Me chama de Hyung, Dongsaeng!

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Sinopse:

XiuMin é viciado em açúcar, não pode consumir nada doce. Tao sabe disso e tenta dominá-lo através do vício tornando-o seu escravo. Tao será tão doce a ponto de XiuMin evitá-lo?

 

São duas da tarde e ele ainda não chegou. Xiumin costuma voltar do boxe esse horário, geralmente vulnerável a comida, pois faz dieta. Hoje tenho uma surpresinha pra ele… E pra mim também.

– Oppa! – Saltitei alegre em vê-lo chegar todo sério e cansado.

– O quê? – Questionou assustado com um olhar sério de indignação.

– “Oppa”… Não é como dizem nos doramas?

– É como as mulheres dizem nos doramas! – O desgraçado ria de mim sem parar, me zuando por um termo sexista besta. Obviamente fiquei super sem graça.

– Ah… – Sem querer faço essa droga de bico toda vez que me chateio. Posso não parecer, mas sou supersensível. Dá até vontade de chorar…

– Me chama de hyung. – Ele deu o sorriso mais lindo do mundo acompanhado de uma piscadela charmosa. XiuMin apesar de fofo era bastante viril, ainda mais pós-boxe… Deixa só ele ver o que o aguarda…

Minsok, totalmente cansado, foi direto ao banheiro do nosso dormitório. Segui-o para presenteá-lo, até que me deparei com a cena mais linda da minha vida. Meu baby de regata e cuequinha, uma boxer rosa, fofíssima da Calvin Klain pronta para ser rasgada com os dentes dependendo de mim. Contudo, não vou fazer isso. Prometo ser gentil, Minsokie… Civilizado pelo menos.

Fui de fininho atrás da porta vigia-lo.

– Min… – Chamei com charme de misterioso, estendendo uma pquena sacola de papel da padaria.

– Tao. – Se virou surpreso em me ver ali.

– Sabe o que tenho aqui?

– Não… – Confuso ficava ainda mais lindo.

– É sonho (um pão recheado com creme).

– Sonho! – Me olhava como uma criança a um brinquedo de propagandas infantis.

– Sim… – Sorrio maliciosamente. – Você quer?

Balançou a cabeça com um olhar de pidão e um bico delicioso pronto para ser estuprado por minha língua.

– Então tira a blusa.

– Como?

– Me dê sua regata.

Não pensou duas vezes, tirou-a, sem desafixar os olhos do saco, e deu pra mim.

– Agora vem pra mais pertinho. – Balancei a sacolinha.- Isso… Me dá um beijinho, vem. – Fui logo lascando os beijos enquanto ele só os recebia, porém com a mão na sacola, tentando fuçar o que havia lá.

– Adoro esse bolo! – Comia enquanto eu beijava seu pescoço e o agarrava firmemente, o explorando com as minhas mãos, apalpando aquela bundinha gostosa. Com dificuldades pra comer, virou-se de costas pra mim, me permitindo pontos de prazer total. Ai Sokie… Como você é delicioso!

Comecei a encoxa-lo com meu membro já rijo, descia minhas mãos por seu corpo e chupava toda a região do seu colo, me concentrando mais na nuca, a mordiscava durante os beliscões leves que eu dava no seu mamilo esquerdo. Esfreguei em círculos lentamente seu membro sobre a cueca enquanto apertava seu volume, pressionando o meu entre suas nádegas. Ele parecia pouco se importar, só comia o bolo vorazmente, como se eu nem estivesse lá.

Decidi logo apelar. Trilhei beijos em suas costas enquanto puxava aquela cuequinha rosa para baixo. Ao chegar as nádegas, observei aquela linda poupa. Mordisquei e apertei aquelas delícias com vontade, deixando marcas levemente roxas pela selvageria. Empinei-a um pouco e comecei a suga-la com força, uma pouco da direita, um pouco da esquerda escutando gemidinhos de dor. Agora ele reage as minhas carícias! Passei a língua entre elas até o ânus – local onde ele deu uma tremidinha pelo susto, me excitando ainda mais, é claro – desci devagarzinho até os testículos durinhos que aquela delícia de homem possuía.

Minsok além de fofo era fogoso e viril, combinações perfeitas em um menino tão lindo o qual eu estava prestes a comer. A tremidinha me empolgou tanto que voltei ao cuzinho e comecei a lambe-lo. Agora ele gemia sem parar, só que com a boquinha ocupada pelo bolinho que não acabaria tão cedo. Enfiei meu indicador devagarzinho, sentindo Minsok contrair o bumbum. Dei uma palmadinha pra ele relaxar, coisa que aconteceu rápido. Enfiei mais fundo até chegar a movimentos contínuos. Levantei-me novamente beijando-o até sua nuca enquanto meu dedo acostumava aquele corpinho para o prato principal.

– Minsokie… Vai doer um pouquinho, tá bem?! – Sussurrei cheio de malícia naquela orelhinha sedenta, sentindo-o tremer aos sons dos gemidos abafados pelo doce que não terminava nunca. Melhor assim, mais fácil de dominar.

Tirei meu pau coberto de veias, peguei a mão desocupada dele e a manipulei masturbando-me. Tirei meu dedo do cuzinho dele, que de tão acostumado já rebolava, soltei sua mão e conduzi meu membro à introdução.

– Ahhh… Tao-ssi!!! – Gemeu em lágrimas quase caindo no chão pela dor. Segurei-o firme sem parar de socar meu pau dentro dele.

– Come o seu pãozinho e continue fingindo que não estou aqui, certo? – Mordisquei sua orelha descendo até a jugular.

– Mas o sonho acabou! – Fazia um biquinho ainda mais lindo pela dor acompanhada das lagriminhas.

– Acabou? – Sorrio. – Está só começando, HYUNG!

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