Merry Christmas Mr.Lee

Sinopse:

“O único natal que marca positivamente, pode ser o que não volta mais.” Baseada na música “Forbidden Colours” de Ryuichi Sakamoto, trilha sonora do filme japonês de temática homossexual Furyo.
Notas: Bem, tentei um tipo de escrita mais rebuscada e cheia de Flash Back(as frases em negrito e itálico). Espero que não se confundam. Leia a fic escutando Forbidden Colours do Ryuichi Sakamoto, a sensação é totalmente outra! Boa leitura ❤
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– Por que demorou tanto?

– Aish, não fez nem 3 minutos.

Nevava em Seul. Claro, era natal. Não existe nada mais original que isso, certo? Neve no natal… Chocolate quente acompanhando a trajetória. Sabe, odeio chocolate, muito mesmo. Prefiro tomar um vinho para aquecer. “Hyung! Não pode beber aqui! E se a polícia pegar? Não vai dizer que fui eu, né?” era o que meu amigo Sungmin citava cada vez que eu dava um gole na garrafa térmica. Como somos menores de idade, é natural a preocupação.

– Quer um pouco do meu chocolate? – Sungmin estendeu a caneca.

– Sabe que eu odeio chocolate. – Mais um gole de vinho.

Há décadas minha família passa o natal aqui em Seul no chalé da família do Sungmin. Nossos pais são empresários de multinacionais de gerações, nossos tataravós(quiçá mais tempo), trabalham como sócios. Um amarrando o cadarço do outro. A Young Kim – empresa do meu pai – fabricante de chocolate e a Lee Min – do Sungmin – de vinhos.  Sim, o que vinho e chocolate têm a ver. Ora, pra nossa família muito. A Kim&Lee fizeram a combinação mais saborosa de bombons de vinho da Ásia, já ultrapassando quase todos os fabricantes da Europa. E quando digo “saborosa”, é de censo comum, agora…

Por favor, não me faça fazer isso de novo. Vamos parar aqui.” era o que ele dizia a cada ano. Desde os meus 12 anos, peço a Sungmin que encha a minha garrafa térmica com vinho em troca de uma caneca de chocolate quente tirado do caldeirão da empresa. Nada mais justo, ele ama chocolate e eu amo vinho. Qual trato melhor que trocar o melhor vinho da Ásia pelo melhor chocolate dela? Álcool para o alcoólatra e chocolate para o chocólatra. Agora tenho 18 e ele ainda não parou, talvez nunca pare… É, o vício é maior, ele nunca vai parar.

Não se enganem. Apesar de todo natal juntos, amizade quase secular de família, eu e Sungmin não somos nada próximos… A começar pelos nossos gostos. Desde criança, ser amigo dele é como ser amigo de uma menina. E não falo pela cor favorita ser rosa, ou o fato de adorar brincar com fantoches de teatro em musicais, até mesmo termos passado a pré-adolescência eu com uma namorada por mês e ele com o ideal de “arranjar uma garota especial”, tipo princesa encantada, sabe? Não ligava muito pra isso… Hoje ele é gay. Sim, assumiu há dois anos, mas não foi só isso. Ele assumiu para mim, e adivinha como? “Hyung, minha irmã sabe, a minha mãe também. Como somos melhores amigos desde a infância, preciso ser sincero com você… Gosto de você. Por favor, prometa não me bater ou terminar a nossa amizade por isso, meu coração não escolheu ser assim.” em meio a um monte de lágrimas. Como vim de uma família homofóbica, minha reação foi de choque. Não tive ação, disse que fingiria que nada tivesse acontecido. Desde então, só nos vemos no natal, e só pelo vinho também…

– Tem chocolate no seu rosto. – Disse a ele, que logo a limpou. Bebi mais um pouco e saí.

No fundo eu não gostava de tratá-lo assim. Prometi que fingiria que nada tivesse acontecido, mas não dava. Muitos momentos da nossa infância passaram a me incomodar, digo, claro que não havia maldade alguma, principalmente com Sungmin que sempre foi um menino doce, e boa parte das brincadeiras eram propostas por mim. Mas o meu medo de ser assim algum dia me fez repudiá-lo por coisa que ele não tem culpa, principalmente porque não se há dolo para se culpar.

– Tem chocolate no seu rosto. – lambi o local sujo e fugi morrendo de rir. Tinha 8 anos.

– ARGHT! Me molhou! – Sungmin, com 7 anos, corria atrás de mim querendo lamber o meu rosto de volta.

Virei um minialcoolatra com 12 anos, comecei a passar mal de beber aos 15. Meu pai cortou todos os tipos de bebida da casa e me proibiu de sair sem ser com Sungmin, que segundo ele era um “menino direito”. Engraçado, ele sempre dizia a minha mãe que morria de medo de que eu continuasse andando com o Sungmin e acabasse pegando a “frescura” dele, de repente o menino vira uma pessoa direita? Hipócritas!

– Hyung, não posso ficar trazendo bebida pra você com tanta frequência… Meu pai vai desconfiar…

– Suas bochechas são grandes. – Eu as cutucava e ria caindo de bêbado. Embriagado com 15 anos.

– Por favor, me dê a garrafa. – Ele pedia com muita piedade, como se fosse chorar a qualquer hora.

– Vem pegar. 

