Pink Tape – Spin Off

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Não consigo lembrar de quase nada da madrugada de ontem…. Lembro algo da garota, Amber. Lembro dela sem blusa, lembro de algo semelhante a um beijo, mas depois acredito que apaguei. A Emilie tinha uma personalidade idêntica a dela, até seu vício em drogas leves em troca de um preenchimentos em fundos emocionais. Os discursos, o modo que fuma o cigarro, até mesmo o frio que sente quando toma LSD via cutânea se assemelha a minha personagem. Emilie. Emilie, olha só onde fui te encontrar! No corpo de uma tomboy… Preciso do telefone dela, pelo bem de Pink Tape. O corpo já está pronto, só preciso dar a vida. Toque divino de uma mulher, no corpo de uma mulher… Ou quase.

– Jin. – Esbarrei com ela no corredor.

– SOOJUNG! – Pulou em cima de mim quase as lágrimas enquanto me sufocava com aquele abraço intenso até demais.

– Au, o que houve? – Questionei quase a chutando. Provavelmente única maneira de sair viva dessa ursa.

– Fiquei tão preocupada! Passamos a noite falando de vocês! Nem conseguimos ir até o fim… Tá com raiva de mim?

– O que? – Tento por a cabeça no lugar. Do que é que ela está falando? O que eu tinha que fazer? – Aé! Tem o telefone daquela menina, a Amber?

– O que? Não me diga que gostou dela? Fiquei preocupada pra nada! Perdi a noite com a Vic atoa?!

– Vocês não transaram? Por quê?

– Por que fiquei preocupada com você! Como eu ia adivinha que de repente começou a gostar de “rapazes”? – Sim, fez as aspas com os longos dedinhos.

– Calma, não quero o número pra ficar com ela. Só quero…  – Avistei a Luna há uns 20 metros. Dei tchauzinho, ela viu e ignorou. Saiu voada seja lá pra onde foi. Fiquei preocupada.– Preciso ir…

– Hã?

– Depois pego o número, licença. – Saí correndo atrás dela. Será que está chateada por ontem?

Ela entrou na sala. Aula de estatística. Precisa de passe para entrar na sala, e eu tinha esquecido o meu.

Depois de 4 horas, voltei a procura-la. Perguntei nos corredores mas ninguém tinha certeza se a viu, até que lembrei que ela tem treino hoje.

Como imaginei. Encontrei-a chefiando a equipe de Cheerleading. Nossa! como ela ficava gostosa com o uniforme… Parecia estar muito brava, mandando o povo fazer umas flexões escrotas por capricho e afins. Decidi não me meter e só falar com ela mais tarde, quando estivesse em casa, bem. De banho tomado, entende?

“Luna”, gritei no portão da casa dela em plenas 19h da noite. A campainha estava quebrada e parece que ela não quer atender o celular de jeito nenhum. “Luuuuna”.

– Sh… – Disse a própria da janela – Já vou abrir! – Praticamente cochichou furiosa.

Ao abrir o portão, fui dar um abraço, ela logo estendeu a mão e questionou zangada:

– O que veio fazer aqui? – Cruzou os braços. – Minha avó está doente e detesta barulho! Me vem você gritando a essa hora da noite aqui em casa?

– Perdão, você deixou o celular desligado…

– Estava estudando, não queria ser incomodada.

– Então por que não me chamou para estudar como sempre faz?

– Porque não quero levar outro bolo pela Choi Jinri…

– Ah, então tá brava por aquele dia?

– Claro que sim! – Viu que se entregou e então ficou sem graça.

– E foi legal? – Tentou ser arrogante. – Gostou da A-M-B-E-R?

– Quem? – Amber? A menina que quase transei ontem? – Que isso, Luna…

– Uai, não foi o que a Choi Jinri disse? “A amber está te esperando”?

– Desculpa, gata. É porque eu tinha marcado com a Jin há tempos, era uma saída importante que eu não podia furar…

– E você transou com ela?

– Claro que não! – Mas quase. – A menina é tomboy e não tem peitos… – São maiores do que os meus, ainda!

– Então só voltou atrás porque tenho peitos?

– Voltar atrás? Não aconteceu nada, não era para ter acontecido nada! Era só uma amiga da Victória Song. Eu só fui acompanhante da Amber para segurar vela. – Cruzei os braços. – Eu e você não somos nem namoradas pra ficar tão brava comigo! Não houve nada, só o fato de além de me enrolar ainda fica me interrogando…

Luna ficou séria. Realmente aquela situação dependia dela. Tínhamos um relacionamento que só não se tornara namoro porque ela não permitiu.

– Bem… – Tentou mudar de assunto. – A noite foi legal? – Perguntou de braços cruzados e fazendo um biquinho preocupado.

– Eu preferia ter ficado com você…

Com a demonstração meio tosca de carinho da minha parte, Luna se encheu de alegria e deu uns dos pulinhos fofos que dava sempre que ia me dizer “oi”.

– Verdade? – Sorriu.

– Sim… – fiquei meio sem graça com isso.

Ficou toda derretida com tudo isso. Meninas héteros são muito fáceis, por isso se magoam tanto, Deusa a livre.

– Quer dormir aqui? – Ela propôs animada.

– Sua avó não está doente?

– Não, só está vendo a novela. Ela é quase surda, não tema, ela não vai nos incomodar.

Como não capitar a mensagem subliminar por trás de um convite desses?

Entrando no quarto da Luna, fiquei surpresa com o aspecto e vi que minha mãe tinha razão, meu quarto é uma zona. Sério, o quarto da Luna era mais limpo que o da Sulli, e tipo, a Sulli é filha de militar. Em compensação, parecia um quarto de criança; paredes rosa, cortinas tipo da Barbie com laços imensos,  uma coleção assustadora de bonecas de porcelana divididas em três prateleiras de parede e uma estante de livros com contos infantis. Tudo rosa e assustador… Seria o cenário de Pink Tape?

– Ah… Você fez a faxina? – tentei desviar o foco do terror psicológico que a decoração me causava e concentrar-me na limpeza que o quarto exalava.

– Lol, claro que não. – deu risadinhas como se algo fosse muito engraçado. – A minha avó que o arruma para mim…. – Me ajuda a empurrar a cômoda para a porta? – Foi arrastando uma grande cômoda lilás em forma de baú para a porta.

– Pra quê? – fui empurrando.

– Precisamos trancar a porta, oras.

– E… Por que não usa a tranca?

– Minha avó não tem coragem de me dar uma…

– Ah… Seu quarto é tão… – Assustador? – Organizado, não sei porque a preocupação por parte dela…

– Ah, não é desconfiança comigo, ela tem medo de pegar fogo ou alguém entrar pela minha janela e não ter como eu fugir…

Que bom, porque quero fugir… Tira essa cômoda daí, moça!

– Meu Cravo(piano medieval) ficava aqui… Mas tive de tirar porque não combina com a decoração.

– Toca Cravo? – Fui me aproximando despindo a minha blusa. Essa informação de repente fez o meu tesão voltar.

Agora sim! Pink Tape.

– Toco desde os cinco anos… Minha avó era professora antes de ficar surda…

– Ah, que pena por ela… – Minhas mãos já tocavam o corpo dela ainda vestido. Passava por dentro da blusa com a real intenção de tirá-la.

– Sim… – Luna me abraçou delicada. – Posso botar uma música no radinho da Barbie? – Sorriu.

– Ah… – Em cima da escrivaninha rosa da barbie? – Pode sim, gata.

Ela podia colocar de tudo,  menos o que me frustrasse: cantorazinhas americanas da Disney, Nick e afins. Por favor, por quê?

– Gata… O que é isso? – Fui o mais educada possível. Meus ouvidos estavam sendo torturados, socorro!

– É a Demi Lovato, Heart Attack! É o que você está me causando! – Me beijou risonha pela piada tosca.

– É, essa música tá causando isso em mim também. – Falei antipática.

– Ai, Krys! Deixa de ser grossa… – Se afastou com os braços cruzados. Olhou-me amuada, tirou a blusa e deixou a mostra aqueles peitões lutando para não pular do sutiã.

Fiquei com muita água na boca, ela veio de mansinho acariciando o meu rosto fitando-me com desejo de apoderar-se de mim.

– Quando vou para a sua casa, a gente não escuta o que você gosta? – Beijou o meu pescoço, ai que tesão… assenti com a cabeça que sim. – Então…Na minha casa, a gente escuta o que eu gosto… – Beijou o outro lado do meu pescoço. – Tudo bem?

Confirmei balançando a cabeça e a ataquei com os lábios cheios de desejo. Nenhum beijo nosso tinha sido antes tão sedento. Apalpei a bunda dela naquele shortinho jeans com força, como ela ficava gostosa de jeans! Imagine sem…

Deitamos na cama aos amassos, ela parecia mais atrevida hoje. Desabotoo o shortinho e mandara-me tirá-lo. Que delícia quando ficava mais safada. Usava uma calcinha de pano branca, dava pra ver de longe que tava depiladinha.

– Krys, vem brincar comigo. – Apalpou os próprios seios sugerindo neste ato que eu os mamasse, e claro, farei com todo prazer.

Apalpei-os indo em direção ao esquerdo que tava com o bico mais rijo. Abocanhei sugando dando leves mordidinhas, arranhando meus dentes da base ao pico repetidas vezes. Pincelava a ponta com a língua que deixava Luna alucinada, contraindo levemente o corpo. Fiz um círculo de chupões em volta da auréola e brinquei com as mamas com o meu rosto entre elas. Passei para o bico direito, dando uma mamada safada. “Morde levinho, Krys” Luna suplicava se contraindo de prazer com a minha selvageria. Missão dada é missão cumprida, mordi a pontinha do bico levemente diversas vezes. Luna começou a abafar os gemidos agora mais altos com o travesseiro no rosto, mesmo assim seus gemidos eram consideravelmente audíveis.

Pus uma das mãos dentro da calcinha dela que já estava bem molhada, poderia fazer um firsting que ela não sentiria dor alguma. Provei seu néctar que deixara grandes rastros na sua lingerie. Seu gosto era adocicado, como Luna. Fiquei animada pra descer até lá e fazer a selvageria de verdade. Retirei a calcinha com os dentes. Estava quase certa, não estava totalmente depilada, tinha o desenho bem fininho do bigode do hítler aparadinho, sabe? Me deu ainda mais tesão.

Brinquei com o meu dedo no bigodinho dela, ameaçava entrar a qualquer momento. Quando Luna abrira um pouco mais a perna, penetrei com o indicador. O corpo dela se contraiu por inteiro, os músculos faciais estavam rijos, comprimia os olhos de maneira involuntária.A movimentação estava tão intensa que Luna se esforçava para continuar mantendo a perna aberta, sua perna esquerda tremia e até o seu ânus piscava.

Pus mais um dedo. Massageava seus pequenos lábios com a língua enquanto socava os dois dedos na bixinha. Seu clitóris estava ereto, mas resolvi não mexer lá por enquanto, tive medo dela gozar logo, pois estava muito tensa e eu ainda queria fazer mais brincadeirinhas.

– A Unnie tá gostando? – fiz uma voz de aeromoça.

– Enfia mais fundo, dongsaeng. – Gemia se segurando para não fazer um escanda-lo de prazer.

Com um pedido desses, nem hesitei, coloquei o 3° dedo e penetrei mais fundo conforme suplicara. Pressão leve, mas profunda.

– Ai, Krys… – Apoiou a sua mão na minha ajudando a enfiar os dedos mais fundo. – Amor…- Ela queria todas as suas lacunas preenchidas, principalmente as que namorado nenhum preencheu, as do coração.

Luna se sentia tão mal com as decepções que tivera na cama que os meus toques, mesmo os menos habilidosos, eram capazes de despertar conforto ao ponto de chamar-me como jamais chamaria em bom estado, Amor.

Luna deslizou os dedos da mão direita para brincar com o próprio clitóris enquanto utilizada dos dedos da outra mão para beliscar e brincar com seu mamilo esquerdo. Antes de me conhecer, Luna não se masturbava, nem sequer gozava sempre durante as transas com seus namorados homens, egoístas.

– Krys, eu sou gostosa? – Questionou se insinuando ainda mais para mim.

– Mais linda impossível.

Tirei os dedos de dentro dela por enquanto. Quero brincar com a boca agora. Retirei a mão da Lulu que brincava tão assiduamente com o grelinho, beijei os dedinhos dela e chupei a membraninha tão ereta que ela acariciava. Agora foi quase inevitável, ela soltou um gritinho agudo que nos preocupou.

– Luna! – Cochichei nervosa.

