Pink Tape – Spin Off

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Não consigo lembrar de quase nada da madrugada de ontem…. Lembro algo da garota, Amber. Lembro dela sem blusa, lembro de algo semelhante a um beijo, mas depois acredito que apaguei. A Emilie tinha uma personalidade idêntica a dela, até seu vício em drogas leves em troca de um preenchimentos em fundos emocionais. Os discursos, o modo que fuma o cigarro, até mesmo o frio que sente quando toma LSD via cutânea se assemelha a minha personagem. Emilie. Emilie, olha só onde fui te encontrar! No corpo de uma tomboy… Preciso do telefone dela, pelo bem de Pink Tape. O corpo já está pronto, só preciso dar a vida. Toque divino de uma mulher, no corpo de uma mulher… Ou quase.

– Jin. – Esbarrei com ela no corredor.

– SOOJUNG! – Pulou em cima de mim quase as lágrimas enquanto me sufocava com aquele abraço intenso até demais.

– Au, o que houve? – Questionei quase a chutando. Provavelmente única maneira de sair viva dessa ursa.

– Fiquei tão preocupada! Passamos a noite falando de vocês! Nem conseguimos ir até o fim… Tá com raiva de mim?

– O que? – Tento por a cabeça no lugar. Do que é que ela está falando? O que eu tinha que fazer? – Aé! Tem o telefone daquela menina, a Amber?

– O que? Não me diga que gostou dela? Fiquei preocupada pra nada! Perdi a noite com a Vic atoa?!

– Vocês não transaram? Por quê?

– Por que fiquei preocupada com você! Como eu ia adivinha que de repente começou a gostar de “rapazes”? – Sim, fez as aspas com os longos dedinhos.

– Calma, não quero o número pra ficar com ela. Só quero…  – Avistei a Luna há uns 20 metros. Dei tchauzinho, ela viu e ignorou. Saiu voada seja lá pra onde foi. Fiquei preocupada.– Preciso ir…

– Hã?

– Depois pego o número, licença. – Saí correndo atrás dela. Será que está chateada por ontem?

Ela entrou na sala. Aula de estatística. Precisa de passe para entrar na sala, e eu tinha esquecido o meu.

Depois de 4 horas, voltei a procura-la. Perguntei nos corredores mas ninguém tinha certeza se a viu, até que lembrei que ela tem treino hoje.

Como imaginei. Encontrei-a chefiando a equipe de Cheerleading. Nossa! como ela ficava gostosa com o uniforme… Parecia estar muito brava, mandando o povo fazer umas flexões escrotas por capricho e afins. Decidi não me meter e só falar com ela mais tarde, quando estivesse em casa, bem. De banho tomado, entende?

“Luna”, gritei no portão da casa dela em plenas 19h da noite. A campainha estava quebrada e parece que ela não quer atender o celular de jeito nenhum. “Luuuuna”.

– Sh… – Disse a própria da janela – Já vou abrir! – Praticamente cochichou furiosa.

Ao abrir o portão, fui dar um abraço, ela logo estendeu a mão e questionou zangada:

– O que veio fazer aqui? – Cruzou os braços. – Minha avó está doente e detesta barulho! Me vem você gritando a essa hora da noite aqui em casa?

– Perdão, você deixou o celular desligado…

– Estava estudando, não queria ser incomodada.

– Então por que não me chamou para estudar como sempre faz?

– Porque não quero levar outro bolo pela Choi Jinri…

– Ah, então tá brava por aquele dia?

– Claro que sim! – Viu que se entregou e então ficou sem graça.

– E foi legal? – Tentou ser arrogante. – Gostou da A-M-B-E-R?

– Quem? – Amber? A menina que quase transei ontem? – Que isso, Luna…

– Uai, não foi o que a Choi Jinri disse? “A amber está te esperando”?

– Desculpa, gata. É porque eu tinha marcado com a Jin há tempos, era uma saída importante que eu não podia furar…

– E você transou com ela?

– Claro que não! – Mas quase. – A menina é tomboy e não tem peitos… – São maiores do que os meus, ainda!