Sempre enfiava a garrafa nas calças. Ele nunca pegava por conta própria, óbvio. Então eu enfiava a mão dele na minha calça para que ele pegasse. Pelo desespero, ele aparentava ter nojo. Hoje em dia, analisando a questão, vejo que era medo… Medo de ser descoberto.

Ele ainda está lá fora. Está tão frio que a janela embaça 5 minutos depois de eu limpar. Neve e chocolate eram as únicas coisas que Sungmin apreciava no natal. Natal deixou de ser uma boa data desde o dia que me encontraram bêbado no quarto do Sungmin… Isso foi o que? Ano retrasado? Sim, ano retrasado. Ano retrasado também foi o ano que Sungmin se assumiu para mim. Sim, no natal. Sabe aquela teoria “cu de bêbado não tem dono”? Usem a criatividade…

Não se lembra de nada? Nadinha mesmo?” foi o SMS que ele me mandou no dia seguinte a briga que teve no chalé. “Nada”…

– Você sabe que eu jamais faria algo assim! – Disse Sungmin implorando por piedade. Soquei-o no rosto.

– Você me sujou com a sua perversão!

Estava com tanto ódio que queria matá-lo após receber a notícia pela minha mãe uma semana depois do caso de que eu e Sungmin fomos flagrados transando no quarto.

Não me lembrava de nada porque além de bêbado eu tinha desmaiado de tanto apanhar do meu pai no dia, apagou completamente a minha memória. Minha mãe me proibiu de andar com Sungmin durante muito tempo, quase que as relações tanto emocionais quanto econômicas dos nossos pais se romperam. Ficamos quase dois anos separados.

Ano passado foi o natal mais estranho da minha vida. Não foi no chalé, não teve álcool e não teve Sungmin… Não quero admitir, mas chorei. Lembrei-me da nossa infância, dos tempos juntos. Não fui capaz de olhar pra tudo aquilo que estava acontecendo, se modificando tão depressa, toda aquela briga, ódio, culpa, sentimento traído, tudo isso foi demais pra mim. Eu achava que estava tudo demais até meu pai receber um telefonema do Pai de Sungmin, avisando que este tentara suicídio naquela tarde, mas fracassou por vomitar todos os remédios que ingeriu enquanto bebia vinho. Corri para o hospital no momento em que meus pais escutaram a notícia pelo telefone. Eu estava louco, nunca senti tanto medo na minha vida, lágrimas não caíam do meu olho assim há anos, anos mesmo. Choquei a ladeira, peguei o metrô até Seul me desmanchando em tantas lágrimas, rezando para um Deus que eu não acreditava para que tirasse a minha vida em troca da do Sungmin. Ora, mas se nunca o considerei tão próximo assim, por que tudo isso? Seria um grande remorso? Não só…

– Sempre foi fraco para álcool… Ainda bem. – Disse a ele enquanto nossas mãos estavam entrelaçadas.

Ele sorriu com o rosto todo molhado de tanto chorar, retribuí o sorriso com o meu rosto molhado também.

– Disse que gosta de mim. – Despia-o em meio de beijos quentes que ele tentava impedir desviando o rosto.

Estávamos no quarto do chalé ano retrasado, eu bêbado, seminu, ele se segurando para não perder o suéter quase arrancado por mim.

– Hyung, por favor, pare. – Ele tentava se afastar, mas meus braços eram bem mais ágeis. – Você está bêbado, por favor…Sabe que é mais forte do que eu… E a minha vontade também…

Ri após tal confissão.

– Então está com vontade? – Enfiei a minha mão dentro da sua calça. – Fiquei triste da última vez ter conseguido só um beijo… Até quando vamos ficar só nos beijando?

Sim, eu procuro Sungmin há muito mais tempo, muito antes desse episódio do quarto. Muito antes de ele se assumir para mim. Sabe quando dizem que o álcool faz você expressar os seus desejos mais profundos? Ele fazia isso comigo e eu nem sabia, ou pelo menos fingia que não. As lembranças eram vagas no dia seguinte, mas eu fingia que nada tinha acontecido. E ele acreditava, ou também fingia acreditar. Nunca tocávamos no assunto. A única troca que fazíamos era chocolate por vinho, sim, o vinho que ele jamais pararia de trazer, e eu de pedir.

– Mulherzinha! Como ousa me tocar vulnerável? – Disse ameaçando socá-lo novamente depois da incidente no quarto.

– Eu sou mulherzinha? Se considera mais homem do que eu pela sua opção sexual? O vinho é a única coisa que te torna homem!

Na hora, veio a minha mente o momento no quarto:

– Vamos, disse que gosta de mim, por que não quer me usar?

– Nunca disse que queria te usar, disse que te amava! – Lágrimas saíram do seu rosto. – Por que não reconhece o meu amor como amor? Por que me procura dessa forma só quando bebe?

E então, compreendi.

Era difícil para mim. Saber que realmente ouve algo entre nós e eu nada lembro era a coisa mais impossível de suportar. Até hoje tento resgatar as memórias, mas parece que tudo se foi naquele quarto, com o álcool. Uma vez tal néctar teria de estar contra mim, escolheu justo esse momento?

Por mais que me doa não lembrar, me dói mais ainda não produzir mais momentos como aquele. Depois da internação, passamos pela última vez no chalé, acho que o último natal realmente conectados.