– Desculpa! – cochichou preocupada. – Será que a minha avó ouviu? – Ela questionou preocupada.

– Vai lá ver…

Eu é que não arrisco… Porta sem tranca, sabe-se lá.

– Ah, não! Vamos continuar… Se ela empurrar a gente vai ver. – Me beijava enquanto argumentava.

– Tem certeza? – Retribuí os beijinhos preocupada.

– Sim… – Colocava a mão esquerda por baixo da minha saia. – Tira a roupinha, também quero brincar… – Fez um biquinho lindo pedindo.

– Agora não, ainda tá na minha vez! – deitei-a novamente descendo ao ponto que estava.

Agora ela tava mais calma, aproveitei para apelar com as brincadeirinhas sem medo dela gozar fácil. Deslizei a minha língua de cima para baixo, dando leves pressões na região da vulva. Brinquei com o clitóris utilizando a ponta da minha língua em movimentos circulares, desci mais um pouco para os pequenos lábios e os beijei com vontade. Subi e suguei a entrada de sua uretra enquanto massageava o clitóris com o dedão. Com o prazer que sentia, suas pernas ameaçavam fechar, mas sua mão continuava apoiando a minha cabeça equanto a outra beliscava o seu delicioso mamilo.

Como o ânus ainda piscava, senti-me desafiada a brincar com a língua lá. Fiz uma cunete caprichada naquela bundinha nervosa, e quando ela menos esperou, dividi 3 dedos de volta a xaninha e o mindinho pra brincar mais embaixo(cu). Penetrei desta forma diversas vezes, até ela se contorcer a tal ponto de virar-se e ficar de quatro pra mim, empinando bastante o bumbum.

Mordi as nádegas redondinhas e malhadas da Lu, brinquei mais um pouco com a minha língua no ânus dela e introduzi o dedão, voltando a penetrar junto com os três dedos na vagina.

– Ai, que feio, Krys! Me comendo de quatro! – gemia quase gritando.

– Sh… Não grita, Lu, sua avó é surda mas pode ouvir!

Gemia sem controle algum do próprio corpo, quicava nos meus dedos como uma louca enquanto acariciava o próprio clitóris. Masturbava-me de joelhos com a outra mão enquanto comia a Luna e admirava esse corpão por outro ângulo. Acho que foi a primeira vez que fizemos DP. É muito gostoso sentir o controle dela em minhas mãos! Bem… Em uma delas…

Quando ela gozou, saiu um squart tímido molhando toda a minha mão. Gozei ao ver a deliciosa sujeira que Luna tinha feito.

Eu e a Unnie deitamos uma ao lado da outra exaustas demais para qualquer movimento. Abraçamo-nos confortando uma a outra ao som da Demi Lovato para me broxar nessa pós-transa.

– Posso desligar a coisa que você insiste em chamar de música, gata?

Luna riu e assentiu com a cabeça. Desliguei o radinho tosco finalmente, deitei-me a recebendo em meus braços, quase adormecidas, ambas com cheiro de sexo.

E então, observando o quarto rosa, lembrei-me de Emilie e consequentemente de Amber. Filtro rosa, cor inocente e infantil, com leve traços de terror, bonecas brancas de vidro usadas como grandes símbolos no cinema de horror oriental, contrastando. Amber, qual seria a sua reação te trazendo aqui? Preciso pedir a Sulli o telefone…

Obsessão

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Durante muito tempo busquei lutas que me deixassem mais forte. Meu verdadeiro motivo existencial era a morte dos meus oponentes; quem ficasse no caminho iria alimentar o meu objetivo vital. Matei tantos que até invejo o inimigo que é morto pelas minhas mãos; quando ele se debate e implora por vida ou uma morte rápida com lágrimas intensas nos olhos, viro-me e conforto-o “Sinta-se orgulhoso, essa mão que vai te matar, matou mais de mil”, e dou o golpe final. Após sua morte, devo enviar o corpo o mais longe possível do cenário. Ninguém pode encontra-lo, nem mesmo meu mestre de combate.

Os Shinobis estão sob juramento de batalha, um corpo de Shinobi possui muitas informações que devem ser preservadas. Ainda que em uma guerra, a ética e a moral nunca deixam de ser válidas, somente o oponente guarda as lembranças e apenas via luta. Se ele está morto, não tem porque buscar proteção dentro das mais profundas táticas de batalha, aquelas técnicas tão pessoais que marcavam o ninja como o único. Mesmo que quisesse violá-lo, quebrar o código de ética chamando um especialista em drenagem de minha confiança, ou usando jutsus proibidos para tomar o poder que meu oponente tinha sacrificando minha integridade como ser humano, nunca me importou quais as armas que um ninja têm; nível de força ou segredos hereditários. Para mim, isso não mais que faz parte de qualquer Shinobi, mesmo que fossem artifícios diferentes, técnicas únicas, isso não era um diferencial para mim. Surpresas são diferenciais para mim, e só tem uma surpresa que me cativa: a quantidade de tipos de pênis que existem em um homem.

Como um estranho hobbie, após matar os meus inimigos, checo seus genitais para alimentar a minha teoria de que surpresas sustentam o ser humano como ser humano. Não importa a vida que leve: uma parada de Genin, agitada de Chunin, arriscada de Jounin ou ainda pior como a minha na hierarquia, os Anbu; todo o ser humano precisa de um passatempo medíocre que o faça se sentir bem, e normalmente precisam estar carregados de surpresas. Por meio de lutas, é tão comum para mim que não consigo atuar na área não entendo como minha vida, apenas minha vida. Cada missão é só mais uma missão, cada inimigo morto é só mais um Shinobi que falhou cumprindo seu dever. É a vida, apenas. Atingir meu objetivo de ficar sempre mais forte, minha ideologia. Surpreender-me refletindo cada falo como um novo falo é o que me sustenta como ser.

Não me considero um pervertido ou com um passatempo estranho típico do diletantismo. Ao contrário. Enquanto as pessoas consideram seus genitais vergonha ou exclusivo para reprodução, excreção, eu os vejo como contemplação. Não me interessa toca-los ou usa-los para nada, apenas observa-los. Juro que quando vejo um, já me bate a emoção – inclusive, única que sou capaz de distinguir, porque não sinto, não costumo sentir -, o espanto, a surpresa, a admiração de um milagre divino. Quando vejo crianças se surpreendendo com o meio que vai descobrindo durante o crescimento, penso que temos isso em comum com alvos não tão desiguais, não é apenas um falo, é o falo. Como Deus conseguiu criar tantos pênis diferentes? O pênis é como uma identidade, uma digital impressa em cada ser. Me surpreendo como pode, em mil homens, cada um ter um de um formato, tamanho, espessura, cor, tipo, até os prepúcios ou a falta deles ajudam na distinção. É fascinante.
Nos livros sempre busquei informação sobre a vida, sobre hábitos típicos humanos e o que os nutre espiritualmente. Em um livro tribal li que os falos representam força em muitas culturas, e analisando as informações passei não mais  avaliar os pênis dos meus companheiros. Se vou medir a força, que seja sem preconceitos, terei de lutar para então confirmar se as informações são ou não verídicas. Até então, certo. O livro tornou-se minha bíblia sem questionamentos; os guerreiros mais difíceis de derrotar eram os que tinham pênis mais brutos. Os falos tornaram-se mais do que um simples alvo de admiração, mas um mensor de performance em capo de batalha. Tornei a verdade absoluta do mundo por meio de comprovação posterior, até conhecer Uzumaki Naruto.

Eu expliquei que não analiso os pênis dos meus companheiros… Mas com Uzumaki Naruto foi impossível. Primeiramente, o nosso primeiro contato foi por batalha, mesmo que tenha sido uma brincadeirinha. Testando sua força, pensei que não tinha sequer pênis e que toda aquela tagarelagem de que era um ninja especial remetesse apenas a sua condição como um Jinchuuriki. Não, ele era mesmo forte, mas nunca tinha visto um falo tão delicado na minha vida.

Inicialmente obtive a satisfação de comprovar mais uma verdade que eu carregava quando tomamos banho pela primeira vez. Não sei se a água quente influenciava, mas seu pênis estava bem escondido, muito mais que o meu. Na primeira luta, seguindo a análise de seu potencial, vi que era bom. Então fiquei um pouco desconfortável e extremamente curioso. Como seria realmente o seu falo? Não dormiria em paz até comprovar a minha teoria, precisava de respostas decentes.

Durante as noites, descobria-o delicadamente, sem que ele percebesse. O problema é que os sonhos eróticos eram diários. Não poderia concluir nada com seu pênis duro, porque como o meu, se modificavam e escondiam os mínimos detalhes analisáveis. Comecei a esperar.

“Que tal um banho na lagoa?” tentei expressar simpatia.

Ele apenas me deu as costas e saiu. Não entendi muito bem o que seu rosto dizia, mas acho que ele não gostou da proposta.

Comecei a ser mais cauteloso com os meus estudos. Sempre esperava Naruto ir tomar banho para que eu fosse logo atrás, mas ele era meio… Retardado. Primeiro entrava na água e então tirava a roupa. Parece que fazia isso para lava-las e vesti-las limpas no dia seguinte. Esse homem não deveria ter pênis, não segundo os meus estudos…

Essa minha obsessão chegou a ir tão longe que pensei em mata-lo num treinamento só para poder finalmente tirar essa dúvida cruel de mim. Tinha que existir outra saída, não é possível. Fiz uma estratégia tosca, mas tão friamente calculada que confiei na certeza do sucesso. A intenção era paparicar Sakura ao máximo anonimamente para que ela finalmente desse uma atenção a ele. Com isso, o intuito era fazê-los se estreparem para que Naruto finalmente pudesse parar de ter sonhos eróticos. Podia dar certo, ou o plano trabalhoso poderia ir por água abaixo se Naruto for um pervertido e passar a ter ainda mais sonhos eróticos por imaginar o que faria com ela no dia seguinte. Como era a única coisa em mente, decidi arriscar.

Todo dia era uma nova flor, um novo catão entre outras coisas que sempre li de como satisfazer as pessoas em uma situação amorosa. Como mulheres eram sempre flores, tentei. Só tinha um furo na minha teoria, Sakura podia se confundir, e então acabou se apaixonando por mim. Eu não contava de forma alguma com isso, por que nunca demonstrei – até porque nem posso – interesse algum por ela. Na cabeça dela, Naruto era tão infantil que jamais pensaria nisso. Bingo, ele ficou tão deprimido que os sonhos eróticos cessaram.

Depois de uma longa “aventura”, várias feridas que lhe causei por querer mata-lo, perder tempo criando estratégias perigosas só para poder olhá-lo, cheguei enfim ao meu objetivo enquanto ser sustentável. Em um sono pesado, averiguei suas expressões faciais. Provavelmente sereno. Isso significava talvez que seu sono estivesse pesado.

Com leveza, puxei o lençol que o cobria. Posicionei-me abaixo entre suas pernas, para facilitar a retirada da peça. Puxando o shorts, foi inevitável a surpresa, o fracasso da minha teoria. Pela primeira vez eu estava errado. Confirmei. Aqui estava o fim das minhas perguntas, mas início de outras questões. Únicos sentimentos que eu era capaz de distinguir era a surpresa, mas além da surpresa senti algo novo. Tentei averiguar na minha cabeça o que os livros denominavam os sintomas presentes agora em mim. Eu tinha vontade de chegar mais perto, fareja-lo, de senti-lo com as mãos, com a língua. Eu estava curioso para saber se era real. Mais do que uma surpresa, era uma necessidade. Pensei que minha existência estaria em jogo se eu não fizesse. Eu simplesmente não podia acreditar.

Com ainda mais cautela, puxei seu calção até coxas. Acariciando com leveza, me toquei que era a primeira vez que eu sentia a textura de um falo que não era o meu. Aproximei o meu rosto sem desviar o olhar da face de Naruto. Senti seu cheiro agridoce de água com sais de ervas, provavelmente do banho termal que tivemos mais cedo, e seu leve suor noturno. Uma fragrância viciante.

O sabor também seria inesperado? Pus de leve a língua, o mais rápido para que não o acordasse. Era tão maravilhoso que abocanhei esquecendo-me dos disfarces que tinha aprendido nos livros sobre plena situação. Pronto. Era esse o nome do novo sentimento que eu estava tentando categorizar, descontrole. Surpresa, descontrole.

Agora tenho duas distinções emocionais para a minha coleção.

Eu estava realmente descontrolado, não conseguia parar de senti-lo em mim, eu tinha vontade de engoli-lo, digeri-lo com vontade, presencia-lo dentro de mim da forma menos abstrata possível. O pênis de Naruto foi a fonte de rompimento ideológico vital que eu carregava. Agora entendo como os que acreditam em um seguimento espiritualista se sentem ao descobrir uma inexistência de seu Deus. Eu estava me sentindo como um ateu; surpreso, desacreditado, descontrolado.

