Just a game

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– Pronto? – Questionou-me com aquela cara de bolo que tinha.

– Pronto. – Apertei fundo os meus olhos preparando-me para o que vinha.

Deitou-me na cama vagarosamente, desabotuou minha blusa fio a fio, a retirou beijando-me de ombro a ombro até pescoço.

Apalpou carinhosamente os meus seios, me trazendo uma excitação barata, já que eu estava super incomodada com o que estava havendo.

– arf… – gemi baixinho, logo me recompondo. Estava tão tímida, não tinha ideia do que fazer ou como me portar.

Ele apenas sorriu com o meu ato. Me puxou para seu corpo, abriu meu sutiã com dificuldades, já que meus seios eram consideravelmente grandes.

– Tamanho 46? Que gracinha! – Deitou-me novamente e afundou seu rosto entre meus fartos seios, enquanto os empurrava devagarzinho contra suas bochechas. – Ai como eles são fofinhos noona!

Beijou minhas mamas fazendo um cículo em cada uma, foi até o mamilo direito e lambeu a pontinha do bico. Mais uma vez gemi involuntariamente. Tentei colocar as mãos as cubrindo, mas XiuMin abocanhou o bico. O sugou com vontade, tentei parar mais uma vez, mas ele segurou os meus braços.

Eu gemia deliciosamente apesar de estar muito apavorada. Era minha primeira vez e ele realmente achava que eu era uma mulher experiente, ou pior, mais velha…

– Você é tão linda Nath… – Abocanhou desta vez o esquerdo, o mais sensível. – Ai que pele macia… – Mordiscou de leve o mamilo me dando mais prazer.

– Ah…dongs… Solte minhas mãos, quero te abraçar. – disse já com os pulsos roxos de tanto me debater devido ao enorme prazer que aquele menino me proporcionava.

– Certo. – Sorriu sensualmente, soltando minhas mãos com cautela.

Puxou a ponta de sua língua, introduziu-a na minha boca, e a desceu até a linha abaixo do meu umbigo arrantando-a contínuamente. Levantou minha saia com um sorriso imenso no rosto. Ele gostou da minha calcinha, era xadrez como o sutiã, conjunto sempre caiu bem em mim.

– Você é uma mulher linda. – afirmou olhando pra mim.

Apesar de me sentir especial a cada elogio que ele fazia, eu estava com medo. Era minha primeira vez como eu já disse, estava super insegura.

Concordei com a cabeça num sinal de “continua, mas vai com calma”. Ele então obedeceu e voltou ao trabalho.Beijou toda a extensão da minha vulva por cima do pano dando leves lambidinhas quando em frente ao clitóris, sentiu levemente os pelinhos parados com seu rosto, como se abraçasse um urso fofo e não quisesse solta-lo nunca. Aquela cena fez minha calcinha ficar úmida de excitação. Ele sorriu e tirou minha saia lentamente juntamente com a calcinha erguendo minhas pernas para cima, num ângulo de 90° com o meu corpo, beijou a parte de cima dos meus pés(que eram lindos e limpinhos, estavam até com unha feita), separou minhas pernas com seus quadris e começou a cutucar a entrada do meu canal com a sua glande.

– Como se chama o jogo mesmo?

– Buraco…

Sete horas antes…

– Zitao, tem certeza que quer que eu vá?

– Tenho sim dongs, tá na hora daqueles dois aprenderem uma lição.

– E como quer que eu entre? Sou menor de idade.

– Não tem problema. Com a roupa adequada ninguém vai notar. – retirou algo do bolso. – toma, essa é a tua identidade falsa.

– 26 anos? – questionei assustada. – Por que não 18? – olhei torto.

– 18 é muito óbvio! 19 é mto suspeito, 20 é muito usado, 21 é muito….

– Tá bom oppa! Chega! – olhei com desprezo pra identidade falsa que me arrumara, mas no fim aceitei. Estava ansiosa pra festa, adoro vingança!!!

– Dongs.

– Sim?

– Qual é a nossa missão?

– Ganhar os trapaceiros do Luhan e do XiuMin no carteado.

– Isso!

De acordo com Tao, Luhan e Xiumin eram parceiros nos jogos sempre, principalmente de carteado. Eles são daqueles que roubam na cara dura, mas você morre de raiva porque não tem como provar. O que ele não sabe, é que sou uma das maiores trapaceiras de jogos que conheço. Nunca perdi dinheiro em cassino na minha vida. Vivo mudando de identidade com medo de ser morta pelas máfias da vida, mas ninguém nunca me descobre porque tenho o Huang Zitao como profissional.

Ele descola tudo, tudo mesmo, foi o melhor falsificador que conheci. Conseguiu disfarçar essa imagem através de suas perfeitas atuações, e como é famoso, aproveita os programas para mostrar um lado sensível e amoroso do qual ninguém desconfia. Saiu dessa após triunfar no mundo da música, mas continua trabalhando pra mim.