– Então só voltou atrás porque tenho peitos?

– Voltar atrás? Não aconteceu nada, não era para ter acontecido nada! Era só uma amiga da Victória Song. Eu só fui acompanhante da Amber para segurar vela. – Cruzei os braços. – Eu e você não somos nem namoradas pra ficar tão brava comigo! Não houve nada, só o fato de além de me enrolar ainda fica me interrogando…

Luna ficou séria. Realmente aquela situação dependia dela. Tínhamos um relacionamento que só não se tornara namoro porque ela não permitiu.

– Bem… – Tentou mudar de assunto. – A noite foi legal? – Perguntou de braços cruzados e fazendo um biquinho preocupado.

– Eu preferia ter ficado com você…

Com a demonstração meio tosca de carinho da minha parte, Luna se encheu de alegria e deu uns dos pulinhos fofos que dava sempre que ia me dizer “oi”.

– Verdade? – Sorriu.

– Sim… – fiquei meio sem graça com isso.

Ficou toda derretida com tudo isso. Meninas héteros são muito fáceis, por isso se magoam tanto, Deusa a livre.

– Quer dormir aqui? – Ela propôs animada.

– Sua avó não está doente?

– Não, só está vendo a novela. Ela é quase surda, não tema, ela não vai nos incomodar.

Como não capitar a mensagem subliminar por trás de um convite desses?

Entrando no quarto da Luna, fiquei surpresa com o aspecto e vi que minha mãe tinha razão, meu quarto é uma zona. Sério, o quarto da Luna era mais limpo que o da Sulli, e tipo, a Sulli é filha de militar. Em compensação, parecia um quarto de criança; paredes rosa, cortinas tipo da Barbie com laços imensos,  uma coleção assustadora de bonecas de porcelana divididas em três prateleiras de parede e uma estante de livros com contos infantis. Tudo rosa e assustador… Seria o cenário de Pink Tape?

– Ah… Você fez a faxina? – tentei desviar o foco do terror psicológico que a decoração me causava e concentrar-me na limpeza que o quarto exalava.

– Lol, claro que não. – deu risadinhas como se algo fosse muito engraçado. – A minha avó que o arruma para mim…. – Me ajuda a empurrar a cômoda para a porta? – Foi arrastando uma grande cômoda lilás em forma de baú para a porta.

– Pra quê? – fui empurrando.

– Precisamos trancar a porta, oras.

– E… Por que não usa a tranca?

– Minha avó não tem coragem de me dar uma…

– Ah… Seu quarto é tão… – Assustador? – Organizado, não sei porque a preocupação por parte dela…

– Ah, não é desconfiança comigo, ela tem medo de pegar fogo ou alguém entrar pela minha janela e não ter como eu fugir…

Que bom, porque quero fugir… Tira essa cômoda daí, moça!

– Meu Cravo(piano medieval) ficava aqui… Mas tive de tirar porque não combina com a decoração.

– Toca Cravo? – Fui me aproximando despindo a minha blusa. Essa informação de repente fez o meu tesão voltar.

Agora sim! Pink Tape.

– Toco desde os cinco anos… Minha avó era professora antes de ficar surda…

– Ah, que pena por ela… – Minhas mãos já tocavam o corpo dela ainda vestido. Passava por dentro da blusa com a real intenção de tirá-la.

– Sim… – Luna me abraçou delicada. – Posso botar uma música no radinho da Barbie? – Sorriu.

– Ah… – Em cima da escrivaninha rosa da barbie? – Pode sim, gata.

Ela podia colocar de tudo,  menos o que me frustrasse: cantorazinhas americanas da Disney, Nick e afins. Por favor, por quê?

– Gata… O que é isso? – Fui o mais educada possível. Meus ouvidos estavam sendo torturados, socorro!

– É a Demi Lovato, Heart Attack! É o que você está me causando! – Me beijou risonha pela piada tosca.

– É, essa música tá causando isso em mim também. – Falei antipática.