– Suas bochechas continuam sujas. – apontei.

Deu um sorriso vazio e ergueu o braço para limpar. Segurei-o e puxei para uma despedida. Desta vez sem álcool, sem culpa, sem brigas. Selamos os nossos lábios, transformando em um beijo mais profundo e nada leve. Ele sabia que seria a última vez, por isso aproveitou a carícia e chorou durante o ato. Lágrimas salgadas com gosto de chocolate. Nossa, como te odeio, chocolate… Você me lembra o que não posso ter.

Hoje mal parece que temos ligação. Voltamos a passar os natais juntos, somente pela rotina de troca de favores, para mim, para ele e para os negócios da nossa família. “Feliz natal, Senhor Lee” foi o que eu disse com a garrafa vazia na hora de partir.

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Presente surpresa

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Sinopse:

É ano novo e aniversário do nosso Lee Sungmin, só tem um problema. Ele está só em casa… Espera. Kangin também está em casa, mas… Meu Deus! O que há com ele?

Hoje é um dia especial. 31 de dezembro. Além de virada do ano também é o meu aniversário! Os meninos estão ansiosos, preparando a comida, comprando ingredientes caros, e claro, meus presentes!

São três horas e ainda não sei o que vestir… Será que Ryeowook-dongsae tem alguma roupa sobrando?

– Jongwoon-hyung, viu Ryeowook por aí?

– Ele saiu. É urgente?

– Não. Só queria saber se ele tinha roupa. Estou com preguiça de comprar.

– Ele deve ter sim. Espera ele chegar.

Estou com sono, acho que vou dormir.

Inferno! São 9 horas e ainda não me arrumei. Aquele moleque ainda não chegou?! O que faço agora? As lojas já fecharam!!!

Nossa! Na sala não tem ninguém… A casa está deserta, pra onde foram todos? Será que esqueceram que marcamos de passar o Réveillon juntos e cada um foi pra casa de sua família? Espera, é impossível! Donghae teria que pegar o metrô e… Ele vai passar com a namorada! O que faço agora? – oops – Um barulho no quarto.

Estou indo lá verificar… Ah, é Kangin-ssi! E está… lendo?! Todo desarrumado, nem sabia que ele usava óculos! Mas, ele vai ficar aqui? Quem não festeja o ano novo? Quem não lembra que além de ano novo é o meu aniversário?!

– Kangin-ssi, onde estão todos?

–Não sei. – nem tirou os olhos da página do livro para me responder.

– Não vai se arrumar?

– Não.

Será que era alguma pegadinha? Em plena véspera do dia do meu nascimento e virada do ano me deixam sozinho em uma casa com um garoto que mal sei o nome de verdade?! Ai que dó.

– Com licença. – Fui me retirando.

– Aonde vai?

– Quê?

– Você vai sair?

Oxe! Tá me tirando Guaxinim? Por favor, diga-me que isso é uma pegadinha. O garoto que nem queria falar comigo agora está querendo que eu lhe dê satisfação… Anda gente! Apareçam com um bolo enorme e digam “SungMin-ssi, feliz aniversário! Temos presentes maravilhosos e não importa se está parecendo um mendigo, você é lindo de qualquer jeito”.

– Não sei. – Dei um sorriso simpático e saí rapidamente da sala.

RyeoWook não atende o celular. Estou ficando um pouquinho deprimido… Vou tomar banho, dane-se a roupa, pelo menos estarei limpinho e lindo.

A água está fria! Vou pro quarto dos mais velhos.

– Kangin-ssi, posso banhar aqui? A água do meu chuveiro está fria.

– Okay, sairei pra que se sinta mais a vontade.

– Não, tudo bem. Não quero incomoda-lo.

Retirei a toalha. Somos homens, por que vergonha?

Enquanto me deliciava com a água reparei que Kangin-ssi me olhava de uma maneira diferente, como se eu tivesse algo estranho. Ignorei.

– Hyung! O que está fazendo? – Tomei um susto quando senti ele me agarrar de surpresa.

– SungMin-ssi, me beije. – Ele me puxava contra o próprio corpo com seus lábios colados no meu pescoço

– Perdeu a sanidade? Pare por favor! O quê está fazendo?! – Gritei desesperado.

– SungMin, eu desejo você há muito tempo. Por favor, deixe-me mostrar o quanto te desejo! – Ele começou a descer com os beijos, passando pela nuca e agora as costas.

– Não. Você entendeu tudo errado. Gosto de garotas, por favor, pare. – Não conseguia me soltar, Kangin-ssi era muito forte.

– Se gosta de garotas como explica esse pau duro?

Ele me virou, foi seguindo uma trilha de beijos dos lábios até a virilha. Segurou o meu membro com muita delicadeza, porém o masturbou com um ritmo intenso. Não aguentei. Aquilo era muito gostoso, parei de resistir e implorei praticamente gritando:

– Hyung, não estou aguentando. Por favor, me chupe.

Kangin me olhou com cara de safado, aquilo me deixou excitado. Ele olhou pro meu pau, passou a língua em movimentos circulares na glande. Não suportei aquela sensação e empurrei sua cabeça sem dó. Forcei os movimentos de vai e vêm. Se ele estava gostando? Não sei. Na hora fechei os olhos. A sensação era indescritível.