Atualmente somos como irmãos, contudo continuo no crime. Sou nathalia e tenho 15 anos. Roubo nos jogos desdos 5. Isso graças ao meu pai que é um farsante de carteirinha, me ensinou todas as artemanhas, mas nunca foi tão além quanto sua filha. Tenho uma conta no banco de 180 bilhões de dólares em um país no leste europeu tudo ganho através de ganhos em jogos. Posso aposentar tranquilamente, porém essa vida é minha excitação, faço mais por diversão. Gosto de adrenalina.

– Ok, você está pronta.

– Preciso mesmo usar peruca?

– Sim, ou você quer cortar ainda mais o cabelo?

– Certo.

Ao chegarmos a casa dele, estava totalmente imunda para o ver chinês,quero dizer, chineses são maníacos por limpeza e a casa não tava lá esses brincos. Mas também, com 6 homens vivendo junto eu quero o quê?

– Olá. – Luhan me cumprimentou.

– Oi. – Apertei sua mão.

– Estão prontos? Minsokie já foi.

– Certo, vamos no meu carro.

Ao chegar na casa de jogos, a primeira que notei foi que não tinha quase ninguém, o que era incomum pra mim, era bastante acostumada com o ambiente, então logo achei que tinha algo errado.

– Oppa. – questinei ao Tao.

– Querida, aqui eu sou seu dongsaeng. – sussurrou.

– Oh sim… Dongsaeng, pq tão vazio?

– Nessa região, as casas de jogos são proibidas.

– Duplo perigo hã? Adoro.

Nos dirigimos até a mesa dos meninos. Minsokie era o mais animado e o que parecia ser mais babaca, bebia vinho tinto no gargalo, coisa indelicada! Sexy… Mas indelicada. Era tão podre que caía gotas dos lados… Excitante, mas podre.

– Hm… O que temos aqui?

– Boa noite, me chamo Nathalia.

– Nath hm… Dongsaeng?

– Noona, tenho 26 anos.

– Nossa, tão nova de aparência ein. – olhou de cima a baixo.

– E você de mentalidade pelo visto. – Olhei para a garrafa de vinho tinto em sua mão.

– Grossa… Já gostei!

Tao deu uma risada abafada porque sabia que eu repudiava os homens enquanto XiuMin insistia em dar em cima de qualquer rabo de saia que rejeitasse ele.

– Vamos ao jogo, Zitao?

– Ela será sua parceira? – XiuMin.

– Algum problema? Questinei séria.

– Não.

– É que não tô com vontade de perder para uma dama. – Disse Luhan e XiuMin rindo.

– Não se preocupe, satisfarei sua vontade. – lambi os lábios.

Gosto de sangue, eu ia devora-los vivos. Como Tao disse, repudio todos os homens, excerto os gays, como o caso do meu pai e do Tao. Por essa aversão, nunca tive qualquer relacionamento, nem beijos eu dei. Ao invés de tímida com eles eu ficava era com nojo, os odiava. Se bem que quando olhei para o XiuMin naõ fiquei com nojo, achei ele até fofo. Mas ele era homem, então que se dane.

A primeira rodada foi fácil, os meninos sentiram o poder que eu tinha em relação as cartas, foi tão fácil que vou pular essa parte. Segunda rodada, doce de criança. Terceira, quarta, quinta… Última, ai que soninho *boceja*.

– Vocês estão robando! – questionou Luhan.

– Jura querido? Chama a polícia! – Eu e Tao rimos lindamente.

– Isso não é possível! – XiuMin questionou.

– Pois é neah… Vamos ganhar a última também, saco. – Tao insistiu.

– Espera! – XiuMin se levantou. Tem um jogo que a gente ainda não jogou.

– Qual? – questionei estranha, até rouba montinho a gente jogou!

– Buraco.

– Ah… Vocês querem ir pro buraco? – ri, é piada besta, mas eu precisava zuar daqueles machistas inúteis.

– Vamos jogar buraco. Valendo o que você quiser.

O orgulho masculino é um nojo.

– Ok, o que você pode me dar?

– Qualquer coisa! Se eu ganhar no buraco, te dou qualquer coisa. Eu contra você, topa?

– Certo. – Distribui as cartas.

– Espera. – questionou Tao. – Se ela perder, o que é impossível, o que vai querer dela?

XiuMin olhou para mim com aquele olhar carnívoro de novo, mordeu os lábios e sussurrou.

– Uma noite.

– Oquê?! – tao gritou irritado. – Está louco?

