Annyeonghasseyo, Beijing

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Sinopse:

MinSok ansioso para debutar, escreve um diário para contar as suas angústias, felicitações e outras incríveis experiências como Trainee e artista na China(uma cultura paralela a sua). Em um encontro casual com dois trainees, acabam debutando no mesmo grupo com um tremendo rolo para resolver.
Dividido em 6 capítulos; Annyeonghasseyo, Beijing é um conto erótico com a couple TaoMin como central

Capítulo 1 – Contato

12 de fevereiro de 2011,
Hoje, finalmente me formei como trainee, vou debutar daqui a três meses.
Estou muito ansioso, as pessoas já conhecem o meu trabalho antes mesmo da minha aparição. E se eu falhar? É muita pressão!
Contudo, minha verdadeira preocupação não é o debut em si e sim o meu destino. Fui convocado a morar na China com outros membros chineses. Outra língua,  outra cultura…
– Da zhi hao, wo shi Xiumin.
Meu nome verdadeiro não é esse, somente codinome. Meu nome real é Kim Minsok, sou sul-coreano e divido o apartamento com dois chineses: Wu Fan e Luhan. Ambos também convocados ao grupo chinês.
– Poderia passar a garfo para eu?
Este é Tao. O único trainee chinês que entrou sem saber nada de coreano. Até que para dez meses tentando aprender, ele está melhorando a cada dia. Sua pronúncia é corretíssima, mas sua gramática é uma merda.
– Mim passar sim. – Sorrio trollando-o.
Ele era muito bonito; forte, alto, olhos acentuados e pele escura. Sempre tive queda por pessoas de pele escura, ainda mais homens…
“Dê esses lábios para mim”, costumo desejar cantá-lo, só não o faço porque além de hétero, é conservador.
Sua fragilidade e inocência caipira me deixam bem balançado, para não dizer outras coisas… Queria saber o que ele pensa de mim.
– Tao.
Ele olhou com os olhos baixos, mas diretos a mim. Aludia-se a uma gueixa, taciturna e misândrica ao mesmo tempo, como um animal feroz faminto com medo de caçar a enorme presa que também era seu predador.
– Fale.
– Você… me acha…bonito?
Será que ele vai interpretar mal?
– Você é lindo.
Talvez não…
– Obrigado. – Sorri.
– De nada. – Voltou a comer como se nada tivesse acontecido.
– Escuta.
Virou-se um pouco saturado.
– Pode falar. – fez uma cara chorosa.
– Você me odeia?
Ele travou os olhos nos meus. Não esperava tal reação, mas ele se calou por 3 minutos. Tal silêncio seria interpretado como um sim, e ele sabia disso.
– Não é que odeio tu, mas você é uma das pessoas que mais me maltratam aqui…
Maltratam?
– Você se sente ofendido com os meus atos?
– Olha, Tao pode não saber coreano direito, mas Tao conhecer um olhar de deboche de longe! – Soltou o garfo. – Não quero que gostem de eu, só quero que todos respeitem Tao e tratem Tao como uma pessoa que está se esforçando aqui tanto quanto vocês. Talvez até se esforçando mais… – Levantou-se pronto para ir embora. – Annyeong! – Despediu-se.
– Espera. – Segurei o seu braço.
Olhamos a nossa volta, todos estavam nos observando, tentando saber sobre o que falávamos e porque tão juntos.
– Vamos ao meu apartamento?
Os meninos não estavam, era um clima perfeito para um casal… Pena que não éramos um.
– Sente-se mal? – Questionei com sinceridade.
Ele negou balançando a cabeça, como sempre cabisbaixo.
– Desculpe-me, jamais pensaria em feri-lo ou algo do tipo. Se fiz, juro que não foi por mal. Eu brinco com todos, mas nunca para ofender alguém.
– Tudo bem. – Sorriu olhando pra baixo.
– Olha pra mim – levantei seu queixo com o meu indicador.
Ele riu da minha atitude então fiz o mesmo.
Sentamos na sala de estar e ligamos no UFC. Tao era um lutador de kung-fu excêntrico, mas aparentava odiar essas lutas na TV.
– Quer algo para beber? – ofereci abrindo a geladeira.
– Não… Minsok gostar mesmo dessas lutas?
– Sim… Você não?
Negou com a cabeça, fazendo cara de repúdio.
Abri uma cerveja e dei o primeiro gole.
– Ahhh, muito bom. – Sorrio olhando para a lata.
Reparei em Tao fitando a cerveja. Apesar de recusado, estava na cara que queria uma.
– Quer uma lata?
Tao afirmou com a cabeça.