– Ai, Krys! Deixa de ser grossa… – Se afastou com os braços cruzados. Olhou-me amuada, tirou a blusa e deixou a mostra aqueles peitões lutando para não pular do sutiã.

Fiquei com muita água na boca, ela veio de mansinho acariciando o meu rosto fitando-me com desejo de apoderar-se de mim.

– Quando vou para a sua casa, a gente não escuta o que você gosta? – Beijou o meu pescoço, ai que tesão… assenti com a cabeça que sim. – Então…Na minha casa, a gente escuta o que eu gosto… – Beijou o outro lado do meu pescoço. – Tudo bem?

Confirmei balançando a cabeça e a ataquei com os lábios cheios de desejo. Nenhum beijo nosso tinha sido antes tão sedento. Apalpei a bunda dela naquele shortinho jeans com força, como ela ficava gostosa de jeans! Imagine sem…

Deitamos na cama aos amassos, ela parecia mais atrevida hoje. Desabotoo o shortinho e mandara-me tirá-lo. Que delícia quando ficava mais safada. Usava uma calcinha de pano branca, dava pra ver de longe que tava depiladinha.

– Krys, vem brincar comigo. – Apalpou os próprios seios sugerindo neste ato que eu os mamasse, e claro, farei com todo prazer.

Apalpei-os indo em direção ao esquerdo que tava com o bico mais rijo. Abocanhei sugando dando leves mordidinhas, arranhando meus dentes da base ao pico repetidas vezes. Pincelava a ponta com a língua que deixava Luna alucinada, contraindo levemente o corpo. Fiz um círculo de chupões em volta da auréola e brinquei com as mamas com o meu rosto entre elas. Passei para o bico direito, dando uma mamada safada. “Morde levinho, Krys” Luna suplicava se contraindo de prazer com a minha selvageria. Missão dada é missão cumprida, mordi a pontinha do bico levemente diversas vezes. Luna começou a abafar os gemidos agora mais altos com o travesseiro no rosto, mesmo assim seus gemidos eram consideravelmente audíveis.

Pus uma das mãos dentro da calcinha dela que já estava bem molhada, poderia fazer um firsting que ela não sentiria dor alguma. Provei seu néctar que deixara grandes rastros na sua lingerie. Seu gosto era adocicado, como Luna. Fiquei animada pra descer até lá e fazer a selvageria de verdade. Retirei a calcinha com os dentes. Estava quase certa, não estava totalmente depilada, tinha o desenho bem fininho do bigode do hítler aparadinho, sabe? Me deu ainda mais tesão.

Brinquei com o meu dedo no bigodinho dela, ameaçava entrar a qualquer momento. Quando Luna abrira um pouco mais a perna, penetrei com o indicador. O corpo dela se contraiu por inteiro, os músculos faciais estavam rijos, comprimia os olhos de maneira involuntária.A movimentação estava tão intensa que Luna se esforçava para continuar mantendo a perna aberta, sua perna esquerda tremia e até o seu ânus piscava.

Pus mais um dedo. Massageava seus pequenos lábios com a língua enquanto socava os dois dedos na bixinha. Seu clitóris estava ereto, mas resolvi não mexer lá por enquanto, tive medo dela gozar logo, pois estava muito tensa e eu ainda queria fazer mais brincadeirinhas.

– A Unnie tá gostando? – fiz uma voz de aeromoça.

– Enfia mais fundo, dongsaeng. – Gemia se segurando para não fazer um escanda-lo de prazer.

Com um pedido desses, nem hesitei, coloquei o 3° dedo e penetrei mais fundo conforme suplicara. Pressão leve, mas profunda.

– Ai, Krys… – Apoiou a sua mão na minha ajudando a enfiar os dedos mais fundo. – Amor…- Ela queria todas as suas lacunas preenchidas, principalmente as que namorado nenhum preencheu, as do coração.

Luna se sentia tão mal com as decepções que tivera na cama que os meus toques, mesmo os menos habilidosos, eram capazes de despertar conforto ao ponto de chamar-me como jamais chamaria em bom estado, Amor.