– Hyung, eu acho que é agora.

Gemi tão alto que a vizinhança toda deve ter escutado. Não ligava nem um pouco. Os lábios de Kangin-ssi eram magia pura.

Aquele olhar de novo. Como aquilo me deixava louco! Ele limpou o canto do lábio tão sensualmente que me fez repensar se eu realmente gostava de meninas.

– Vire-se – Disse ele se levantando e desabotoando a calça.

Não questionei. Acho que queria senti-lo dentro de mim. Mas devo eu admitir? Agora não queria dar a menor importância para aparência.

Kangin-ssi era tão forte. Beijávamos enquanto ele me colocava de costas. Eram beijos tão quentes que acho que não terminariam tão cedo. Kangin-ssi era carinhoso e bruto ao mesmo tempo, ao me acariciar com paciência e ternura me beijava com força, como se fôssemos morrer em pouco tempo.

– O dongsae tem experiência? – Acariciava a entradinha do meu ânus.

– Eu já não disse que gosto de garotas?! – o Incrível foi que eu disse isso gemendo.

– Vou te ensinar a gostar do meu garotão – enfiou o dedo.

A sensação foi estranha, não foi de dor, e sim um incômodo. Ele estava beijando minha orelha, um dos meus pontos fracos. Conforme eu gemia ele empurrava, comecei a sentir uma sensação deliciosa. Logo os gemidos de desconforto tornaram-se gemidos de prazer.

– Hyung, vem pra mim. Gosto de garotos agora.

Kangin-ssi riu e falou:

– Não quero que goste de garotos, quero que goste de um garoto. – Penetrou-me puxando minhas pernas pra cima. A sensação logo mudou. Comecei a sentir muita dor.

– Kangin-ssi, pare, dói muito. – tentava escapar, mas ele não escutava. Olhei para seu rosto, sua expressão era de puro êxtase. Quando vi o prazer que estava lhe dando esqueci a dor e me forcei a curtir o momento. O Guaxinim era tão lindo que ficou muito gostoso. Meu pau endurecia novamente. Admito, fiquei tímido. Já o hyung ficou com mais tesão ainda. Começou a me masturbar e brincar com as minhas bolas. Apoiei minhas mãos controlando a velocidade.

– Hyung, agora. – gozei dessa vez deixando as marcas no box. O hyung vendo meu gozo ejaculou também.

– Dongsae, me lembre de não comemorar o ano novo novamente. – seu sorriso de satisfação me iluminava. Espera um pouco…O ano novo! Como tinha me esquecido?! Que horas são agora? Já devem ser umas dez e pouco?!

– Kangin-hyung, precisamos nos arrumar! Já deve estar tarde, temos que preparar a ceia, a roupa e…- Ele me calou com um beijo, dessa vez não era desesperado… O hyung teve muita paciência e leveza, parecia que íamos voar.

– Eu não vou me deprimir se passar o ano novo nu. – sorriu e passou a mão no meu rosto.

– Acho que também aguento meu aniversário sem roupas…

No dia seguinte, os hyungs e os dongsaes chegaram com uma cara de expectativa, me entregaram os presentes, mas tinha um problema… Todos me olhavam indiscretamente, na cara do Heechul-hyung então estava escrito “recém-amantes”. Será que Kangin-ssi tinha feito alguma aposta pra saber se me comia no meu aniversário??? Ai meu Deus! Eu vou morrer!!! O que está acontecendo? Se eu não morrer agora juro que mato aquele filho da… Sem palavrões agora! Perco a dignidade, mas não perco minhas finesas. Mas foi tão mágico! Ele não pode ser tão bom ator. Espera, Ryeowook piscou pra mim? Meu melhor amigo também entrou nessa? Vou tirar essa história a limpo.

– Onde vocês estavam ontem à noite? – cruzo os braços.

– A gente… Nya, não importa! Como foi a noite de ontem? – me cutucou com cara de malícia.

– Kim Ryeowook, não estou entendendo! Onde vocês passaram a noite ontem? – Me segurei pra não dar um murro na cara dele.

– Calma hyung – me puxou.

– Deixamos a casa livre pra você e pro Kangin-ssi. Eu sei que você gosta dele, por isso permiti. Ele insistiu tanto que achei que não teria presente melhor. – Me abraçou

– Wook, como assim eu gosto dele? – corei sem dó – O que está falando? – cubro meu rosto

– Minie, você o xinga, entretanto o apoia em todos os trabalhos. Diz não conhecê-lo, porém o acompanha em todas as bebedeiras sendo que odeia beber. É óbvio que sente algo forte por ele.

Caiu a ficha. Realmente gosto do hyung. Não permitiria que outro menino fizesse aquilo comigo. Mas naquele momento precisei de tempo pra pensar no que acabei assumindo.

Fui até a porta do quarto do hyung espiar. Precisava falar com o dito cujo. Não tinha ninguém a primeira vista. Entrei e tranquei a porta. Quando me virei, Kangin-ssi estava na cama coberto, mas com o peitoral a mostra.

– Aquele foi o seu presente de réveillon, o de aniversário começa agora, dongsaeng…

Celibato

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Sinopse:

Hoje é aniversário de namoro do casal Kangmin, mas um não tem ideia do que dar ao outro.