– Calma dongsaeng. Sou uma mulher de idade, lembra? E eu não vou perder mesmo. Ok, eu transo com você se eu perder. Mas se você perder, que é o que acontecerá, você vai me dar o que eu quiser! – vai pagar caro, minsokie desgraçado!

Começamos o jogo, foi mó pressão. Ele era muito bom e eu tinha jogado poucas vezes, tava bem na fita, mas ele tava bem melhor. Comecei a temer, ao jogar a última carta, vi a maior frustração da minha vida… Ele ganhou! Um homem ganhou de mim!

– Ai meu deus! – Tao contestou. – XiuMin-hyung, é claro que você está brincando neah?!

– Bem… Se você quiser Nath, não vou forçar uma DAMA a nada.

Desgraçado! Tá desmerecendo minha sexualidade!

– Eu cumpro. Eu falei, eu faço. Mesmo que seja absurdamente nojento o que farei, terei de fazer.

Tao me olhou confuso, ele estava mais incomodado do que eu.

– Noona, tem certeza?

– Tenho! – disse raivosa, sou uma boa perdedora, mas perder para um homem era repugnante.

Ao chegar no quarto do Hotel, XiuMin trancou o quarto e começou a gritar.

– VOCÊ DOIDA? UMA MOÇA APOSTANDO ESSE TIPO DE COISA? QUAL É O SEU PROBLEMA! E SE EU FOSSE UM TARADO? VOCÊ PENSOU NISSO?

Ri da situação, ele acha que tá me dando mesmo sermão? ahsuahsuahsua que idiota!

– Escuta querido, o que eu faço é da minha conta, beleza? E você um sádico? Você tem cara de ter 7 anos e age como uma pessoa de 3, por favor! Você quer o seu prêmio ou não? Se não fala logo porque deixei meu peixe sem comida, ok?!

Ele me olhou assustado, minha frieza o deixava com medo. Ele me olhou duramente, como se estivesse com pena de mim ou algo assim. Isso me irritou, e me irritou mais porque não entendi aquilo.

Ele me agarrou. Me deu longos beijos até a cama me acariciando os cabelos com muito amor. Era meu primeiro beijo, então foi uma sensação esquisita, logo foi ficando gostosa. Enquanto me abraçava, apertando todo meu corpo ele disse num suspiro.

– Me abraça noona.

Logo o fiz, ele pediu como uma criança pede um doce, fiquei com peninha e o abracei.

– Está gostoso? – Ele questionou tentando ser o mais sincero possível.

Não respondi nada, só afirmei com a cabeça, não queria ser dura com ele, logo o gelo do meu coração era derretido pelo carinho que eu recebia desse menino que desde o começo me despertara sensações inusitadas.

– Posso deita-la? – Disse olhando nos meus olhos.

Fui deitando com lentidão enquanto ele o fazia por cima de mim.

– Você está tão dura noona. É a sua primeira vez?

Neguei com a cabeça mentindo e assim voltamos para o início da história.

Introduzira devagar sabendo que minha dor vinha em seguida, para não gritar mordi minha mão, que ele retirou dando um beijinho no machucado que fiz e em seguida um nos meus lábios.

Estava sendo amada por aquele homem, eu sentia a cada movimento que ele fazia, cada carícia, cada toque… Tudo era tão bom. Me contorci agarrando os lençóis de seda ao final e senti o prazer dele transferido a mim.

Então era isso um “orgasmo” o qual tanto comentavam? Que adrenalina! Nem vivendo perigosamente como eu fazia, tinha sentido tanta emoção quanto naquela noite.

Estávamos na cama, ele agarrado a mim, com a cabeça apoiada na minha costela. Me olhava com aqueles olhinhos brilhando a cada coisa que perguntava.

– Vi sua identidade, ela é falsa neah?

– Sim. – disse fria.

– Quantos anos tem?

– Não é da sua conta. – acariciei seus cabelinhos

– Pode me dizer pelo menos de onde veio? – beijou minha barriga.

– Não diria a verdade a essa pergunta…

– Ah… Você é ladra de jogos não é? Sabia…

– Ha, todos descobrem depois de jogar….

– Me sinto honrado em ganha-la.

– Deve se sentir um Deus, não porque sou boa, mas porque sendo um homem que ganhou de uma mulher.

– Nossa, que palavras duras. Por que odeia os homens?

– É de família. – O cutuquei para o lado. – Meu pai antes de virar dono de bordel gay era um espião – me deitei por cima dele – ao lado da minha mãe, que era odiadora dos homens. – estava completamente montada.

– Isso também é mentira?

– Sim. – menti.

– Ah… Qual é a única verdade que pode me contar?

– Sou ruim em buraco… – o beijei com desejo. Voltei a cena o olhando com o olhar que ele me fez na festa. – Se apostarmos de novo uma noite como essa vou piorar nesse jogo ainda mais…

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