– Certo, eu vou pegar uma pra você.
Reparei que a cerveja tinha acabado. Nem sequer vi que era a última.
– Escuta, a cerveja acabou, se quiser posso dividir essa lata com você.
Ele aceitou logo tomando a cerveja da minha mão e a engolindo com vontade.
– Adoro cerveja… Nem sabia que era possível trazê-la para cá.
– E não é… Nossa, você não se mencionou em 3° pessoa.
– Tao sabe se pronunciar, mas Tao erra demais quando nisso. Tao prefere 3° pessoa que é acerto certo.
– Acho que você não deve ligar tanto para erros ou acertos. O importante é aprender a língua…
– Estou tão ansioso para voltar a China! Vou poder ver minha mãe.
– Ah… Sim, deve estar muito animado.
– Minsok tem mais álcool ilegal?
Alcool ilegal?
– Ah… Wu Fan esconde uma garrafa de conhaque embaixo da cama.
– Wu Fan deixa?
– Bem, já tá ilegal mesmo – ironizei – E não vamos tomar a garrafa toda, certo?
Com certeza me enganei! Tao virou a garrafa quase inteira sozinho – teve minha ajuda, claro – naõ sei como coseguiria comprar outra para Wu Fan, mas que se dane.
– E então? – questionei.
– E então o que? – riu da minha falta de informação.
– Como se sente ao sair do país que você odeia e ir para sua pátria amada?
– Affz! – tomou mais um gole de conhaque. – Não odeio a Coreia, odeio as pessoas que nela habitam. – bebeu mais um gole e tossiu leve – Só me falta um cigarro… – olhou para mim pidão.
– Ah, desculpa. Não fumo…
Passou uns 3 minutos e Tao começou a tirar a blusa.
– Tao, tá passando bem? – o abanei com a minha mão esquerda.
– Estou com tanto calor. – jogou lentamente a franja para trás. – acho que meus vasos estão contraídos por conta da bebida.
– Quer que eu abra uma janela?
– Não… Mas olhar pra você vestido está me dando ainda mais calor…
– Ah… Certo. – Tirei minha blusa. – Assim está melhor?
Ele balançou a cabeça dando meio sorriso. Acho que estou começando a entender o recado.
– Quer uma bolsa de gelo?
– Não vai precisar… Posso tirar a calça? É que Jeans me dá muito calor…
Fiquei rubro. Meu coração acelerou a ponto de questionar uma barbaridade.
– Posso tirá-la pra você?
Fez uma cara de assustado, mas logo se animou com um sorriso estampado no rosto.
– Tira-la-ei então. – pisquei.
Pus minhas duas mãos em seus joelhos, subi lentamente as suas coxas e as apertei bem de leve. Meu rosto estava próximo ao destino, fazia os movimentos com as minhas mãos enquanto o observava de cima.
– Oi – ele acenou olhando de cima para mim.
– Oi – respondi mordendo o meu inferior.
Fui subindo minhas mãos pressionando os dedos sobre seu vasto volume, não estava 100% duro, mas já dava para fazer alguma coisa.
Cheguei finalmente ao cinto; abri-o e puxei sua calça de uma vez. Tao se assustara com a minha habilidade, todavia parecia estar gostando do resultado.
– O que mais sabe fazer além de embebedar o seu colega estrangeiro e se aproveitar dele enquanto está vulnerável? Estou louco para saber… – deu uma risadinha enquanto puxava novamente sua franja para trás.
– Mostrarei em breve. – tirei a minha calça.
Agora ambos estávamos em mesmas condições: embriagados, seminus e loucos pra transar.
– Aonde posso me aconchegar? – montei no colo dele e o beijei.
Meu corpo não estava sendo mais controlado por mim; meus lábios estavam descontrolados, meus quadris se movimentavam de cima para baixo sem a minha permissão.
– Ah… – suspirou o chinês. – tem alguma música aí? – sussurrou bem baixinho com o rosto quase colado ao meu.
Acenti com a cabeça.
Fui até o vinil do Luhan, procurei algo conviniente aa o momento e deparei-me com uma música perfeita para sexo casual: Cocorosie – Lemonade.
– Nossa… Tá querendo casar comigo? – Tao riu.
– Agora só quero uma coisa… – Subi de novo em seu colo e lasquei um ósculo que o fez ficar todo danadinho.
Desta vez, a sintonia dos nossos corpos era perfeita. Calmo, lento e cheio de tesão, o momento estava mais que perfeito, nem começamos a transar ainda e já parecia que os nossos espíritos estavam sendo compartilhados.
– Já pode tirar a cueca, se quiser. – disse Tao explorando minhas nádegas com aquelas mãos macias.