Hoje faz um ano que eu e Sungmin estamos juntos. Não compartilhamos o quarto, logo nunca fizemos “nada”.

– Kangin-Hyung! – Chegou ele com todo aquele brilho beijar-me o rosto pela manhã. – Parabéns.

– Parabéns pra você também. – Retribuo o beijo, porém nos lábios – Já comeu hoje?.

– Não… – Disse tímido pelo beijo – Quer tomar café comigo?

Sungmin sempre teve mania de convencer as pessoas com o charme. Eu como namorado não era exceção.

– Vou sim. – Sorri e apertei suas bochechas. Costumava aperta-las com tanta força que ele sempre reclamava da dor.

– Espera só um minuto? Vou chamar o Ryeowook-ssi pra tomar com a gente. – saiu subindo as escada.

– Tá… – Levantei o recipiente de açúcar e vi que tinha acabado. – Sungmin-dongsae! Falta açúcar aqui em baixo… Sungmin… Sungmin-ssi!

Ele não escutou, correndo atrás nas escadas. Quando chegamos, uma música super alta vinha do quarto. Sungmin, com um bolo de aniversário surpresa nas mãos, abriu a porta e ficou paralisado, no mesmo segundo fui ver o que era fechei a porta. Yesung e Ryeowook estavam transando, em pé… Fingimos que nada tinha acontecido, já que eles não nos notaram. Sungmin estava vermelho, não conseguíamos nos encarar sem a vergonha surgir.

Mais tarde, fui levar Sungmin para jantar. A empresa nos deu o dia de folga e eu precisava de um momento a sós com ele para festejar, já que o clima de celebração foi rompido hoje de manhã.

– Hyung, parabéns! – Sungmin me mostrava animado o presente.

Não entendi bem o que era, foi algo artesanal feito por ele, já que adorava essas coisas. Como sou um homem rústico, agradeci e coloquei-o num canto qualquer sem dar muita atenção.

– Minie-ssi. – chamei-o sério

Ele olhou pra mim revoltado.

– Não me chama de Minie querido, por favor! – a vermelhidão da vergonha logo voltou.

– Desculpa. Escute, você sabe que um dia vamos ter que conversar sobre isso, não sabe? – olhei sério

– Sobre o que? – assustado

– Sobre nós… – acredite, eu estava muito envergonhado. Eu amava o Sungmin, contudo, ele ainda era um menino, ele tinha um pênis.

– Se fala do que vimos no quarto… Eu sei, mas…

– Tudo bem, não precisa ser agora…

– Eu quero agora – me interrompe.

– Tudo bem, vamos falar sobre isso então…

– Não Youngwoon, você não me entendeu. – interrompeu-me novamente – Eu quero agora!

Ele mal conseguia olhar pra mim. Levantei o seu queixo com a ponta dos dedos, fitei-o e disse:

– Vamos.

De repente minha preocupação com o fato dele ser homem não me incomodara… Mas chegando ao cenário, algo me incomodou…

Como era folga provavelmente os meninos tinham saído, chegando em casa confirmamos o raciocínio. Encaramos um ao outro, meus olhos mal podiam decifrar o que Sungmin estava pensando… Meu nervosismo era tamanho que mal conseguia me mover. Logo ele tomou uma atitude, me puxou lentamente pressionando meu corpo contra o dele, suspirou e me beijou. Os amassos começaram a esquentar, eu já não estava tão tímido, o problema era quanto mais eu me soltava mais ele se recolhia, quando eu me recolhia ele se soltava… Não ia rolar nada se isso continuasse.

– Dongsae, posso tirar sua blusa? – perguntei com o olhar desviado.

Ele ficou tímido como de se esperar, lembrando que ele ainda era um adolescente (na Coréia a maioridade é 20 anos, no flash back Sungmin tem 19 ). Ele mesmo a tirou, logo, tirei a minha também. Nós voltamos à pegação, desta vez eu não ia empacar.

Sungmin era bonitinho, tinha os mamilos rosadinhos, era magrinho e o abdômen era ligeiramente definidinho, um fofo! Comecei a acaricia seu corpo, descia as mãos até suas nádegas, quando as apertava ele gemia e empurrava o quadril pra frente dando uma trancadinha. Parava, olhava pra ele e perguntava se estava tudo bem, se eu estava indo rápido demais. Ele sempre me selava fazia com a cabeça que não e voltava a me beijar.

Ele também começou a se soltar, do jeito dele, mas se soltava. Fez uma trilha de beijos até o meu pescoço os deixando marcas por três dias. Apertou-me de tal maneira que os nossos volumes se chocaram e nessa hora paramos. Pra não fazer o clima ir por água abaixo, dei uma gargalhada, visivelmente de nervosismo e fui o empurrando até o alojamento do 2° andar.

– Vamos terminar isso no quarto, dongsaeng.

Eu o deitei no colchão… Observei aquela imagem por um tempinho… Sungmin esparramado na minha cama sem camisa, uma jeans azul levemente colada com o zíper aberto e o rostinho vermelho dado à timidez no meu lençol branco. Parecia um anjo.

– Hyung, tá tudo bem? – ele me cutucava enquanto eu estava paralisado

– Sim – deitei por cima dele, desta vez, apelando com os beijos.