Agora eram três.

Perdido em inconsciência, todos os meus sentidos estavam voltados apenas para o ato. Minha guarda estava completamente baixa, cheguei a pensar se o que eu estava fazendo era deixar de ser Shinobi. Com tanto pensamento descontrolado na minha cabeça, com tantas emoções novas distinguidas, confusão em mente, acordei do transe quando sinto um chute diretamente da sola em meu rosto. Naruto tinha acordado, e pelo sua face parecia estar furioso.

Mais um soco foi dado, mas dessa vez, suas expressões mostravam confusão. Não sabendo como reagir, apenas o imobilizei como as mãos e pedi calma. Ameaçou gritar, então o calei colando os nossos lábios, único membro livre para fazê-lo. Tal foi a força que mordeu meu inferior que o gosto de ferro me irritava. Pedi calma novamente, só que agora o jogando no chão com o meu corpo por cima. Suas faces tornaram a ruborizar, mas agora de vergonha. Ele começou a se debater tentando fugir ao máximo da situação, paralisei suas mãos com mais força e beijei os lábios novamente antes que ele tentasse gritar. Surpreendeu-se outra vez.

– Por favor, pare. Vai acordar a casa inteira. – Pedi.

Ele franziu o cenho aparentando estar com, acho que, raiva…

– Peço desculpas. – Soltei seus braços. Demonstrei um sorriso amigo, mas lembrei que essa expressão estava tão barrada pelo grupo que nunca conseguiam diferenciar simpatia de deboche.

Levei um tapa no rosto. Acho que ele não conseguiu, como eu imaginava.

– Como você pode fazer uma coisa dessas e depois simplesmente pedir desculpas?

Tudo bem que isso o deixaria surpreso, mas não imaginei que fosse motivo para tanta algazarra. Afinal, quando tropeço no pé de alguém, são raros os casos que querem matar.

– Não sabia que ficaria tão zangado. Apenas isso. – Expliquei da forma mais normal possível.

Sua expressão tornou-se uma incógnita total. Acho que nem se eu tivesse sentimentos consideraria uma categorização.

– Escuta, eu não gosto dessas coisas. Não sou gay… – Senti sua saliva descer com muito gosto. Parecia estar nervoso, não sei. – Eu já te contei que meu primeiro beijo apesar de ter sido com um menino, foi acidental. Mas quero que entenda que eu não gosto dessas coisas. – Seu olhar começou a percorrer todos os lados, parecia que não queria olhar para mim. Em dois segundos, senti uma rigidez nas minhas coxas, era o falo dele.

– O seu pênis, ele está duro por algum motivo? – sussurrei confuso. – Você me acha bonito ou algo assim? – Questionei tentando entender.

– O que? – perguntou assustado. – Não é anda disso! – Sua face ruborizou novamente. – Por que eu acharia você bonito? Isso não é por você… Eu acordei assim, você nunca acordou de pau duro? – Esclarecia uma enorme irritação, mas sua fala soava bastante gaga.

Uma confusão volta a minha cabeça.

– Mas quando eu estava chupando ele estava normal. – respondi tentando compreender a situação.

– Como você consegue falar isso com tanta normalidade? – Estava assustado. Essa expressão é impossível de não distinguir.

– Mas é verdade. Quando eu estava chupando, ele estava normal. Só está duro agora. – Toquei seu pênis para conferir.

– Não toque aí, bastardo. – me empurrou. – Se fingir que isso nunca aconteceu, eu apenas durmo em outro dormitório que não seja com você e não faço um escanda-lo.

Tentei entender a situação. Por que isso era tão grave? Por que se orgulhava quando seu pênis subia por Sakura, mas quando era por mim se envergonhava?

– O problema é por você não ser gay? Olha, muitas pessoas já me confundiram com menina, então não precisa ficar preocupado. – Tentei confortá-lo.

– Não é nada disso, esquece que isso aconteceu, por favor. – tentou cobrir o falo com uma peça de roupa dobrada. Mas estava rijo, e como tinha crescido…

– Então, não vai contar para ninguém o que houve aqui?

Ele respirou fundo.

– Não, não quero armar um escanda-lo gratuito. E você é doente, não quero perto de mim, mas não o odeio, só tenho pena por ser tão escroto.

– Se for por mim, pode contar, não quero estar em dívida com ninguém.

Em um livro li que a dívida é um laço vital, se não a paga, perde o que há de mais valioso: a honra. Não quero que o que o ser humano tem de mais precioso dependa dele.

– Está tudo bem – Sorri para acalma-lo.

Sua face caracterizou um espanto. Parecia com medo agora.

– Não faço isso por você, faço por mim. Não quero que ninguém saiba que me tocou, ou que eu gost… – Travou assustado com o que ia falar.

– Gost…? – Tentei analisar a palavra. Radical de gostar, provavelmente.  – “Gostei”? Você gostou? – confundi-me com a situação?

– Claro que não! Deixei escapar uma palavra confusa sem pensar. – Sorriu tentando disfarçar. Esse menino era tão óbvio que distinguir expressões tornou-se fácil.

– Olha, se tiver gostado posso continuar fazendo. – confortei-o novamente tentando mostrar que não havia o menor problema.

– Não encostei seus lábios sujos em mim de novo. – tentou apertar ainda mais a peça de roupa. Parecia que a minha proposta tinha incentivado a crescer ainda mais.

– Naruto, eu não sei por experiência própria, mas li em um livro que se o falo ficar duro por muito tempo, pode machucar se nenhuma medida for tomada.

– Para de chamar essa porra de falo! – rosnou raivoso. – Já disse que não quero nada, deixa o meu pau em paz! – em seguida, gemeu doloroso. Parece que a rigidez já estava trazendo a dor.

Me aproximei, agachei entre suas pernas e retirei suas mãos do local. Ele tentou resistir mais um pouquinho, mas quando abocanhei, ele parou. Com muito esforço, mas parou. Senti suas coxas tremerem nas minhas bochechas. Olhei para o seu rosto, e ele estava horrorizado e aparentemente derrotado, como a face dos bons Shinobis vencidos em guerra, tudo ao mesmo tempo. Mesmo ele sendo expressivo, sempre confunde as minhas distinções.

– Se estiver muito nojento, pode fechar os olhos. A dor logo vai passar, e eu logo sairei daqui, tudo bem?

Ele não respondeu e não se mobilizou da posição que estava. Apenas ignorei e continuei fazendo o que estava a fazer.

Voltei a analisar a estrutura, o tamanho que se modificou tão intensamente, o quão quente estava e o gosto novo que passava a surgir. Com toda a vontade, suguei tentando imaginar como seria se ele se desfizesse pela temperatura, como açúcar em caramelo. Umidificou meus lábios, seu membro estava ainda mais molhado, não exatamente pela saliva, mas o novo gosto surgiu quando seu pênis excretou um líquido agridoce como o cheiro do falo, antes. Seu quadril tremia muito, suas coxas passaram a se debater com êxtase, mesmo que controladas, o fluxo de movimentos era muito, parecia estar com frio. Impossível, seu corpo estava muito quente.

Em pouco tempo, uma torrente viscosa invadiu a minha boca, escorrendo um pouco pelo canto. Fui olhar o que era, e o líquido era branco com um cheiro forte de suor. Olhei a face do Naruto e ele parecia enojado. Não entendi porque, aquilo não era nojento, e pelo que li nos livros, parecia ser uma ejaculação, algo perfeitamente normal nos falos duros que voltavam ao normal por método de estimulação. Observei o pênis, ele voltou a ser exatamente como era. Achei legal, apesar de ter um pênis e ter visto mais de mil, nunca tinha realmente observado um duro ficar mole e vice versa.

Fiquei um tempo digerindo o ato, foram todas as emoções atualmente conquistadas de uma vez só.

Limpei meus lábios com língua e dedos. Não era o falo, mas pedaço dele estava agora dentro de mim de uma forma nada abstrata, como desejei.

Naruto se levantou e arrumou suas coisas. Afirmou que essa sem dúvida seria a última vez que algo do tipo aconteceria. Assenti com a cabeça sustentando o sorriso tão ensaiado no rosto. Apenas vi-o partir.

Depois de uma semanas, muitas missões cumpridas; não aprendi, mas revivi um sentimento antigo que tinha me esquecido. A saudade. Como um ninja de guerra ou contratual por morte, tornar-me um simples “escoteiro” – que era o que mais pareciam as missões classe A para minha experiência –  dificultou a execução do meu hobbie. Ainda tenho os livros, mas desde o pênis do Naruto, minha obsessão por falos aumentou, e torna qualquer outro passatempo insuficiente para o meu entretinimento. Se eu pudesse contemplar Naruto novamente…

“Esse cara é um pervertido mesmo”, um sussurro vindo do meu quarto.

Corri para ver o que se passava, e era nada mais nada menos que Naruto fuçando os meus desenhos no varal.

Até eu me assustei, até então não tinha notado o conteúdo das minhas artes. Inconscientemente eu tenho reproduzido o falo do Naruto em diversas performances, desenhei e pus para secar sem perceber.

Não me atrevi a olha-lo, não que eu me importasse, mas estender tudo isso só seria  mais cansativo.

“Por favor, se esse quarto não é mais seu, não entre pra fuçar as minhas cois…”, cortei a fala sacando minha espada, seu chakra se aproximou rápido que achei que ele ia me atacar, até sentir um ponto de pressão macio nos meus lábios. Uzumaki Naruto me beijou.

Não sabia o que estava sentindo, então não arrisquei expressão nenhuma.

– Abaixa isso. – Puxou minha espada e a jogou no canto.

Voltou a me beijar. Realmente não sabia o que fazer, sentir, expressar, então só acompanhei os movimentos.

Ele tirou minha camisa e senti frio, mas mantive minha face serena. Se eu começasse a calcular as expressões, não ia conseguir analisar mais nada. Beijou meus mamilos e senti um formigamento nos bicos e uma queimação no dorso. Naruto parecia feliz em estar fazendo aquilo, então permaneci imóvel. Ele deslizou a língua na minha barrida indo direto ao umbigo. Lá fez movimentos circulares, me fazendo sentir uma espécie de… Cócegas? Mordeu meu baixo ventre de leve, olhou pra mim sorridente, então sorri de volta. Ele pareceu se irritar, mas não tinha nada que eu pudesse falar, porque não sei o motivo da irritação. Voltei a ficar quieto.

Abaixando o zíper da minha calça, meu pênis saltou ereto pra fora. Naruto fez uma cara de confusão e ironia, acho que talvez estivesse se sentindo um pouco desconfortável com a situação.

– Está tudo bem? – Talvez fosse melhor saber direto da fonte como ele estava se sentindo.

– Sim… – Olhou pro lado desconfortável. – Não é atoa que zoava o meu pênis… – Deu um sorriso forçado, daqueles de quebra de tensão.

– Não se preocupe com isso. – Sorri acariciando seu rosto.

Ele sorriu de volta e pôs a boca devagar. Estava na cara que era a primeira vez pelo medo dele em ter dividido a contemplação em partes. Como eu com seu falo; primeiro o cheiro, depois a língua, por último a sucção. Mas no caso dele, aparentava mais um ninja checando terras.

Em pouco tempo, Naruto já me sugava que era uma beleza. Provavelmente gostou, como eu com o dele. Será que ele me deixa fazer nele depois? No fim eu peço.

Com uma formigação boa e bastante intensa, senti meus músculos inferiores se contraírem, eu estava tremendo tanto que ficar de pé incomodava bastante. Naruto pôs o pênis dele pra fora e iniciou uma acariciação. Eu ia pedir para ele não fazer, porque eu também queria, mas quando arrisquei dizer algo, saiu gemidos arfados de mim. Não adiantava segurar a respiração, eu estava ofegante porque comecei a sentir o meu corpo exausto, mas o gemidos eu só conseguiria segurar se não falasse nada.

Rapidamente, tudo que eu sentia parou em uma só cortada, mas minhas pernas ainda tremiam e meu corpo ainda estava com leve exaustão.

– Só volto a fazer se você gemer para mim. – Disse Naruto se afastando.

Ele acariciava o falo com convicção enquanto me olhava, a queimação entre as minhas pernas voltaram, aquela cena era muito bonita de se ver.

– Se eu gemer, o Naruto-kun permite que eu acaricie o delicado pênis dele depois?

Uma veia saltou de sua testa, a face completamente irritada, até era possível ouvir ranger de dentes.