Sua barraca já estava mais que armada, sei disso porque minhas nádegas não paravam de sentir aquele rijo membro pulsante tentando ultrapassar a única barreira que o impedia, a cueca que Tao implorava para que eu tirasse.
– Tira você… – Tao se animou com a minha ordem, dirigindo-se direto a liga que a prendia. – Espera. – sorrio. – Se quer tanto ela fora, tire com a boca.
Tal condição levou-o a loucura, levantando-me com um impulso só.
Corri para o quarto a fim de provocá-lo, foi atrás já me empurrando na cama. Minha cueca foi arrancada com a boca como o pedi. Parou por lá e caprichou no sexo oral, jamais imaginei que esse menininho de interior, conservador e hétero pudesse chupar uma pica tão bem. Ele se envolvia tanto nos longos movimentos de cima para baixo que fazia, massageando com aquela deliciosa boca toda a extensão do meu pau e descendo a ponta da língua na glande até as bolas.
Puxei seu rosto para um beijo, precisava daquela magia mais íntima a mim. Nem prostitutas beijam na boca, porque é o ato mais íntimo de uma relação.
– Posso tirar a minha cueca?
Um satisfeito sorriso brotou no meu rosto. Masturbava-se enquanto ia levantando. Coloquei-o de quatro para mim e posicionei-me por trás. Fui tirando sua cueca devagarzinho passando a ponta da língua aonde ficava despido.
– Você tem uma bunda linda! – Admirei.
E Tao tinha mesmo, era uma das bundas mais gostosas que tive o prazer de beijar e observar de tão perto.
Amassei sua bundinha aos apertões com as minhas mão bem nervosas. Fui massageando enquanto separava suas nádegas dando a mim uma visão mais nítida do seu pequeno orifício. Ele estava trancadinho, como de se esperar. Seus pêlos eram tão fininho que pareciam nem ser capaz de serem notados. Passei minha língua naquele minúsculo buraquinho o destrancando com a invasão da minha línguinha ansiosa.
– Tá gostando de mim, oppa? – rebolava enquanto minha língua explorava toda a região.
– Oppa? – indaguei dando um tapinha na nádega esquerda.- Sou o seu hyung, dongsaeng! – Levantei-me e penetrei-o rapidamente.
Seus leves gritos de desespero e uma dorzinha aguda o corroiam. Dava os gemidinhos mais deliciosos que eu já escutara.
– Ai, hyung.. – Empurrava seu quadril contra o meu – Põe mais força.
Estapiei-o de leve novamente, só pra fazer barulho. Seus glútios eram duros como pedra, dava pra ver os músculos trabalhando enquanto ele se movimentava. Era de arrepiar, mas delicioso.
– Minsok-hyung, posso me virar pra te abraçar?  – pôs meu indicador direito em sua boca. Chupava com ardor, deixando-me com muito mais tesão. – Podemos mudar? – contorceu-se para videar-me.
Puxei o tronco dele em minha direção sem parar de penetra-lo, mas não fazia com força conforme ele suplicava.
– Tá gostoso? – Sussurei mordiscando sua orelha.
Ofegante, somente acentiu com a cabeça e lambeu os lábios com apereza, em seguida enfiando a língua na minha boca. Punhetava-se sem intervalo algum , a vontade que eu tinha era de colocar um espelho em frenta a nossa cena, só para observa-lo se acariciar.
Tao era um passivo tão sexy, principalmente bêbado. Creio estarmos soltos assim por causa do álcool.
– Gosta da minha pica também? – disse ele levando minha mão ao seu membro. – Eu deixo você chupar se for bonzinho e colocar mais força.
Apelei o estocando o mais rápido que podia, com violência nos quadris ao penetrá-lo.
Se abaixara para abafar os gemidos no travesseiro, sentia uma dor extrema com meus movimentos. Quem manda exigir força de mim?
– Ai Hyung, se pelo menos eu pudesse gritar seria tão mais gostoso…
– Se eu soubesse que queria algo tão selvagem, teria te levado a um hotel.
Ele gemeu inevitavelmente numa altura considerável.
– Dongsaeng, não tão alto, por favor. – Puxei-o de volta para perto e o beijei.
Já estava quase no fim, eu estava quase gozando.
–  XiuMin-hyung, sai de cima de mim… – Falava com uma aparência áspera, ora chorosa, ora enojada. – Agora!
Parece que voltou a si…

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