Eu escutava nossas respirações muito ofegantes, cheguei a pensar que íamos ter um ataque cardíaco. Retirei sua jeans e o deixei só de cueca. Vi que ele não estava tão confortável, contudo, deixei rolar. Tirei a minha calça, um frio veio à espinha… Não sabia o que fazer… Paramos tudo e deitamos um ao lado do outro.

Estávamos seminus, em uma casa só pra nós, por que estava tudo dando tão errado?

– Hyung, eu sou virgem… – Sungmin dizia sem graça

Resolvi abrir o jogo e me revelar.

– Eu também…

– Não falo assim! – ele disse assustado.

– Assim como? – retruquei

– Sou virgem de verdade, nunca fiz isso com homens ou mulheres.

– Eu também – Retruquei com um ar de “você não entendeu”.

– Mas… E todas aquelas garotas que namorou? Não fez isso com nenhuma delas?

– Não.

– Nossa.

– O que foi?

– Eu realmente nem imaginava… Logo você, tão determinado.

Aquilo soou como um “você é um loser, beijos”.

– Mas e quanto a você? Teve um namoro firme por quatro anos!

– Sim, mas nunca conseguimos… Descobri que sou gay com esse relacionamento…

– Jura?

– Sim… Ela era uma garota perfeita pra mim, se pudesse dizer que existe alma gêmea seria ela

Isso me deu um ciúme do caralho.

– Então por que nunca rolou? – Devolvi a cara de loser.

– Eu sempre empacava, achei que era nervosismo, mas descobri que não sentia atração por ela, nem por nenhuma garota… Aí conheci um garoto, tirei conclusões precipitadas sobre ele, mas logo o amei…

– Esse garoto deve ter muita sorte…

– Ele tem sim…

Nesse momento Sungmin subiu em cima de mim, despiu-me por completo. Aquilo me enlouqueceu. Se já estava duro agora estava prestes a explodir. Sungmin pegou sua delicada mão, que estava fria, tocou o meu membro o movimentando. O paraíso era onde eu estava.

– Dongsae, não sei o que fazer…

– Deixe que o amor e o desejo nos guiem.

O puxei contra o meu corpo, nos viramos fazendo a posição “frango assado”. Agora era a minha vez. Tirei sua cueca me deparando com uma coisa linda: Sungmin-ssi era circuncisado e a cabecinha do seu pênis tinha a cor dos seus mamilos. Seu membro era lindo, e tinha um comprimento considerável para as mulheres. Na verdade… Sungmin-ssi era mais dotado do que eu. Aparentava ter 18 cm, quanto ao meu tinha 16.

Desci até ficar cara a cara com o membro dele, toquei minha língua na parte rosa que o fez dar um gemidinho tão gostoso. Sungmin me queria… E ia me ter. Abocanhei seu pau sem piedade, durante a sucção ele se contorcia abrindo suas pernas. Com meu dedo indicador acariciei sua entradinha enquanto o chupava. Quanto mais ele gemia mais eu aumentava o ritmo. Enfiei meu dedo no seu ânus o fazendo gozar.

– Hyuu…hyuung.

Logo senti o seu gozo quente invadindo os meus lábios. Seu grito final foi incentivo para correr e penetrá-lo.

A carinha de dor dele foi evidente, ele me agarrou para ver se amenizava. Eu chupava seu pescoço, ele gemia sem parar. Como era delicioso sentir como era meu amado por dentro. Tudo estava indo bem, até que…

“Tem alguém em casa?”, os meninos gritavam lá de baixo, parecia o Yesung.

– Hyung, não para – Sungmin implorava me agarrando.

– Mas dongsaeng, os meninos chegaram, e se eles entrarem?

Continuei sodomizando, mas com medo dos meninos pegarem a gente no flagra. Não aguentei e arreguei.

– Dongsae, desculpe-me.

Ele balançava a cabeça afirmando que tudo bem com um sorriso lindo na cara, nos vestimos e descemos as escadas de mãos dadas. O clima entre nós estava totalmente diferente, como se não tivéssemos feito simplesmente sexo, e sim uma conexão de espíritos.

– Hyung, volta, volta, volta! – diz Sungmin me empurrando

– Oque foi Minie-ssi? Já sentiu saudade? – Levanto minha sobrancelha.

– Não, Yesung e Ryeowook estão lá embaixo fazendo… – mudou a expressão de timidez para malícia – Bem… Tô esperando…

– O quê? – Eu realmente não entendi.

– O meu presente de aniversário…

Ele começou a me beijar e apertar o meu volume, bateu a porta e me jogou na cama. Observava-me com desejo enquanto abria seu zíper e tirava sua calça.

– Você ainda não me deu, não foi?!

Final de semana trash

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Já eram três horas. O grupo ainda não havia saído. Kangin fixo ao relógio como se este fosse suas pupilas. Enquanto isso, Sungmin limpava o quarto. Sabia que quando os meninos saíssem a casa ficaria reservada para si e seu Guaxinim. Três e meia ‘Aish’ pensava Kangin ansioso, estava louco por seu parceiro. Fazia muito tempo que não ficavam. Quase duas semanas no desejo e moravam na mesma casa. Mais um pouco e iria enlouquecer! Com a promoção do novo álbum era quase impossível ter tempo pras escapadinhas…

– Kangin-hyung, eles já foram! – apareceu SungMin com um sorriso enorme, todo animado, como uma criança encontrando uma piscina de doces.