– Idiota.

Sua face amenizou, mas permanecia rubra. Voltou em um só pulo para o que fazia em mim. Como combinado, parei de segurar os gemidos, mas me policiando para que não fossem tão altos. Em pouco tempo senti meu corpo chegar em um ápice e em espaços fragmentados de tempo, meu ventre contrair. Também senti umas leves contrações retais e meu falo umidificar com algo líquido que saia de mim. Parecia que eu estava fazendo xixi, mas do contrário, não podia segurar. Era aquele líquido branco.

– Saiu um montão comparado ao seu, né Naruto-kun? – Limpei o canto de seu lábio que escorria. – Deve ser pelo tamanho brutalmente diferenciado. – Sorri recolhendo um pouco da amostra e provando se tinha o mesmo gosto.

– Eu realmente te odeio. – Disse Naruto sorrindo.

Meu sabor era mais ameno, tinha quase não tinha gosto. Como diz o ditado, os perfumes mais concentrados se encontram nos frascos menores. Não falei isso para ele, porque se irritava por ter um pênis delicado e bonitinho.

Na próxima rodada, aproveitei, e quase todos os dias a contemplação era executada.

Minha obsessão por falos perdeu a pluralidade.

Ding-dong, comida chinesa

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Sinopse:

Hangeng sempre teve uma queda por Yesung. Este é lerdo, logo, nunca reparou. Vamos seduzir um homem pelo estômago?

Hangeng estava na cozinha, concentrado. Queria ler o livro de receitas coreanas, já que mal sabia cozinhar kimbap (sushi ao estilo coreano).

– Oi delícia – chega Heechul beijando a bochecha de Hangeng em um salto

– Aish, que susto! – limpa o beijo

– Nossa que humor! Oque houve? – senta na bancada o observando

– Nada. É só o de sempre… – mexe o arroz com raiva

– Aish, por que não se declara logo? O máximo que ele pode fazer é dizer não. – chuta amigavelmente a panturrilha do chinês.

– Esse não é o problema… Espera, é exatamente esse o problema! Lembra o que fez com o Siwon? – cobre o rosto rindo

– Mas não foi tão grave assim!

– A não? – Interrompe – Você quebrou o braço dele!

– Mas eu pedi desculpa! Tanto que namoramos agora.

– Porque eu mandei você ir se desculpar no hospital aí você o viu nu e gostou… – riu novamente

– Que heresia – riu junto – Por que kimbap? – Heechul olha torto

– Porque o Yesung gosta.

– Oi gente! – Chega Yesung aparentemente acordado. Aparentemente! Vai por mim!

– Oi dongsae… – Hangeng fica tímido

– Falando no diabo… – Heechul fala se retirando

– Viraram cristãos? – coça a cabeça

– Hã? – Hangeng levanta uma sobrancelha

– Ele tava falando de céu e inferno neah?!

– Acho que estou desaprendendo coreano. Fale de novo.

– Ele falou “falando no diabo”, isso é do inferno neah?!

Hangeng começa a rir achando que é uma piada quando olha o rosto do mais novo e o vê com uma expressão bem séria.

– Não Yesung, não virei nada não… Quer kimbap? – pisca

– Não estou com fome – fala que decepciona Hangeng

Aparece Ryeowook animado gritando “Kimbaaaaaaaaap!”.

– Me dá um hyung! *olhos brilhando*

– Claro querido, tome. – o entrega como se fosse uma mãe.

– Quer um pedaço Ye-hyung? – já enfiando na boca de Yesung

– Obrigado dongsae – beija sua testa

Ryeowook sai da cozinha saltitante como sempre e Yesung vai logo atrás.

Aquela cena deixou Hangeng meio confuso, deprimido até. “Estariam os dois juntos?” – pensava o chinês.

Hangeng serviu o jantar a todos, mas foi dormir sem colocar um grão de arroz na boca. Ele pensava “Por que quando eu servi a kimbap ele não aceitou? É a comida favorita dele, aprendi a cozinhar só pra servi-lo. Será que realmente o perdi? Mas logo com Ryeowook? Quase um filho?! Ele devia saber disso?! Eu deixo tão claro que gosto dele e… Ele achou que Heechul estava realmente falando do diabo! Calei minha boca.” Se conformou com a lerdeza do amado.

Quando finalmente todos foram dormir, Hangeng já estava no 4° sono, alguém abre a porta em seu quarto. Ele não acorda, mas consegue sentir algo estranho… Era gostoso, pareciam beijos no… Espera. Beijos no pênis?! Hangeng acorda com Yesung fazendo sexo oral nele.

– Hyung, o que é isso?! – Hangeng acorda assustado

– Shhh, vai acordar o Heechul hyung! – O cala com a ponta dos dedinhos.

– Dongsae, o que significa isso? – sussurra, mas não para o mais novo de continuar.

Yesung fica calado e continua chupando o pau do mais velho. O lambe dos testículos até a ponta de seu pênis, enfeitando a glande com longos beijos e até uma mordidinha de leve, bem leve mesmo. Ato que fez a Genga gemer tentando segurar o máximo possível o volume de sua voz.

– Ye-dongsae, está gostoso, mas vamos acordar o Heechul hyung?! Não quero que pare, mas precisamos parar… Ahhhh – O chinês gozou tão intensamente que nem precisou convencer o mais novo a parar com o ato.

Yesung limpou os lábios melados com a seiva do seu amante (ai que gay). Este o fitou acariciando seus cabelos.

– É uma bela vista daqui de cima. – sussurrou o chinês com cara de satisfeito.

– Esse é só o começo do que posso fazer. – Yesung levanta dando um beijo delicioso.

– Quando posso ver suas outras habilidades?

– Vem pra sala que eu te mostro… – puxa sensualmente o chinês pela gola

Ao chegar à sala, Yeye empurra o chinês no sofá, rasga sua regata e desliza a língua de cima pra baixo rapidamente. Fixa-se aos olhos do outro, aproxima-se para um beijo, mas prefere sentir a respiração exalada, de desespero, de desejo.

– Yesung-dongsae, como sabia que eu gostava de ti? Quero dizer, eu sempre demonstrei, entretanto nunca reparou. Achei que me ignorava. E aquela cena com o Ryeowook-ssi… – Yesung o calou de novo, mas desta vez com um beijo.

Não conseguiu parar por ai. Tirou a blusa, puxou as pernas do mais velho para cima, despiu sua calça o deixando de cueca. A cueca era estilo sunga, como era branca dava certa transparência. Isto deixou Yesung ainda mais excitado. Marcou suas coxas com chupões, subindo até a virilha, arranhando esta. Sentiu seu pênis ereto. Beijou-o por cima da cueca, o acariciou com movimentos circulares. Olhou para o chinês com cara de safado. Dava pra ler oque estava escrito em tua testa. Hangeng o levantou, beijou seus lábios com calma demonstrando que a noite não precisava acabar tão rapidamente, já que Yesung estava mais que desesperado.

O chinês abriu o zíper do Yeye, colocando seu membro pra fora. Ao olhar o quão rijo estava e o quão grande era Hangeng caiu de boca. Yesung louco ao ver aquilo empurra os quadris pra frente e pra trás o fazendo levemente engasgar. O chinês se recompôs tirando o membro da boca e dando uma lambida, o sugando pra dentro de novo. Este é retirado novamente, logo deixando a Genga implorar com os lábios não mais ocupados:

– Ye-dongsae, me come, por favor. – Suspirava

Yesung não pensou duas vezes. Puxou o chinês o virando de costas. Estapeou sua bundinha como um sinal pra ele empinar. Introduziu o seu membro com delicadeza escutando os gemidinhos da Genga. Apesar deste ser experiente, seu dongsae é muito bem dotado, causando então incômodo demais.

– Devagar, por favor, Yeye. – faz bico

– Desculpa, não queria machucar o hyung. – Começa a masturbar o mais velho.

– Arf dongsae – Se contorce para beijar o mais o novo enquanto geme baixinho

Yesung aumenta a velocidade dos quadris e da masturbação. Fez Hangeng gozar necessitando o calar com beijos, já que este não aguentou o prazer quase gritando. Logo em seguida o mais novo também gozou caindo por cima do outro.

– Gostou das minhas habilidades? – Diz rindo e ainda sibilando com o orgasmo.

– Será que não se esqueceu de nenhuma? – O olha sorrindo e acariciando seu rosto.

– Se me mostrar as suas na cozinha vai ganhar mais.

– Então vamos pra lá – puxa Yesung empolgado

– Não, você não me entendeu. – segura o hyung – pode cozinhar mais pra mim?

Hangeng o olhou não entendendo

– Desculpe-me? – levantou a sobrancelha

– Heechul hyung falou que o kimbap foi em homenagem a mim, e que preparou a minha comida favorita porque me gostava muito.

*flash back real*

– ELE COZINHOU KIMBAP PRA VOCÊ PORQUE GOSTA DE VOCÊ SEU LERDO! POR QUE NÃO O ACEITA? SEI QUE VOCÊ É UMA BICHA E ANDA SAINDO COM GAROTOS, POR QUE O HANGENG NÃO? POR QUE, POR QUÊ??? – estapeia Yesung enquanto grita.

*fim do flash back*

– Aish, não acredito que ele tenha te constrangido assim. – ri – Aquele ser desprezível – ri ainda mais.

– Ele não me constrangeu. – segura o queixo do hyung – Aquela comida estava deliciosa. Se realmente a cozinhou pensando em mim, pude sentir o seu carinho. Acredito mesmo que me ame só em saborear aquele arroz com algas bem feito, feito pelas mãos que me deram prazer esta noite. – dá um selinho leve – Hyung, nunca ouviu falar da frase “se cozinha bem pode casar”?

15 segundos

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Sinopse:

15 segundos, sem dúvida, pode durar mais do que você possa imaginar.

Na sala de treinamento, Tao e Kris se encontravam exaustos, praticamente desmaiados a vigor do treino de hoje. Geralmente, Tao usava a sala sozinho, já Kris costumava praticar com todos os outros membros. Hoje foi uma exceção.

– Kris?

– Sim?

– Eu gosto de você…

– Que bom… Também gosto de você…

– Então….

– Então…?

Estavam os dois lado a lado poupando o pouco ar que lhes restavam. Ambos se encaravam aguardando uma ‘pós-declaração’. “Você tem algo a dizer?” questionavam com o olhar. Kris desistiu, decidindo se levantar ignorando a declaração do outro e consecutivamente a sua.

Foi ao banheiro do dormitório – que era coletivo – despiu-se e assim começou seu banho. Esfregava sensualmente o seu cabelo, até aparentava ser proposital devido aos movimentos e a forte respiração que vinha do Box. A água estava fria, como Kris precisava, pois seu membro estava rijo, precisava disfarçar. Contudo, foi tudo em vão. A imagem do Panda estirado no chão pelo cansaço o apaixonara. “Preciso ver aquela cena de novo”, pensava.

Enquanto desligava o chuveiro alguém apoiou a mão em cima, como se estivesse o impedindo. Ao se virar pra ver quem era tomou um susto, pois era aquele que seus pensamentos buscavam, Huang zi tao. Estava nu, sorria timidamente, o fofo de sempre. A cena calou Kris completamente. Ficou paralisado por 15 segundos esperando seu sangue chegar ao cérebro.

– Ah… Tao! Eu… Ia mesmo atrás de… voc…– Foi silenciado pelo dedo indicador do mais novo, que chegava mais perto, cada vez mais.

Quanto mais perto seu rosto chegava seu dedo ia escorrendo, como as gotas de água daquele chuveiro ainda aberto. Wu Fan só sentia a respiração quente de Tao em seu rosto, o puxando para um delicioso beijo sobre a água.

Kris, com seu pau ainda duro, sentiu o de Tao endurecendo conforme se encostava ao seu. Ambos se amassavam bem excitados, Kris tentando apressar pro grande final, já Tao o segurava para que todo o momento durasse mais.

Kris o soltou para contemplar com os olhos aquele divino corpo. Tamanha era a apreciação sobre aquela sensualidade, com o corpo todo malhado, pele morena, quadril e tronco bem delineados, sem contar os olhos selvagens e os efeitos que água corrente causava em sua cena, permitindo-se fazer uma alusão ao Guarani.

– Você é… muito lindo. – Os olhos de Kris aparentavam saltar das órbitas.

Seu desejo pelo moreno era ainda maior.

Tao continuava calado e apenas sorria seguindo o que lhe cabia. Voltou a beijar Kris – que estava com o maxilar quase quebrando de tanto olhar o Panda pelado – sentindo as mãos do outro o bolinarem assiduamente, mãos que exploravam seu corpo o absorvendo totalmente para si que logo eram acompanhadas pelos lábios que chupavam milimetricamente seu corpo passo a passo, dentes que mordiscavam seu abdômen sem nenhum pudor.