Luna deslizou os dedos da mão direita para brincar com o próprio clitóris enquanto utilizada dos dedos da outra mão para beliscar e brincar com seu mamilo esquerdo. Antes de me conhecer, Luna não se masturbava, nem sequer gozava sempre durante as transas com seus namorados homens, egoístas.

– Krys, eu sou gostosa? – Questionou se insinuando ainda mais para mim.

– Mais linda impossível.

Tirei os dedos de dentro dela por enquanto. Quero brincar com a boca agora. Retirei a mão da Lulu que brincava tão assiduamente com o grelinho, beijei os dedinhos dela e chupei a membraninha tão ereta que ela acariciava. Agora foi quase inevitável, ela soltou um gritinho agudo que nos preocupou.

– Luna! – Cochichei nervosa.

– Desculpa! – cochichou preocupada. – Será que a minha avó ouviu? – Ela questionou preocupada.

– Vai lá ver…

Eu é que não arrisco… Porta sem tranca, sabe-se lá.

– Ah, não! Vamos continuar… Se ela empurrar a gente vai ver. – Me beijava enquanto argumentava.

– Tem certeza? – Retribuí os beijinhos preocupada.

– Sim… – Colocava a mão esquerda por baixo da minha saia. – Tira a roupinha, também quero brincar… – Fez um biquinho lindo pedindo.

– Agora não, ainda tá na minha vez! – deitei-a novamente descendo ao ponto que estava.

Agora ela tava mais calma, aproveitei para apelar com as brincadeirinhas sem medo dela gozar fácil. Deslizei a minha língua de cima para baixo, dando leves pressões na região da vulva. Brinquei com o clitóris utilizando a ponta da minha língua em movimentos circulares, desci mais um pouco para os pequenos lábios e os beijei com vontade. Subi e suguei a entrada de sua uretra enquanto massageava o clitóris com o dedão. Com o prazer que sentia, suas pernas ameaçavam fechar, mas sua mão continuava apoiando a minha cabeça equanto a outra beliscava o seu delicioso mamilo.

Como o ânus ainda piscava, senti-me desafiada a brincar com a língua lá. Fiz uma cunete caprichada naquela bundinha nervosa, e quando ela menos esperou, dividi 3 dedos de volta a xaninha e o mindinho pra brincar mais embaixo(cu). Penetrei desta forma diversas vezes, até ela se contorcer a tal ponto de virar-se e ficar de quatro pra mim, empinando bastante o bumbum.

Mordi as nádegas redondinhas e malhadas da Lu, brinquei mais um pouco com a minha língua no ânus dela e introduzi o dedão, voltando a penetrar junto com os três dedos na vagina.

– Ai, que feio, Krys! Me comendo de quatro! – gemia quase gritando.

– Sh… Não grita, Lu, sua avó é surda mas pode ouvir!

Gemia sem controle algum do próprio corpo, quicava nos meus dedos como uma louca enquanto acariciava o próprio clitóris. Masturbava-me de joelhos com a outra mão enquanto comia a Luna e admirava esse corpão por outro ângulo. Acho que foi a primeira vez que fizemos DP. É muito gostoso sentir o controle dela em minhas mãos! Bem… Em uma delas…

Quando ela gozou, saiu um squart tímido molhando toda a minha mão. Gozei ao ver a deliciosa sujeira que Luna tinha feito.

Eu e a Unnie deitamos uma ao lado da outra exaustas demais para qualquer movimento. Abraçamo-nos confortando uma a outra ao som da Demi Lovato para me broxar nessa pós-transa.

– Posso desligar a coisa que você insiste em chamar de música, gata?

Luna riu e assentiu com a cabeça. Desliguei o radinho tosco finalmente, deitei-me a recebendo em meus braços, quase adormecidas, ambas com cheiro de sexo.

E então, observando o quarto rosa, lembrei-me de Emilie e consequentemente de Amber. Filtro rosa, cor inocente e infantil, com leve traços de terror, bonecas brancas de vidro usadas como grandes símbolos no cinema de horror oriental, contrastando. Amber, qual seria a sua reação te trazendo aqui? Preciso pedir a Sulli o telefone…

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