– Aish! Não me chame de Hyung – Kangin foi correndo agarrar Sungmin lascando-lhe um beijo que parecia não parar por ai.

Minie foi lentamente tirando a blusa do seu parceiro, enquanto este não desgrudava os lábios dos seus. Sendo apalpado, Sungmin não parava de gemer mesmo os tendo abafados pelos beijos calientes. Kangin o agarrava como se Minie fosse cair de um penhasco. Parou, o olhou nos olhos e aquela nostalgia fluiu. Sungmin acariciou seu rosto o puxando levemente para mais um beijo, quando Kangin morde sensualmente o seu lábio inferior, logo descendo em direção ao seu zíper. Sungmin ficou muito excitado, sentiu as mãos quentes do Guaxinim puxando seu membro para fora da calça. Começou o masturbando devagar. Ao ver a cara de delírio do seu amado tocou a ponta da língua na glande, lambendo lentamente insistindo para que Sungmin pedisse mais. Este acariciou os cabelos de Kangin que o abocanhou no mesmo momento. Minie se descontrolou e gritou.

– Hyung vem pra mim. Não me faça esperar mais.- Sim, ele implorava por sexo como uma ninfomaníaca em abstinência.

Kangin não aguentou ver a cena, levantou-se arrancando as calças da fofura o prensando na parede e penetrando sem dó. Sungmin se contorcia de dor, entretanto agarrava com força seu amado o incentivando a aumentar a velocidade. Minie gemia alto, com vergonha tentava o máximo possível se segurar, beijava Kangin tentando diminuir o volume.

No calor do desejo aparece Ryeowook no corredor de mãos dadas com Yesung, que tomam um susto, pois também planejavam ter a casa só para os dois assim que os hyungs saíssem.

– Meninos, oque fazem aqui? – questionou Yeye com cara de tacho.

Kangin solta Minie o fazendo cair, logo puxando a samba-canção, abotoando as calças e levantando o seu namorado.

– Oque fazem vocês aqui?- Kangin retrucou não gostando nadinha da situação.

– Achamos que tinham ido com os meninos a viagem no feriadão. Ryeowook fala preocupado e totalmente tímido pela situação cobrindo seus olhos com as mãozinhas do Yeye, mas disfarçando o ato par evitar constrangimentos aos seus amigos. Era um final de semana inteiro, e ninguém tinha grana pra viajar. Os meninos foram pra China porque ganharam de presente por tantos méritos com o novo cd. Pelos cálculos de Wook, o feriadão com Yesung também estava planejado, e isso incluía a casa só pra eles.

Yesung: Ok, estamos fazendo muito barulho por nada, certo?! ‘‘barulho era o que eu queria continuar fazendo agora’’ *sussurrou Kangin*.

– Eu e Ryeowook ficamos no quarto dos mais velhos e você e Sungmin no quarto dos mais novos. – Kangin concordou com cara de “não tenho muita opção” e puxou Sungmin pro quarto.

– Esses dois! Como você não sabia? – Kangin resmungava chateado.
Sungmin olhou espantado.

– O Wook não conta esse tipo de coisa pra mim, muito menos eu pra ele! Estou com vergonha. – Pensou na cena que foram flagrados no corredor, há uns cinco minutos atrás.

Kangin sorriu, trancou a porta do quarto, olhou pra Sungmin com um olhar que dizia tudo.

– Continuando! – arrancou as calças ficando só de samba-canção, era de patinho.

Em direção a Minie, quase explodindo de tesão, é repreendido.

– Desculpa hyung, não estou no clima.

Kangin olhou assustado.

– Só por causa da cueca de patinhos? – faz bico – Aish
SungMin olha aquela cena fofa e sorri com ternura.

– é sério, hoje não vai dar. Meu sangue não está coagulando direito. Desculpa. – Diz o mais novo rindo encarando com deboche a cueca de patinhos.

O mais velho entendeu.

– Não precisa se desculpar – não forçou a barra, respeitando o seu parceiro.

Enquanto isso dava pra escutar os altos gemidos do quarto de cima, “Ryeowook e Yesung não perdem tempo” pensou Kangin, ficando chateado e ainda mais excitado.

Mais tarde, Yeye e o Wook desceram arrumados, bateram na porta do casal KangMin os chamando pra beber. Estes se banharam rápido, duh, Kangin não rejeita álcool.

Na mesa do bar a tensão era maior. Apesar de tímido, Wook na mesa parecia estar em lua de mel. A couple nem parecia ter tido “aquela tarde”. Kangin só olhava. Já Minie não via diferença alguma, eram dois casais de amigos conversando e bebendo, fim. Pediram a conta e voltaram pra residência minúscula, pelo menos Kangin pensava assim.

Ao chegar Minie olhou pro corredor e lembrou da cena, não conseguia esquecer. Enquanto o outro casal…

– Hyung, não devia ter me deixado beber tanto! Ai que calor. -Wook dizia tirando o casaco, revelando uma blusa que deixavam suas costas à mostra, abanava a si mesmo com a mão direita. Isto deixou Yesung louco o fazendo puxar o braço do mais novo até o quarto. Barulho de chuveiro. Kangin observou a cena chorando, quinze dias sem sexo e um quarto só pro casal. Tirar a casquinha no corredor e estar hospedado a um par on fire que passou pela mesma situação as semanas e agora estão tirando o atraso o deixava muito excitado. “Estou sofrendo!” pensou “A bundinha dele é tão fofa…Quero agora!” ele a apalpou na cara dura ‘Hyung!’ gritou Sungmin assustado.