Kris observava a face do seu amado, estando atento as reações que suas carícias selvagens o causara. Chegou ao umbigo, com a ponta da língua fez movimentos circulares e foi descendo pela linha de fogo. Quando chegou nos finalmentes Kris o desafiou:

– Você aprova?

Tao mordeu seu lábio inferior e balançou a cabeça aprovando.

Kris então lambeu os lábios e disse:

– Vamos ao trabalho. – Abocanhou seu pênis de um modo que fez as pernas do indivíduo tremerem.

Ainda mais animado com a reação, Kris começou a se masturbar enquanto sugava aquela delícia de membro, massageava seu pau ao sentir aquela coisa maravilhosa invadindo sua boca. Só pensava em fricciona-lo até seus lábios doerem. Estava tão excitado que havia fechado seus olhos para curtir o momento. Ao resolver abri-los, percebeu que Tao estava segurando seus gemidos com vergonha, a cada movimento que Kris fazia, Tao se contorcia e mordia seu lábio inferior ou seu dedo indicador dobrado, tudo pra não fazer barulho.

Kris ao perceber, parou seu trabalho, levantou e virou Tao de costas empinando um pouco sua bundinha.

– Agora me deixe explorar o outro lado do céu. – Sorriu e mordiscou de leve a cartilagem da orelha fazendo as pernas do Tao ficarem bambas.

Apertou seu membro, não com muita força, o preparando para estoca-lo no menino.

– Tá vendo isso aqui? – Pega a mão do Panda e a coloca em seu pau – Você gosta? – Apoia em cima da mão e o faz masturba-lo empurrando o quadril – Você o quer? – Tao fechou seus olhos e só sentiu aquele membro quente em sua mão pronto para tirar sua inocência, coisa que ele sonhara desde que conheceu Kris. – Certo, acho que isso é um sim. – Introduziu-o devagar. Agora sim, Tao gemia alto com a dor, suas pernas cansadas quase o fez cair.

Kris aproveitou a flexibilidade do amado e o virou passando sua perna por cima sem romper a troca amorosa. Com seu parceiro montado em cima dele, estocou seu membro com um pouco mais de força só para escutar mais os gemidinhos deliciosos de Tao ecoando pelo banheiro fechado e admirar as expressões de dor do mesmo junto aos biquinhos muito fofos que fazia.

– Tá gostoso? Quer que eu vá com mais calma? – disse Kris ofegante caçando beijos.

Tao nada respondeu, só aceitou os beijos dados.

– Ah… Então vou mais rápido.

Enfim, Wu Fan deixou seu romantismo de lado e estocou Tao sadicamente. Este arranhava as costas do parceiro enquanto introduzido, para ver se a dor diminuía. Aos poucos aquela dor tornou-se um prazer intenso que ele não largava. O membro rijo de Kris massageava sua próstata perfeitamente permitindo-o se debater em seu ápice. Gozou sem estimulação nenhuma do pênis, já sua próstata totalmente manipulada por aquele membro incrível o levou as alturas o dando um gritinho que permaneceu durante 15 segundos naquele banheiro, mas eram 15 segundos que jamais acabariam para o casal.

– Hyung… Hyung… Kris?

De repente, Kris acorda no cenário anterior, o tatame.

– Ah, você acordou! Nossa, fiquei com medo!

– O que aconteceu? – Disse Kris confuso.

– Estávamos lutando, quando sua pressão caiu você desmaiou. Estava quase chamando o médico, fiquei muito preocupado, você não parava de chamar pelo meu nome.

– Fiquei quanto tempo inconsciente?

– 15 segundos…

Me chama de Hyung, Dongsaeng!

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Sinopse:

XiuMin é viciado em açúcar, não pode consumir nada doce. Tao sabe disso e tenta dominá-lo através do vício tornando-o seu escravo. Tao será tão doce a ponto de XiuMin evitá-lo?

 

São duas da tarde e ele ainda não chegou. Xiumin costuma voltar do boxe esse horário, geralmente vulnerável a comida, pois faz dieta. Hoje tenho uma surpresinha pra ele… E pra mim também.

– Oppa! – Saltitei alegre em vê-lo chegar todo sério e cansado.

– O quê? – Questionou assustado com um olhar sério de indignação.

– “Oppa”… Não é como dizem nos doramas?

– É como as mulheres dizem nos doramas! – O desgraçado ria de mim sem parar, me zuando por um termo sexista besta. Obviamente fiquei super sem graça.

– Ah… – Sem querer faço essa droga de bico toda vez que me chateio. Posso não parecer, mas sou supersensível. Dá até vontade de chorar…

– Me chama de hyung. – Ele deu o sorriso mais lindo do mundo acompanhado de uma piscadela charmosa. XiuMin apesar de fofo era bastante viril, ainda mais pós-boxe… Deixa só ele ver o que o aguarda…

Minsok, totalmente cansado, foi direto ao banheiro do nosso dormitório. Segui-o para presenteá-lo, até que me deparei com a cena mais linda da minha vida. Meu baby de regata e cuequinha, uma boxer rosa, fofíssima da Calvin Klain pronta para ser rasgada com os dentes dependendo de mim. Contudo, não vou fazer isso. Prometo ser gentil, Minsokie… Civilizado pelo menos.

Fui de fininho atrás da porta vigia-lo.

– Min… – Chamei com charme de misterioso, estendendo uma pquena sacola de papel da padaria.

– Tao. – Se virou surpreso em me ver ali.

– Sabe o que tenho aqui?

– Não… – Confuso ficava ainda mais lindo.

– É sonho (um pão recheado com creme).

– Sonho! – Me olhava como uma criança a um brinquedo de propagandas infantis.

– Sim… – Sorrio maliciosamente. – Você quer?

Balançou a cabeça com um olhar de pidão e um bico delicioso pronto para ser estuprado por minha língua.

– Então tira a blusa.

– Como?

– Me dê sua regata.

Não pensou duas vezes, tirou-a, sem desafixar os olhos do saco, e deu pra mim.

– Agora vem pra mais pertinho. – Balancei a sacolinha.- Isso… Me dá um beijinho, vem. – Fui logo lascando os beijos enquanto ele só os recebia, porém com a mão na sacola, tentando fuçar o que havia lá.

– Adoro esse bolo! – Comia enquanto eu beijava seu pescoço e o agarrava firmemente, o explorando com as minhas mãos, apalpando aquela bundinha gostosa. Com dificuldades pra comer, virou-se de costas pra mim, me permitindo pontos de prazer total. Ai Sokie… Como você é delicioso!

Comecei a encoxa-lo com meu membro já rijo, descia minhas mãos por seu corpo e chupava toda a região do seu colo, me concentrando mais na nuca, a mordiscava durante os beliscões leves que eu dava no seu mamilo esquerdo. Esfreguei em círculos lentamente seu membro sobre a cueca enquanto apertava seu volume, pressionando o meu entre suas nádegas. Ele parecia pouco se importar, só comia o bolo vorazmente, como se eu nem estivesse lá.

Decidi logo apelar. Trilhei beijos em suas costas enquanto puxava aquela cuequinha rosa para baixo. Ao chegar as nádegas, observei aquela linda poupa. Mordisquei e apertei aquelas delícias com vontade, deixando marcas levemente roxas pela selvageria. Empinei-a um pouco e comecei a suga-la com força, uma pouco da direita, um pouco da esquerda escutando gemidinhos de dor. Agora ele reage as minhas carícias! Passei a língua entre elas até o ânus – local onde ele deu uma tremidinha pelo susto, me excitando ainda mais, é claro – desci devagarzinho até os testículos durinhos que aquela delícia de homem possuía.

Minsok além de fofo era fogoso e viril, combinações perfeitas em um menino tão lindo o qual eu estava prestes a comer. A tremidinha me empolgou tanto que voltei ao cuzinho e comecei a lambe-lo. Agora ele gemia sem parar, só que com a boquinha ocupada pelo bolinho que não acabaria tão cedo. Enfiei meu indicador devagarzinho, sentindo Minsok contrair o bumbum. Dei uma palmadinha pra ele relaxar, coisa que aconteceu rápido. Enfiei mais fundo até chegar a movimentos contínuos. Levantei-me novamente beijando-o até sua nuca enquanto meu dedo acostumava aquele corpinho para o prato principal.

– Minsokie… Vai doer um pouquinho, tá bem?! – Sussurrei cheio de malícia naquela orelhinha sedenta, sentindo-o tremer aos sons dos gemidos abafados pelo doce que não terminava nunca. Melhor assim, mais fácil de dominar.

Tirei meu pau coberto de veias, peguei a mão desocupada dele e a manipulei masturbando-me. Tirei meu dedo do cuzinho dele, que de tão acostumado já rebolava, soltei sua mão e conduzi meu membro à introdução.

– Ahhh… Tao-ssi!!! – Gemeu em lágrimas quase caindo no chão pela dor. Segurei-o firme sem parar de socar meu pau dentro dele.

– Come o seu pãozinho e continue fingindo que não estou aqui, certo? – Mordisquei sua orelha descendo até a jugular.

– Mas o sonho acabou! – Fazia um biquinho ainda mais lindo pela dor acompanhada das lagriminhas.

– Acabou? – Sorrio. – Está só começando, HYUNG!

A espera de Noel

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Já era meia noite e o velho relógio de madeira ainda não tocou. Meus olhos estavam vidrados no ponteiro, meus ouvidos abertos para qualquer som que fosse emitir e nem sonho de isso acontecer. De qualquer forma, a rede já estava montada na lareira. Qualquer corpo estranho que tentasse penetrar pela chaminé seria pego pela minha “brilhante” armadilha.

– Ainda a espera do Papai Noel?
Questionou Kim JongIn ainda sonolento, coçava o olho asperamente na espera de enxergar alguma coisa.

– Claro, não vou dormir até que ele apareça. – Afirmei determinado.- Planejei tudo o ano inteiro, fui bom menino o suficiente para minha mãe deixar eu passar o ano novo aqui no chalé da minha avó, com chaminé. Não é possível que ele não apareça.

– Mas já são meia-noite e um. Era para ele ter aparecido há um minuto atrás. – desmoronou na poltrona. Ainda estava praticamente dormindo.

– As renas devem ter atrasado… Ou vai ver que acabou tendo mais crianças esse ano. – Tentei argumentar sem chorar. Eu estava a espera e ia ficar lá.

– E se ele não aparecer? – ironizou.

– Vou esperar até a noite virar! Ou melhor, até chegar meia-noite de amanhã! – exclamei com garra.

– Então, vai mesmo esperar até o dia 26? – questionou confuso.

– Vou sim. – Afirmei dobrando as mangas do meu pijama.

– Mas porque essa obsessão pelo Papai Noel?

– Porque ele é bom velhinho, mas nunca aparece para ninguém. Quero ser o primeiro a capturá-lo!

– Meu Deus! Será que vou ficar maluco assim quando fizer oito anos? – riu.

– Não tenho oito, tenho nove.

– Mas você só faz aniversário mês que vem.

– Mas já me considero com nove. – expressei os ombros.

– Ok. – Saiu da poltrona e sentou a minha diagonal. – Se está tão decidido a esperar o Papai Noel, vou espera-lo com você. – Abraçou-me e beijou minha testa.

– Certo…

Doze anos depois…

-E o meu presente de amigo secreto vai para… – fiz um suspense tosco. – Kim JonGin!

– Minha nossa! – ironizou – Não tinha nem ideia de que poderia ser eu! – rimos sós na sala em frente a lareira.

Esqueci de me apresentar. Meu nome é Do KyungSoo, tenho 21 anos de idade e namoro meu melhor amigo de infância Kim JongIn vai fazer exatos cinco anos. Não somos bem namorados, somos amantes. Amantes não no sentido de “ah, estamos saindo escondido, fugindo dos nossos cônjuges”, e sim amantes de não terem um namoro assumido. Nem as nossas famílias sabem que temos tal vínculo. Para a nossa vizinhança, somos só melhores amigos, solteiros e héteros, que dividem o apartamento um com o outro e fazemos longas viagens juntos, sempre para o mesmo chalé. Sim, no momento estamos comemorando o Natal em um chalé de madeira inglês cujo sempre vamos visitar. Sou dependente dele desde o incidente no Natal que me apagou qualquer crença sobre Santa Claus. Pode parecer besteira, mas desde aquela época que não consigo passar o Natal sem Kai, é um tipo estranho de fobia. Minha falta de fé em Papai Noel desde sua não aparição mexeu com o meu subconsciente de tal forma que faço terapia. Agora, uma vida inteira sem ele só se é suportada na companhia de Kai. Faço divã há anos e ainda não superei.

