi que ele não estava tão confortável, contudo, deixei rolar. Tirei a minha calça, um frio veio à espinha… Não sabia o que fazer… Paramos tudo e deitamos um ao lado do outro.

Estávamos seminus, em uma casa só pra nós, por que estava tudo dando tão errado?

– Hyung, eu sou virgem… – Sungmin dizia sem graça

Resolvi abrir o jogo e me revelar.

– Eu também…

– Não falo assim! – ele disse assustado.

– Assim como? – retruquei

– Sou virgem de verdade, nunca fiz isso com homens ou mulheres.

– Eu também – Retruquei com um ar de “você não entendeu”.

– Mas… E todas aquelas garotas que namorou? Não fez isso com nenhuma delas?

– Não.

– Nossa.

– O que foi?

– Eu realmente nem imaginava… Logo você, tão determinado.

Aquilo soou como um “você é um loser, beijos”.

– Mas e quanto a você? Teve um namoro firme por quatro anos!

– Sim, mas nunca conseguimos… Descobri que sou gay com esse relacionamento…

– Jura?

– Sim… Ela era uma garota perfeita pra mim, se pudesse dizer que existe alma gêmea seria ela

Isso me deu um ciúme do caralho.

– Então por que nunca rolou? – Devolvi a cara de loser.

– Eu sempre empacava, achei que era nervosismo, mas descobri que não sentia atração por ela, nem por nenhuma garota… Aí conheci um garoto, tirei conclusões precipitadas sobre ele, mas logo o amei…

– Esse garoto deve ter muita sorte…

– Ele tem sim…

Nesse momento Sungmin subiu em cima de mim, despiu-me por completo. Aquilo me enlouqueceu. Se já estava duro agora estava prestes a explodir. Sungmin pegou sua delicada mão, que estava fria, tocou o meu membro o movimentando. O paraíso era onde eu estava.

– Dongsae, não sei o que fazer…

– Deixe que o amor e o desejo nos guiem.

O puxei contra o meu corpo, nos viramos fazendo a posição “frango assado”. Agora era a minha vez. Tirei sua cueca me deparando com uma coisa linda: Sungmin-ssi era circuncisado e a cabecinha do seu pênis tinha a cor dos seus mamilos. Seu membro era lindo, e tinha um comprimento considerável para as mulheres. Na verdade… Sungmin-ssi era mais dotado do que eu. Aparentava ter 18 cm, quanto ao meu tinha 16.

Desci até ficar cara a cara com o membro dele, toquei minha língua na parte rosa que o fez dar um gemidinho tão gostoso. Sungmin me queria… E ia me ter. Abocanhei seu pau sem piedade, durante a sucção ele se contorcia abrindo suas pernas. Com meu dedo indicador acariciei sua entradinha enquanto o chupava. Quanto mais ele gemia mais eu aumentava o ritmo. Enfiei meu dedo no seu ânus o fazendo gozar.

– Hyuu…hyuung.

Logo senti o seu gozo quente invadindo os meus lábios. Seu grito final foi incentivo para correr e penetrá-lo.

A carinha de dor dele foi evidente, ele me agarrou para ver se amenizava. Eu chupava seu pescoço, ele gemia sem parar. Como era delicioso sentir como era meu amado por dentro. Tudo estava indo bem, até que…

“Tem alguém em casa?”, os meninos gritavam lá de baixo, parecia o Yesung.

– Hyung, não para – Sungmin implorava me agarrando.

– Mas dongsaeng, os meninos chegaram, e se eles entrarem?

Continuei sodomizando, mas com medo dos meninos pegarem a gente no flagra. Não aguentei e arreguei.

– Dongsae, desculpe-me.

Ele balançava a cabeça afirmando que tudo bem com um sorriso lindo na cara, nos vestimos e descemos as escadas de mãos dadas. O clima entre nós estava totalmente diferente, como se não tivéssemos feito simplesmente sexo, e sim uma conexão de espíritos.

– Hyung, volta, volta, volta! – diz Sungmin me empurrando

– Oque foi Minie-ssi? Já sentiu saudade? – Levanto minha sobrancelha.

– Não, Yesung e Ryeowook estão lá embaixo fazendo… – mudou a expressão de timidez para malícia – Bem… Tô esperando…

– O quê? – Eu realmente não entendi.

– O meu presente de aniversário…

Ele começou a me beijar e apertar o meu volume, bateu a porta e me jogou na cama. Observava-me com desejo enquanto abria seu zíper e tirava sua calça.

– Você ainda não me deu, não foi?!

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