– Oque foi isso? – extremamente vermelho.

– Desculpa, não consigo mais suportar.

O mais velho agarrou seu dongsae por trás colando seus lábios no pescoço dele. ‘Kangin-ssi!’ gritou ‘não! Eu não vou conseguir’ sussurrou com muita vergonha ‘Sinto o desejo na sua voz!’ disse o guaxinim que enfiou a mão na cuequinha do menino.

– Kangin-hyung – gemeu se contorcendo a cada movimento que o mais velho fazia. Esse apesar de excitado, seus braços e pernas permaneciam imóveis. – Assim vai ser difícil controlar o volume – gemia alto.

– Aish, vamos pra cama!

A caminho do quarto a campainha toca. ‘Espera Hyung’ empurra Kangin.

– Dongsae, não é nada! Eles pensam que estamos de viagem – puxa o mais novo de volta.

– Se estão tocando, deve ser importante! – Minie o empurra para atender a porta.

“Querido!”. Atende a porta com uma enorme surpresa, Park Seung Ha, irmã adotiva e mais velha de Sungmin. ‘Que saudade!’ disse entrando com uma mala enorme.

– Noona, o que faz aqui? – SungMin a empurra discretamente.

– Vim passar o feriadão com o meu dongsaeng. Até o metrô ficou difícil de pegar!

Guaxinim e Minie fitam–se sem conseguir falar oque ou como.

– Mas e então? Não me digam que iam viajar?

– Exato! – Grita SungMin. – Eu e Kangin-ssi vamos pra Tailândia.

– China – Retruca Kangin.

– Isto, China… Inclusive já estamos indo né hyung?!’

– Sim, Tailândia, lá vamos nós…

– China – vez da retrucada do SungMin. – Desculpa noona.

Ela dá uma risada e o cutuca.

– Não tem problema não, amanhã eu volto pra casa. – Entra com as malas.

– Mas noona, você não pode ficar aqui sozinha. Não podemos fazer isso com você…

– Então querem que eu vá como? A pé? Não tem mais metrôs hoje. – Faz um bicão.

– Deixa, vamos amanhã de manhã. – O Guaxinim sai da sala levando as malas da “cunhada” para o quarto.

YoungWoon dormia na sala disponibilizando o quarto para o parceiro e sua irmã. Enquanto isso ocorria, SungMin foi de fininho até lá. Ao ver o namorado no chão, sem camisa e com o lençol coberto somente até a virilha foi à visão perfeita para excitá-lo. Apreciando a vista, ele puxou o cobertor bem devagar para não acorda-lo. Deixou à mostra aquela cueca samba-canção de patinhos que parecia ser a única roupa íntima que tinha. Sorriu. Afinal, a piada não perdia a graça. Debruçou-se e deu um leve beijo no volume. Levou sua mão até o peitoral, deslizou-a levemente. Beijou seu mamilo esquerdo o instigando a beija-lo mais. Fez uma trilha de ósculos (chupões delicados) até o umbigo. Passou a língua neste descendo até o volume novamente. SungMin sente uma mão levantando seu queixo. É Kangin, fitando-o amorosamente. Esse empurrou a cabeça do amado com sutileza contra o seu volume, implorando com o olhar o quanto queria aqueles lábios maravilhosos colados no seu pau. SungMin tirou aquela samba-canção que tanto o fazia rir e jogou-a para o alto ainda arfando os risos por não livrá-la nunca. Kangin sorriu apreciando a face do mais novo.

Minie encarou o pênis do guaxinim, o abocanhou e, em breve, o sugava. Os movimentos feitos eram tão frenéticos que as mãos de Kangin continuavam só acariciando os cabelos, não necessitava pressioná-lo contra o seu corpo. Quando totalmente duro, Sungmin parou. O retirou da boca fazendo-o observar o membro novamente, desta vez, cheio de veias saltadas. Isto o fez babar. Como o pênis do Kangin era lindo! Para Sungmin, aquilo era o bastante. Ele podia gozar só vendo aquela imagem, porém, ele podia mais, queria mais, e era motivo de mais.

Minie subiu em cima do noivo, tendo ajuda ao retirar a cueca que estava prestes a explodir com tamanha ereção. Encaixou o membro dentro de si e cavalgou sem piedade. Em tamanho êxtase, olhou para o corredor que tanto o deixava inseguro, sendo pego com o mais velho lá. Kangin observou a cena de camarote. Parou com o ato e o carregou até o carro em seu colo sem sequer retirar o membro de dentro do menino.

– Que tal irmos à China de carro em primeira classe? – sorriu maliciosamente.

Minie o encarou com um sorriso.

– Mas e o oceano?

Kangin gargalhou virilmente, encarou o noivo empurrando o quadril pra frente, fazendo esse gemer. Olhou com uma expressão safada e irônica.

– Desculpe, mas não vou deixar mais nada nem ninguém atrapalhar o meu fim de semana.