– Agora é o meu… – quando ia pegar o embrulho, Kai foi mais rápido e o esquivou.

– Minha surpresa é só no fim da noite. – manteve aquele sorriso sedutor.

– Ah… – fiz biquinho. Quem sabe ele não rende?

Levantou-se e pôs os presentes em cima da mesa.
Abriu o toca vinil e pôs um Rhythms & Blues bem leve e dançante, não reconheci a intéprete, mas vi que era coreana.

– Quem está cantando?

– Ali. É uma remake que ela fez naquele programa de TV.

– Encantadora, não?!

– Sensual, não?! – piscou mandando uma indireta.

Sorri sem graça.

– Que tal dançar um pouco? – estendeu-me a mão ao seu convite.

– Ah nem. – rio sem graça. – tomei muito vinho e creio que estou tonto. – duas taças eram muito para mim.

– Ah, vamos nessa. – Puxou me levantando. – Se você cair, eu te seguro.

Colamos nossos corpos. Sua respiração estava junto a minha. Seus lábios quase selavam os meus. Aquele olhar sensual era uma espécie de tática, como um aviso afrodisíaco que dizia que a festa iria começar.

– Você tá todo duro. – disse tentando me conduzir na dança. – relaxa os ombros, Hyung.

– Ok. – Retirei a tensão. – Assim está bom? – questionei tentando seguir o ritmo dos quadris dele em minhas mãos.

– Melhor impossível – Beijou-me com muito calor. Meu corpo estava totalmente mole pela ação. Ele reparou isso e aproveitou o momento cujo achava o certo. – Vamos consumar a noite. – Usou a minha moleza como ajuda e dirigiu-me ao carpete se debruçando sobre mim até ficarmos totalmente deitados no chão.

– Ah, dongsaeng… – desfiz o beijo esquivando minha cabeça para a lareira. Estava apenas retomando o ar que ele acabara de tirar.

– Está tudo bem? – Referia-se a minha pressão.

– Estou, amor. Só fui respirar um pouquinho. – falei rindo sem graça.

– Quer beber um pouco mais de vinho para ver se fica mais solto?

– Não precisa. – Conduzi-o a fim de voltarmos ao beijo quente.
Apesar de amantes, não fazíamos sexo com muita frequência. Pelo fato de não assumidos, só transávamos em ocasiões especiais como aniversários, natais e etc. Sem contar que só começamos a fazer quando fiz dezessete anos. Por isso, não era incomum que não estivesse tão solto no ato, pois parecia ser sempre a primeira vez.

– Seu corpo é tão macio… – Disse Kai entre mordidas no meu inferior enquanto explorava minhas coxas com a mão direita.

Ele tinha uma pegada que me deixava até sem graça, não só pela safadeza (que era muita). mas pelo clima que ele proporcionava.

Eu tremia a cada bolinada, tentava relaxar, mas não conseguia. Empurrava conversinhas soltas para ver se ele se acalmava, tudo em vão.

Seus lábios e dentes começaram a trabalhar mais do que a língua, parecia que o seu objetivo era só sentir a textura da minha boca, cuja ele julgava incrível. Suas mãos eram geladas, seu tronco e pernas eram duros como pedra o que aumentava ainda mais a aflição.

– Posso tirar sua camisa? – questionou me olhando nos olhos.

– Ah.. Aham. – acenti com a cabeça sem me desviar.

Desabotoou beijando os lugares que ficavam nus, chegando ao fim, farejou meu umbigo dando uma mordidinha na pele acima. Gemi baixinho com a dor, mas sorri em seguida com uma pontada de nervosismo. Subiu de volta ao meu tronco e deu uma lambidinha leve no meu mamilo.

– Sabia que eu adoro rosa? – referiu-se aos mamilos.

Dei uma risadinha de nervoso novamente. Ele sorriu e pôs os lábios no bico direito; lambia, chupava e mordiscava sem parar. Usava suas mão para intimidarem o meu corpo massageando e acariciando regiões suspeitas… Era fantástico o modo que estimulava os pontos de prazer do meu corpo tudo de uma vez.

– Soo, você é muito gostoso. – Beijou-me os lábios e levantou ficando sentado na minha cintura. – Mas eu quero saber por que está tão sereno… – Tirou sua blusa mostrando aquele incrível corpo que tinha como destaque o peitoral definido à companhia dos ombros largos. Fez uma cara de tacho por não ter respondido sua pergunta. – Tem certeza que não quer beber mais um pouco?

Afirmei que não e me sentei para ficar a altura. Beijei-o nos lábios com mais leveza e coerência, sem aquela chupação toda que ele aplicava.

Kai sabia ser romântico no sexo, mas depois de tanto tempo sem nos ver nesse sentido, ele estaria louco de tesão, e a minha vergonha não estava ajudando.

Ele rebolava devagarzinho no meu colo ainda coberto. Estava duro, é claro, e ele apreciava a textura com seu bumbum durinho.

Pôs a mão atrás da minha cabeça, sem desfazer o beijo, e conduziu-me a deitar no carpete novamente. Foi beijando o meu pescoço até a linha da cintura do meu pijama.

– Seu pijama parece muito confortável. – Fazia círculos com a ponta do nariz no volume da minha calça. – Senti falta do seu cheiro… – Beijou a ponta da extensão.

– Também senti falta do seu… – acariciei seus cabelos.

Puxou o pijama para baixo. Ele sabia que eu não usava cueca, muito menos para dormir, então não se espantou com o movimento que meu pênis ereto fez ao ser liberto. Ele só subiu um pouco – já que media cerca de 21, apesar da minha altura – e pôs a boca.

Ia até a metade e voltava. Na segunda vez, ia um pouco mais longe, mas esse era o limite. Estava de bom tesão pra mim, mas ele sempre ficava insatisfeito, o menino era guloso em e para tudo.

Olhava-me com aqueles olhos selvagens enquanto me chupava. A cena me hipnotizava, eu mordia o canto da minha mão esquerda para não gritar de tesão, se bem que era isso que ele queria. Adorava que eu gemesse ou gritasse bem alto mostrando que ele é quem estaria no poder.

– Que delícia, Hyung. – Massageava as minhas bolas. – Tá gostoso?

Nem precisava responder, a cena era nítida, meu corpo se contraía, meu pau pulsava de prazer e ele sentia tudo isso. Mas não adianta, ele gosta de ouvir…

– Sim… Incrível…- falei com a voz tremida e um pouco gemida. Tentava me recompor, porém era impossível. Kai chupava muito bem e suas habilidades eram incomparáveis… Apesar de eu nunca ter transado com outra pessoa…

– Ah sim… – Sorriu me punhetando. – Abre as pernas mais um pouquinho, hyung.

Eu o fiz. Logo, ele fez uma trilha com a ponta da língua, da cabeça do meu pau até o ânus. Lá ficou. Fazia movimentos circulares bem gostosos, afofava a região com a ponta do dedo indicador. Foi impossível não gemer, meus quadris até se movimentavam com o intuito do dedo dele entrar mais. Estava muito gostoso.

– Hyung. – Tirou o dedo do meu ânus, e subiu sem parar de me punhetar – Quer gozar em 5 segundos?

– Não donsaeng…- Levei sua cabeça até a minha, o fazendo deitar sobre mim. – Quero gozar com você.

Eu sabia que técnica era essa. Ele iria encher meu pau de lubrificante, pressionar a pele da minha glande pra baixo e pra cima bem rápido diversas vezes, depois sentaria e no momento do ato, eu gozaria em 5 segundos. Apesar de dar um efeito muito louco, eu realmente queria que o momento fosse para nós dois, e a técnica fazia minha pressão baixar bruscamente.

– Tá certo… – Cruzou nossas pernas uma entre a outra e voltou a me beijar.

– Deixa eu te chupar agora? – perguntei corado.

Ele se assustou um pouquinho, já que eu estava todo tímido, mas cedeu.
– Ok então, hyung. – Sentou no meu peitoral e se apoiou nos joelhos enquanto se despia. Tirou a calça e disse que a cueca eu é que ia tirar.

Aproximei-o da minha cabeça, puxei seu pau para fora e o abocanhei sem dó. Não estava 100% duro, então foi bem fácil coloca-lo inteiro na boca, se bem que não era tão grande assim – 19,3cm e ele era alto. Puxava e empurrava seu prepúcio freneticamente, não desfixando os olhos do órgão num todo, já que ele era lindo. Descia e chupava suas bolas, dando um beijo a cada extensão.

Ao contrário de mim, Kai era bem escandaloso. Desde gemidos altos até palavrões e palavras de baixo calão para se referir a mim.

– CHUPA ESSE CARALHO ATÉ QUE EU GOZE, SEU PUTO. – Gritou gemendo e empurrando seu quadril pra frente sem dó. Ele gostava de fazer isso porque sabia que me excitava bastante.

– Dongs… – Chamei ofegante. – Senta em mim.

Kai deu um sorrisão e foi pro meu colo na mesma hora.

Deu uma chupadona no meu pau, chupou seu indicador, o introduziu em si mesmo para preparar a região. Retirou-o sentou no meu pau com gosto.

A princípio, sua expressão de dor era visível; apertou os olhos com força, gemia com ardor e mordia os lábios para aguentar, mas também, sentar em 21cm sem lubrificante provavelmente doeria(se o do Kai eu nunca conseguira enfia inteiro com 7 sachês). Todavia, aos poucos mudava, já relaxava; os olhos cerrados, boca semiaberta e gemidos de tesão. Rebolava com vigor.

– Ah, caramba. – Inclinou-se para com a finalidade de um ângulo onde o pênis adentrasse mais.- Ele é tão macio. – Sorria lambendo e mordendo os lábios, puxando seus cabelos com uma mão.

– Vem mais pra perto, amor. – falei gemendo – Quero seu corpo totalmente junto ao meu.Também sou macio. – Se eu continuasse assistindo aquela cena, gozaria precocemente.

Debruçou-se sobre mim e me beijou. Eu apertava suas nádegas enquanto nos amassávamos. Giramos e fiquei por cima, assim conduzia melhor. Observava as expressões que Kai fazia, o beijava sempre com todo o gosto. Era como um anjo negro que abusava de seu charme para ver até onde a minha inocência iria… Ao menos, desde aquele dia, eu não acreditava mais em Papai Noel.

Nos lambuzávamos sem fim, até que finalmente, ele girou, ficou sentadinho ainda quicando, mas gozou. Minha barriga estava toda suja, desta vez ele deu uma caprichada boa.

Foi inevitável que eu não gozar em seguida.

As expressões de Kai ainda estão na minha mente…

Mais tarde, abraçados sobre a lareira (como na foto inicial), retocando pela terceira vez o vinil posto por JongIn, eu encarava o pacote de presente ainda nem triscado por mim. Faltavam dois minutos para meia noite e eu ainda muito ansioso.

– Tudo bem se quiser abrir agora… – beijou minha testa.

– Não… Vou esperar dar meia-noite… – Beijei sua mão fria.

– Certo… Já esqueci com quem estou falando – Sorriu. – Hyung?

– Sim.

– Vou no quarto rapidinho. Ok?

– Certo.

Enquanto ele ia, esperava o relógio bater até que pronto, finalmente meia-noite. Fui abrir o presente.

Desmotando uma caixa super complexa, em fim a abri. Tinha um bilhete escrito “espero que ajude na sua terapia”. O presente era uma rede… Espera! Essa é a mesma rede da armadilha para o…

– Ei. – Kai chamou-me.

Quando olhei pra trás, era ele num look super-sexy de Santa Claus.
Veio até mim, puxou meu membro novamente rijo e disse:

– Você ainda acredita em Papai Noel? – Sorriu. – Quer me capturar?

Continuo não conseguindo passar o Natal sem o Kai, mas agora o motivo é outro…

 

A chegada de Noel


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Capa feita por Lola Z. Não retirem-na sem crédito

Kai iluminando na porta, com uma fantasia sexy de Papai Noel, retirou o pau do short amarrado em uma fitinha de presente.

Fitando seu miraculoso membro pulsar fora da calça, ainda mais com esse lacinho fetishista simbolizando o melhor presente que receberia em minha vida, segurei meu queixo com ambas as mãos para não se quebrar.

Ele me chamou silenciosamente com um sinalzinho do dedo indicador sussurrando para que eu “abrisse meu presente” e em seguida masturbou seu membro olhando-me com profundidade. Meu cuzinho piscava só de imaginar aquele mastro dentro de mim.

Obedecendo, fui em direção a Kai com dificuldades pelo meu pau endurecendo que atrapalhava os deslizes da minha perna. Como o Kai ficava gostoso de Papai Noel! Nossa, como eu queria degustar daquele presentão…

– Tem certeza que ainda quer me lançar com a sua redinha, meu pequeno? Por que se for bonzinho, te dou esse pirulito especial de presente.

Olhei-o com maldade.

– Esse pirulito, dongs?

– É, um pirulitão bem grandão.

Sua masturbação foi aumentando o ritmo paulatinamente, dando um certo grau após me oferecer aquele pirulitão carnudo bem gostoso ainda “embrulhado” que mais tarde estaria se desfazendo no meu interior.

– Quer chupar o pirulitão?

Balancei a cabeça vidrado no ponto.

– Então vem.

E fui mesmo.

Frente a frente com aquela cabeça, circulei a minha língua naquela glande meladinha. Kai era tão docinho, era o azedinho característico com um tom levemente adocicado próprio do dono. Retirei o lacinho vermelho do meu presente, pronto para degusta-lo. Pelo tamanho da glande, pus na boca com dificuldades.

– E essa bocona acolchoada aí? – Pôs as mãos na minha cabeça à condução.

Eu olhava admirado as caras e bocas que Kai fazia devido ao prazer. Chupava-o com vontade para ouvi-lo gemer com gosto, queria o meu Noel grunhindo alto para mostrar a todos o quão bom menino eu era, o quão bom menino fui a vida inteira sem sequer receber por isso, só agora tinha o meu presentão… Acho que valeu a pena…

Seu membro pulsava mais rápido, a temperatura era sufocante até para mim, ele gozaria a qualquer momento e eu queria estar preparado para ingerir o seu manjar. Quando de repente, sinto suas mãos puxarem o meu cabelo com força para cima, dirigindo-me a sua boca.

O beijo de Kai estava adrenal como sempre, minhas pernas bambearam só de sentir a invasão de sua língua.

– Não estava aguentando só olhar pra essa bocona sem poder experimenta-la.

Me deu um segundo beijo mais demorado e ainda mais investido que o primeiro.

– Agora volta.

Me empurrou pra baixo à felação novamente.

Eu estava excitado, bem mais que Kai. Meu membro explodia na minha calça pelo presentão que eu estava recebendo no instante. Puxei meu pau pra fora não aguentando mais a pressão da cueca. Quando comecei a masturba-lo, Jongin tirou seu pau da minha boca e fez uma carinha safada de reprovação.

– Bons meninos não se masturbam…

– Mas ele está tão duro…

– Sinto muito. – Ele deu duas pirocadas na minha bochecha esquerda me deixando mais excitado.

– Espera, papai. Desculpa… Vou ser um bom menino, sim?! – Coloquei meu pau pra dentro da cueca com um certo descontentamento. Mas, eu preferia o pauzão daquele Noel gostoso na minha boca do que o meu próprio na mão.

– Papaizão. – Corrigiu dando leves pirocadas na minha cara.

Ele viu que isso me animava.

– Gosta disso? – Bateu com ele no meu queixo de levinho variadas vezes.

– Gosto…- Mordi meus lábios.

Animou-se igualmente mordendo os lábios.

– Bate com ele na minha cara, papaizão. – Gemi um pouco tímido, mas convicto.

Kai mordeu os lábios e deu uma surra de pica bem dada na minha cara, deixou minhas bochechas levemente úmidas pelo pré-gozo.

Tentei alcançar as marcas de umidade com a língua e isso fez Kai morder os lábios.

– Faz bicão. – Ele mandou.

Claro que obedeci. Fiz um biquinho que ele julgou grande pelo tamanho dos meus lábios. Começara a bater sua pica no meu bico, que logo se abriu, coloquei minha língua pra fora e senti a textura da pica do Kai contra a minha língua demasiadas vezes, seu pre-gozo agora vazava de forma espessa, aquele docinho azedo invadia a minha boca novamente.

– Que gostoso, dongs.

– Shh – afastou a pica de mim. – Papaizão.

– Papaizão… – Fiz bico para que voltasse ao serviço.

Funcionou…

Voltei a chupa-lo com mais vigor, Jongin gemia com vontade intercalando com mordidas no próprio inferior que se transformavam em sorrisos sapecas.

Queria retribuir o sorriso fofo, mas minha boca estava ocupada… Muito bem ocupada.

– Vou gozar. – Ele gemeu tirando o pau da minha boca.

Começou a masturbar-se rapidamente até aquele jato grosso de porra sair de si. O primeiro bem espesso saia escorrendo pela minha bochecha esquerda, abri a boca tentando recolher os próximos, mas Kai desviava de propósito querendo me melecar.

– Na minha boquinha, dongs. – Pus a língua na entrada recolhendo o restinho que ainda espirrava.

Contemplei seu gostinho ainda com mais prazer. Kai estava uma delícia exausto, com rastros seus por todo meu rosto, cujos eu tentava alcançar com a ponta da linguinha. Meu pau já babava quase explodindo na minha cueca, estava quase gozando sem sequer me tocar.

– Posso gozar também, dongs?

Kai com uma expressão deliciosa de cansaço e satisfação no rosto, assentiu com a cabeça dando aquele sorrisinho sapeca de novo posterior aquela mordição de lábio que não parava.

– É papaizão…

 

Parte II

Acariciei meu pau com gosto. Apertava minha glande em pinça, puxando meu prepúcio pra cima e pra baixo em ritmo ditável. Não era proposital, mas meus lábios sempre faziam um “uh”, como um gemido silencioso quando me masturbava. Jongin me olhava safado, seu pau já estava endurecendo de novo.

Quando cheguei ao meu ápice, Kai me puxou pelo cabelo me colocando de quatro enquanto meu sêmen escorria pelo assoalho.

– O Bom menino agora tá sujando o chão? – Dizia Kai com uma voz irônica no meu ouvido. – Vai ter que ser punido!

Me puxou pelo cabelo conduzindo-me para um beijo agressivo, mordendo meu inferior com muita força no final.

Gemi de dor, isso o fez rir.

– Vou te comer a seco pra você aprender a não ser mau nunca mais!

Jongin ia usar o meu presente contra mim. Cuspiu na própria mão e pôs em sua glande só pra penetração não tornar-se uma barreira. Foi esfregando a pontinha no meu ânus só pra me torturar de tesão.

– Papaizão…

Tapou minha boca impedindo-me de terminar a frase.

– O menino mau esqueceu que está de castigo?

Me penetrou terminando o que faltava. Gemi de dor me segurando pra não morder a mão do Jongin, senão o castigo poderia ser ruim: ele não me foder.

– Ah, babando na minha mão! Que feio. – Estapeou minha nádega esquerda me fazendo morder o meu inferior a fim de segurar o gemido.

Pressionava sua dura ereção violentamente contra mim. Eu tentava me recolher para diminuir o ritmo, mas o “Papaizão” estava disposto a me dar um castigo que eu jamais esqueceria.

Enquanto me penalizava com ausência de permissão de eu tocar a mim mesmo, ou até que eu gemesse, começou a ser mais solidário me masturbando.

As mãos de Kai eram quentes e faziam uma massagem sem igual, era uma pena que aquela pica estivesse me torturando de forma semiacrílica. Era como cacos de vidro me dilacerando. Jongin era tão grande e grosso, e eu transava tão raramente que é como se eu estivesse perdendo a virgindade de novo. E aquela posição em nada ajudava. Meus joelhos doíam, minhas nádegas já estavam roxas pelas palmadas e a surra de pica que eu estava levando.

Ele deu uma pentada tão violenta que não aguentei, deixei um grito escapar e acabei caindo tentando me recolher.

– Fica no chão. – Ordenou o “papaizão”.

Obedeci, até porque eu estava realmente dolorido.

– Fica em vela.

Subi minhas pernas apoiando-as em seus ombros. Agora eu estava totalmente exposto. Ficamos na posição do trapézio acrobático(coloca “posição do cu de cabeça pra baixo no google imagens”). Desta vez, comecei a me masturbar sem represálias, e eu sabia o porquê: quando eu gozasse, iria me melecar todo, e Jongin adorava me ver lambuzado.

Foi começando com a porra da tortura esfregando a glande no meu cu.

– Fode logo, papaizão!

Kai ficou assustado e logo mordeu os lábios sorrindo.

– Corajoso você ein.

– Se não foder logo te prendo com a redinha, donsaeng.

Se sentiu ameaçado, enfiou até o talo. Grunhi de dor e em seguida aumentei o ritmo da minha masturbação. Kai rebolava como nunca. Uma dor deliciosamente inevitável, um prazer tremendamente desejável.

No meu ápice, como esperado, lambuzei toda a minha face, mesmo tentando desviar da ejaculação que escorria sobre mim.

– Que gracinha. – Disse Kai derretidinho pela cena.

Noel pervertido esse.

– Minha vez. – Retirou o pau de mim, masturbando-se e se agachando na minha frente, me forçou a felação que logo se tornou consentida. Quando viu a diversão no meu ato, retirou novamente e voltou a masturbar-se com aquele pauzão frente ao meu rosto. Gozou deliciosamente e voltou a tentar um oral até que seu membro se amolecesse na minha boca. Chupei com gosto, até seu pau voltar ao estado normal.

Finalmente presenteado, punido, curado e presenteado de novo, deitei no sofá exausto. Noel do meu lado, abraçou-me em conchinha, mordeu meu pescoço e sussurrou com aquela voz grave e gostosa:

– Aprendeu a lição?

– Sim… – Suspirei ainda dolorido.

– Bom menino…

Dúvida

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Sinopse:

Chen acaba de sair de um relacionamento com Kris e vai começar um com Lay. Tudo começou por brincadeira, agora sua paixão é real. Como se livrar desta?

Já era 23h30, estava esperando meu amado vim ao meu quarto me encher de beijos como sempre fazia todas as noites. Estava atrasado quase 40 minutos. Pensava até em desistir da espera graças ao sono.

– Yinxing! Que demora! – Apoiei minhas mãos delicadamente em seu rosto, selei seus lábios com ternura e deslizei minhas mãos pelo seu corpo seminu. – Está tão magrinho! Tomando suas cápsulas de ferro? Da última vez teve anemia forte…

Yixing calou meus lábios com um beijo, indicando silêncio ao apontar para Kris, que dormia. Concordei com um sinal afirmativo, balançando a cabeça, tomando mais um beijo, por aparentar a Lay, um sinal de fofura. Riu baixinho me deitando na cama, se despiu e debruçou-se completamente nu sobre mim. Cobri-nos com o lençol branco, presente do Kris – meu ex-namorado e atual colega de quarto – para mim. Se isso incomodava Yixing? Bem, não há dúvidas sobre, mas sabe que eu o fazia propositalmente? Meu atual era o Lay, contudo Kris ainda fazia parte de mim. Mas, não era por isso que eu fazia esse tipo de coisa, sou muito mais vadia do que isso… É! É triste admitir, mas apesar de romântico, sou muito mal resolvido sentimentalmente. Eu sentia a necessidade de dormir no mesmo quarto que meu ex enquanto transava com o atual para provocar ciúmes em ambos. Ciumento, Lay necessitava provar ser um amante melhor. Pode parecer egoísmo, mas gostava de sentir a presença dos dois. Realmente não sei de quem gosto, e os dois sabem disso.

Yixing era como um sonífero e despertador matinal ao mesmo tempo. Me deixava cansado ao namorarmos a noite toda e me acordava pela manhã com os mesmos beijinhos que me adormeciam.

Agora 8h da manhã, Yixing e Wu fan possuíam o hábito de acordar cedo. Eu e Luhan éramos sempre os últimos da casa inteira a acordar. Falando na peste…

– Chen, pode ir à mercearia comigo? – Saltitante, desta vez mais extravagante com uma cesta rosa enorme de compras.

– Que cesta gay. – Olhei meio irônico.

– Pelo menos ela não dorme de conchinha com o Lay. – Gargalhou propositalmente com um olhar de “Luhan 1 X Chen 0”.

– Vamos logo!

Durante o caminho do mercado, Luhan começou a fazer comentários meio estranhos, como se quisesse puxar a conversa para outro lugar.

– Desembucha logo querido. Aconteceu alguma coisa?

– Bem… Acho que vou terminar com a Marrie.

Marrie é uma menina francesa que Luhan conheceu no SMTown Paris, ela trabalhava na produção e também era intérprete de Kor-Fran. Estávamos em época de debut ainda.

– Oh… Mas por quê? Aconteceu algo em especial?

– Bem… Já tem um tempo que… Um colega se declarou pra mim, eu meio que não ligava… – Caramba… Ninguém nem imagina quem será essa pessoa… – Então resolvi só curtir, porém acabei gostando.

– Tem muito tempo que você trai a Marrie com essa pessoa? – Que ninguém sabe quem é…

– Mais ou menos… Apesar de não ter sido tanto tempo assim, já fizemos de tudo…

– VOCÊ TRANSOU COM OH SEHUN??? – Gritei sem querer. – ELE É MENOR DE IDADE!!!

– Chen! – Me pressionou no muro com uma das mãos tapando minha boca. – Você é louco?! – Me soltou.

– Desculpa! Mas é que… O impacto foi muito grande… Mas, então… Já transaram?

– Sim… Quero dizer, introdução não, mas oral a gente já fez…

– Ah… – Tão chocado que eu não tinha palavras a dizer.

– Sabe… Não quero terminar com Marrie por impulso, mas é porque já estou a traindo por 3 meses… Bem, namoro ambos virtualmente, contudo sinto que Sehun talvez leve isso mais a sério, e além do mais, é mais fácil ver ele do que ela…

– Querido… Sehun é menor de idade, vocês são héteros…

– Sehun é bi.

– E você?

– Hétero.

– Então?!

– Mas, já beijei meninos.

– Você quer minha opinião pra que mesmo?

– Devo terminar com Marrie?

– Termina.

– Tá.

O que me irritava nas conversas de Luhan é a imposição da solução dele aos outros. Se ele só quer escutar o que pensa, pra que pede ajuda?

– Mas… E então? Pode me ajudar a dar o fora nela?

– Ah, claro. Que dia pretende?

– Marquei de conversarmos sexta, ela vem para China fazer um estágio e…

– Essa sexta?

– Sim.

– Você quer dizer hoje?

– É…

– Não rola… Yixing vai me fazer uma surpresa… Aproveitei que Kris vai dormir fora, então nem adianta adiar… Sorry.

Ao chegarmos à mercearia, a primeira coisa que me veio à cabeça foi “Lay, Lay, Lay, sexta, sexta, sexta, sexo, sexo, sexo”. Corri à sessão farmacêutica comprar preservativos e lubrificantes para o grande dia.

Odeio essas camisinhas de fruta… Faz o pênis ficar com cheiro de torta, acho tão enjoativo. Será que Lay gosta? Acho que vou ligar pra perguntar, quero que seja especial.

– Yixing?

– Sim?

– Gosta de camisinha de fruta?

– O que? – Escutei um risinho baixinho.

Droga, agora tô tímido.

– Gosta? – Entonei sério.

– Compre o que quiser. – Ouvi um barulho abafado estranho. Ignorei, mas em seguida ouvi um de beijo.

– Lay, quem tá aí?

– O que?

– Quem taí? – fui perdendo a calma gradativamente.

– Eu e o Kris.

– Ah… – Nyah, não era beijo então. Impossível. – Preciso ir. Tchau.

Mais tarde cerca de 20:00h, cheguei em casa todo animadinho pra ver Yixing estirado na minha cama com a minha surpresa. Certifiquei-me de que a casa estava vazia e o carro do Lay estava estacionado. Éramos só nós dois, como planejado…

– Yixing!!! Comprei lubrificantes pra… – Quando abri a porta do quarto, lá estava Kris, pelado em cima da MINHA cama, coberto com pétalas da minha flor favorita, rosas vermelhas. – Mas o que é… – Yixing chegou por trás, virou meu rosto de lado interrompendo-me com um beijo. – Lay… – Foi passando a mão em movimentos circulares no volume da minha calça – Arf! – Suspirei. – O que está acontecendo? – perguntei com uma voz confusa e chorosa.

Lay deu um sorrisinho e começou a me despir devagar. Kris se levantou da cama e começou a me beijar. Fiquei com calafrios por sentir beijos que me faziam falta, tinha até esquecido o quão doce é Wu Fan.

– Ah… – Eu não conseguia parar de gemer. – Xing…- Meu coração estava tão acelerado que eu não tinha força suficiente para me sustentar, minhas pernas pareciam ter parado de funcionar.

Kris foi me puxando pela fivela do cinto até a cama e Xing foi acompanhando sem parar de fazer o que estava fazendo. Deitamos na cama, eu meio desequilibrado, sendo agarrado pelos dois homens que sempre desejei sentir de uma vez só. Kris se levantou afirmando que tinha esquecido algo, então saiu do quarto em busca.

Enquanto isso, era só eu e Yixing nos agarrando naquela cama cheia de pétalas, seminus, Lay dava beijinhos que faziam barulhinhos tão gostosos, me acariciava de cima a baixo. Tirei minha calça com sua ajuda, única peça que faltava. Fui retirando a cueca de Lay também. Desta vez estávamos totalmente nus nos esfregando. Sua pele era tão macia, acompanhado das flores, fazia eu me sentir no céu.

Sentei em seu abdômen e continuei beijando seus lábios. Mordia-os lentamente para provoca-lo. Suas mãos percorriam selvagemente o meu corpo, apertava minhas nádegas com vigor, mais parecia belisca-las com a mão. Era impossível não gemer. Me deu um tapa forte, fazendo o som ecoar por toda a sala.

– Xing… – Dei um gritinho. – Au!

Ele riu e voltou a estuprar minha boca com aquela linguinha nervosa. O pau dele não poderia estar mais duro, e ele – visivelmente – não conseguia mais esperar. Fez um sinalzinho batendo a cabeça do pau dele na entradinha do meu ânus. Larguei seus lábios, levantei-me em busca da sacolinha da mercearia. Peguei uma camisinha e dois sachês de lubrificante, um só não ia bastar.

Quando voltava pra cama, veio Kris por trás vendando os meus olhos. Foi me conduzindo até a cama, me sentou e colocou minha mão direita em seu membro, fazendo movimentos de cima a baixo, masturbando-o. Lay fez o mesmo com a esquerda. Começava a ficar ofegante novamente, quatro mãos me acariciavam enquanto masturbava dois pênis deliciosos, prontos para entrarem dentro de mim. Ambos eram finos e compridos, davam um prazer inestimado só sentindo. Abocanhei o da esquerda. Conhecia bem a textura do pau de Lay, pontiagudo, pele fina e levemente circuncisado, suas bolas não tinham pelos e eram bem durinhas. Meus lábios o soltaram, mas permaneci o masturbando. Enfiei o de Kris completamente na minha boca, com dificuldades pelo tamanho, pois era um rapaz alto. O design era totalmente diferente, porém era exatamente o que me recordava: a glande era redondinha, com bastante prepúcio, possuía veias salientes e a pele era bem rígida. Suas bolas eram peludas, mas eram pelos finos, macios e aparados. O cheiro era tão gostoso. Fiquei um tempão fungando seus pelinhos que me excitavam cada vez mais.

Quando finalmente soltei o pau do Kris, eles me deitaram e espalharam o lubrificante sobre mim. Foram me massageando desde os mamilos até o bumbum. Os beijos, como sempre, permaneciam. Lay faz questão de ser romântico todas as vezes que transamos. O Kris que tem um lado mais sádico.

– Au! – Senti dois dedos me invadirem. Pelo tamanho, eram os de Kris.

– Calma, bebê. Em frente vem muito mais. – Sussurrou sadicamente no pé da minha orelha.

Mudamos de posição para facilitar o acesso dos dois a mim. Formaram um sanduiche, onde eu era a carne, o prato principal. Primeiro, Lay introduziu o seu membro coberto de lubrificante em mim. Como já estava acostumado, o que fiz foi rebolar.

Kris, por trás, mordia lentamente minha orelha, esfregava seu pau e dava leves batidinhas com ele no meu reguinho.

O meu grau de prazer aumentava cada vez que o membro do Lay massageava meu bumbum, quanto mais eu rebolava mais capaz de voar eu era.

– Xing… Que gostoso! – Gemia sem conseguir me expressar direito. A sensação estava de arrepiar, até que…

– Você ainda não provou o prato principal… – Disse Kris dando risadinhas maliciosas. – Empina mais a bundinha. – Estapeou minha nádega esquerda, me fazendo obedece-lo.

Retirei meu bumbum do pau do Lay e senti Kris estocando dentro de mim com muita força.

– Ah!!! Como você é quentinho Jong!!! – Ele rebolava com força, até me machucando um pouquinho.

Lay me masturbava e esfregava nossos paus de levinho, visando o prazer extremo ao fazer isso. Eu só me contorcia sentindo aquela delícia de sensação, implorando para que aquilo não acabasse nunca. Era a melhor surpresa que meu namorado podia propor.

– Ah! – Kris rufou – Vamos precisar de mais lubrificante!

Pegou mais dois sachês, retirou o pau e os espremeu no meu rabinho.

– Pronto! Bem escorregadio! – Me estapeou, como o sinal para empinar o bumbum, e foi o que eu fiz. – Olha! Domestiquei bem! – riu sadicamente.

Com meu bumbum lambuzado de gel, só esperei a introdução do Kris ou do Lay, mas houve algo inesperado. Os dois foram colocando lentamente o pau no meu cuzinho. Mesmo sendo finos, como era o caso, dois pênis eram super desconfortáveis, não chegava a ser uma agressão, pois eu não sentia dor, mas sentia muito desconforto mesmo!

– Hyung! Au! – Gemi dolorosamente. – Xing… Wu fan tá me machucando. – Fiz biquinho.

– Awn… Vai ficar gostoso logo, logo amor. – Estuprou meu bico com a língua, dando-me um beijo super empolgante como consolo.

Não sabia que Yixing era tão safado! Não podia ver seu rosto, por causa da venda, mas sentia através das suas contorções e gemidos o quanto ele gostava daquela situação.

A sensação de desconforto foi mudando, começou a ficar mais suave, Lay começou a rebolar de uma maneira que amaciava muito bem minha próstata.

Agora sim… Aquela delícia pressionava perfeitamente o ponto, me animei tanto que já rebolava nos dois. Kris também mostrava animação me masturbando. Lay era tão safado que conseguia me foder e dar umas lambidinhas na cabeça do meu pau de vez em quando.

– Ahhh é agora! – Kris aumentou a pressão. Estocava com tanta força que incomodava Lay também.

Retirou seu membro de mim, arrancou a camisinha, subiu até o meu rosto e gozou sujando toda a venda. Em seguida, enfiou o pau na minha boca até amolecer.

Lay, vendo tudo aquilo, também gozou rapidinho. Só mudou de posição, estocou mais um pouquinho, também arrancou seu preservativo e ejaculou no meu bumbum. Deitei na cama – com o pau ainda duro – tirei minha venda e vi a imagem dos dois se pegando tentando me seduzir. Masturbei-me assistindo a cena e gozei freneticamente.

Os dois deitaram a minha volta e todos dormimos ali mesmo.

Como sempre, acordei sozinho na cama. Ambos tinham ido trabalhar.

Arrumando a cama, encontrei um bilhete do Lay dizendo “Você é livre para escolher”. Me senti um lixo… Yixing sofria durante as noites, provavelmente sabia que eu gostava dos dois e que Kris ainda gostava de mim… Obviamente escolheria Xing, mas estaria magoando ele, pois Kris, como eu disse, ainda faz parte de mim…

Lay me mandou um SMS querendo me perguntar sobre o bilhete, respondi que quando estivesse pronto o mandaria de volta.

Semanas se passaram, Kris e Lay ficaram bem mais próximos, toda vez que os via juntos me lembrava daquela noite deliciosa… Não sei se fazia como Luhan, terminar com um para ficar com o outro ou permanecia do jeito que estava, a dúvida era cruel… Decidi abrir o jogo.

“Me encontre no L’amour”

– JongDae-dongsaeng – Me abraçou. – Senti saudade…

– Xing, a gente se vê todo dia…

– Eu sei… Mas tá diferente… Senti falta de você você…

– Tudo bem…

– Decidiu? Seja lá qual for a sua resposta, só quero ver você feliz e… – O beijei.

– Xing… Sabe que eu te adoro, né? – Me olhou meio cabisbaixo e confirmou.– Mas se eu escolher você, estarei o magoando… Gosto de você, mas também gosto dele… Eu tô muito confuso, e acho que sempre ficarei…

– Eu entendo…

Me veio uma louca na minha cabeça, eu não ia perguntar isso, mas acabei perguntando mesmo assim.

– Que tal um dia eu, você e o Kris marcarmos de tomar um café? – Droga, eu perguntei mesmo.

Ele deu aquele sorrisinho lindo e confirmou com um beijo longo e intenso.

– É claro.

Eu não era só dele, mas o pouco que ele tinha de mim o satisfazia…